12 Maio 2021 11:52:00
Autor: Por: RCN

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O Dia das Mães foi de crescimento nas vendas para o comércio catarinense. Levantamento da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL/SC) aponta alta de 4,8% neste ano com relação ao mesmo período do ano passado. O cálculo foi realizado com base nos dados do SPC/SC.

"Os lojistas catarinenses conseguiram reagir, seja com vendas nas lojas físicas ou virtualmente, e alcançaram um importante resultado mesmo ainda sob os impactos da pandemia", avalia o presidente da FCDL/SC, Ivan Roberto Tauffer. Com os dias de frio e a proximidade do inverno, peças de vestuário mais pesadas foram o principal destaque das compras.

O Dia das Mães é uma das principais datas do comércio, atrás apenas do Natal. A expectativa é de que o setor continue a apresentar crescimento gradativo nos próximos meses, tendo em junho outra comemoração importante, o dia dos namorados, pondera Tauffer. O presidente lembra que todos os cuidados sanitários continuam sendo rigorosamente cumpridos nas lojas, para segurança dos funcionários e dos clientes.

Lojas do setor de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos também apresentaram bons resultados. Na Rede Berlanda, por exemplo, o crescimento das vendas para a data foi da ordem de 10%, segundo Nilso Berlanda, fundador e sócio do grupo que completa 30 anos em 2021.

A rede tem 185 lojas em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul e vem registrando crescimento desde o ano passado, mesmo com o cenário de pandemia. Em 2020, cresceu 10,76% no varejo convencional e 240% no e-commerce. Nesta quarta, inaugura sua 186ª loja, em Balneário Camboriú.



Retorno
07 Maio 2021 14:17:00

R$ 46,8 mi foi pago em final de abril e R$ 5,8 mi ainda em dezembro referente ao juro ao capital

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No dia 27 de abril o Sicoob MaxiCrédito creditou na conta de seus associados o valor de R$ 46,8 milhões referente a participação nos resultados da cooperativa, sendo R$ 16,39 mi em conta corrente e R$ 30,44 mi em conta capital. O montante foi distribuído conforme a movimentação de cada cooperado.

Além deste valor, em dezembro de 2020, a instituição efetuou o pagamento de R$ 5,8 milhões ao Capital Social dos cooperados. Dessa forma, a participação dos associados no resultado da cooperativa contabiliza o total de R$ 52,6 milhões.

"O cooperativismo é a nossa grande filosofia de vida e a distribuição dos resultados nos deixa extremamente felizes, porque além de todas as oportunidades de negócios oferecidas pela cooperativa, cada associado recebe parte do resultado construído de acordo com o seu envolvimento com a instituição", destaca Ivair Chiella, presidente do Sicoob MaxiCrédito. Chiella ainda lembra que as cooperativas promovem um círculo virtuoso, gerando valor para todas as pessoas da comunidade, transformando cenários e realidades.

A instituição vem numa crescente exponencial, se tornando uma das maiores do Brasil. Prova disso é o resultado recorde construído em 2020 de R$ 123,5 milhões, primeira vez que a instituição ultrapassou a barreira dos R$ 100 milhões. Sendo assim, a distribuição das sobras para os associados também foi a maior da história.

O cooperativismo tem conquistado cada vez mais o seu espaço na sociedade e a distribuição dos resultados entre os cooperados tem sido um fator fundamental, gerando valor compartilhado. "Temos a opção de retorno correspondente aos nossos Investimentos, nossas negociações, nossa participação na cooperativa. Portanto, hoje mantenho cinco contas físicas e jurídicas na cooperativa, das quais me deram um excelente retorno referente a participação no resultado. Isso nos faz acreditar e trabalhar cada dia para o crescimento do cooperativismo", comenta Darcy Domingos Simoka, empresário de Chapecó e associado do Sicoob MaxiCrédito.

Ao compartilhar o resultado com seus associados, o Sicoob MaxiCrédito está diretamente empenhado em gerar prosperidade para seus cooperados e para a comunidade. Segundo pesquisa realizada pela FIPE em 2020, a presença e atividade de uma cooperativa de crédito incrementa o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%. 


Economia
03 Maio 2021 17:41:00

Extração diária de barris de óleo equivalente soma 2,56 milhões no mês

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A produção da Bacia de Santos ultrapassou, pela primeira vez, 70% da produção nacional de petróleo, registrando a maior participação relativa na série histórica e a sexta maior, até hoje, em valores absolutos. No total, foram produzidos 2,56 milhões de barris de óleo equivalente por dia, (MMboe/d), sendo aproximadamente 1,993 MMbbl/d (milhão de barris por dia) de petróleo e 90 MMm3/d (milhões de metros cúbicos por dia) de gás natural.

O resultado consta do Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural do mês de março de 2021, que traz os dados consolidados da produção nacional no período. O boletim foi divulgado nesta segunda-feira (3) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A produção nacional foi de cerca de 2,844 MMbbl/d de petróleo e 126 MMm3/d de gás natural, totalizando 3,637 MMboe/d. Na comparação com o mês anterior, houve aumento de 0,9% na produção de petróleo e redução de 3,9% na de gás natural. Já na comparação com março de 2020, houve redução de 4,3% no petróleo e aumento de 3,6% no gás natural.

Pré-sal e gás natural

A produção do pré-sal foi de 2,097 MMbbl/d de petróleo e 89,4 MMm3 de gás natural, totalizando 2,660 MMboe/d. Houve aumento de 2,4% em relação ao mês anterior e de 6,7% se comparada à do mesmo mês em 2020. A produção do pré-sal teve origem em 118 poços e correspondeu a 73,1% do total produzido no Brasil, alcançando o maior percentual já registrado em relação ao total nacional.

Em março, o aproveitamento de gás natural foi de 97,5%. Foram disponibilizados ao mercado 50,1 MMm³/dia.

A queima de gás no mês foi de 3,1 MMm³/d, uma redução de 8,7% se comparada ao mês anterior e de 6,6% se comparada ao mesmo mês em 2020.

Produção e destaques

Em março, os campos marítimos produziram 96,7% do petróleo e 86,5% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras responderam por 94,5% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.

O campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural em março, registrando 862 MMbbl/d de petróleo e 40,2 MMm3/d de gás natural.

A plataforma Petrobras 75, produzindo no campo de Búzios por meio de quatro poços a ela interligados, foi responsável por 154,372 Mbbl/d de petróleo e a instalação com maior produção.

A instalação Polo Arara, com os campos de Arara Azul, Carapaúna, Cupiúba, Rio Urucu e Sudoeste Uruco, por meio de 32 poços a ela interligados, produziu 7,202 MMm³/d e foi a instalação com maior produção de gás natural.

Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres: 1.032. Tupi, na Bacia de Santos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores: 56.


03 Maio 2021 09:33:00
Autor: Por: assessoria

Companhia se destaca no mercado com soluções para a indústria 4.0

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A Delta Máquinas Têxteis comemora 14 anos e a posição de referência em soluções para para a indústria 4.0 na América Latina, alinhando automação, gestão de dados e padronização de processos inteligentes. De 2007 para cá, a companhia com sede em Pomerode conquistou seu espaço com planos audaciosos, como o deste ano, prevendo crescimento de 50%, mesmo diante das dificuldades impostas pela pandemia.

Seu portfólio conta com mais de 50 produtos aplicados aos processos de tecelagem plana, malharia circular, estamparia, acabamento e confecção, além de projetos de automação exclusivos, de acordo com cada necessidade. Atualmente, atende mais de 300 empresas localizadas no Brasil, Argentina, Paraguai, Peru, Equador, Colômbia, El Salvador, Honduras, Guatemala e México.

Para o sócio-diretor, Fábio Kreutzfeld, atuar com estratégia e comprometimento é o grande diferencial. "Estamos atentos às necessidades do mercado. O objetivo é sempre otimizar processos; não entregamos apenas maquinários, acessórios de produção e softwares, entregamos a solução e também todo o suporte necessário. Nossos clientes sentem que realmente podem contar conosco", afirma.

A presença da marca no exterior, com participações em eventos de peso, contribui para o sucesso comercial. "Participamos da ITMA Itália, maior feira mundial de insumos para o mercado têxtil, e também da Colombiatex, na Colômbia, reconhecida como a principal agenda têxtil na América Latina. Também expomos na Febratex, aqui no país, apoiando a consolidação de negócios fora", avalia.

E para marcar a data, a Delta reuniu na sexta-feira, 30, os colaboradores em uma confraternização. Na ocasião, a diretoria executiva destacou a importância das pessoas para a continuidade dos negócios. "Chegamos até aqui e podemos projetar um futuro promissor porque temos ao nosso lado grandes profissionais, que se dedicam a entrega de produtos diferenciados e totalmente aderentes à cadeia produtiva", salientou Fábio.

A Delta em números
- 14 anos de atuação
- Mais de 300 clientes
- 63 máquinas em seu portfólio
- Presença internacional, com venda para grandes marcas como a colombiana Supertex Group
- Redução de mais de 30% do tempo de trabalho de seus clientes com a aplicação de suas máquinas e tecnologia
- Mais de 50 colaboradores
- Projeção de 50% de crescimento para 2021



Empregos formais
30 Abril 2021 09:52:00
Autor: Por: Redação TN

Índice do Caged leva em conta a diferença entre admissões e desligamentos

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Pomerode registrou números positivos com relação ao mercado de trabalho formal em março de 2021. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério da Economia na quarta-feira, dia 28, foram 905 admissões contra 607 desligamentos, o que resulta no saldo de 298 empregos na cidade. Em fevereiro, esse saldo era de 253.

No acumulado do ano, Pomerode registrou 2.462 admissões contra 1.581 desligamentos, um saldo positivo de 881 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, de abril de 2020 a março de 2021, a cidade teve 6.154 admissões e 5.879 desligamentos, gerando um saldo positivo de 275.

No geral, Santa Catarina também obteve números positivos. O estado gerou 20.729 empregos em março de 2021, resultado de 125.452 admissões e 104.696 demissões. Com o aumento (+0,93%), o estoque de trabalhadores no estado ficou em 2,24 milhões.

Entre os setores, os serviços apresentaram o melhor resultado, com saldo de 9.267 no mês. Na sequência, estão a indústria (9.063), comércio (3.123), construção (1.549), e agropecuário (-2.273). A nova metodologia do Caged leva em conta empregos formais, informais, temporários e estágios, entre outros.

Santa Catarina foi o terceiro estado do país com maior saldo absoluto em março. Ficou atrás de São Paulo (saldo de 50,9 mil) e Minas Gerais (35,5 mil), mas à frente de estados importantes como Rio Grande do Sul (17,7 mil), Rio de Janeiro (13 mil), e Paraná (11,5 mil).

O saldo de março no Estado (20,7 mil) ocorreu principalmente entre jovens de 18 a 25 anos (8,6 mil) e adultos de 30 a 39 anos (4,1 mil). As faixas de 25 a 29 anos (3 mil) e de 40 a 49 anos (2,6 mil) aparecem na sequência. Em relação à escolaridade, a maior fatia (12,5 mil) possui ensino médio completo.

No acumulado do ano, Santa Catarina tem saldo positivo de 87.127 empregos. Fruto do bom resultado também em janeiro (+32,6 mil) e em fevereiro (+33,7 mil).


Otimismo
29 Abril 2021 17:27:00

Roupas e calçados lideram a lista de intenção de compras de presentes

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Levantamento realizado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL/SC) aponta que 53% dos entrevistados acreditam que as vendas para o Dia das Mães deste ano serão superiores às registradas no mesmo período do ano passado. Outros 36% avaliam que o resultado deve ser igual.

Mesmo com os impactos da pandemia, a maior parte dos entrevistados, 39,9%, avalia que o crescimento nas vendas será de até 4%. "O Dia das Mães é uma das principais datas do comércio, atrás apenas do Natal. O otimismo identificado no varejo catarinense é um importante sinal de uma retomada do horizonte pós-pandemia. Lembrando sempre que todos os cuidados sanitários continuam sendo rigorosamente cumpridos nas lojas, para segurança dos funcionários e dos clientes", avalia Ivan Roberto Tauffer, presidente da FCDL/SC.

Para o presidente da CDL Pomerode, Alexandre Grutzmacher o levantamento da FCDL reflete a realidade do comércio pomerodense, que embora cauteloso espera incremento nas vendas, nesta que é considerada uma das principais datas para o comércio varejista. "A tradição de homenagear as mães deve se juntar à queda nas temperaturas, às promoções e as novidades que as lojas prepararam para movimentar nosso comércio, que também terá horário estendido no sábado (8), véspera do Dia das Mães", complementa.

Entre os itens que deverão ser mais procurados para a data, destaque para roupas e calçados (mencionados por 36,1% dos entrevistados), flores (19,1%), eletroeletrônicos (11,2%) e chocolates (10,4%). Foi identificado ainda que 65,2% dos empresários estão programando alguma promoção e 31,6% estimam um tíquete médio entre R$ 51 e R$ 100.

O levantamento da FCDL/SC foi realizado com 400 empresas associadas que atuam no varejo em 20 cidades com maior potencial de consumo - IPC. Quanto à forma de atendimento, 52,2% estão operando tanto de forma física quanto on-line, 45% somente em loja física e 2,8% somente on-line.



Emprego
28 Abril 2021 13:53:00
Autor: Por: Rede Catarinense de Noticias

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Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal divulgados nesta quarta-feira (28) mostram que Santa Catarina gerou 20.729 empregos em março. O número representa o saldo entre 125.425 admissões e 104.696 demissões no período. Com o aumento (+0,93%), o estoque de trabalhadores no Estado ficou em 2,24 milhões.

Entre os setores, os serviços apresentaram o melhor resultado, com saldo de 9.267 no mês. Na sequência, estão a indústria (9.063), comércio (3.123), construção (1.549), e agropecuário (-2.273). A nova metodologia do Caged leva em conta empregos formais, informais, temporários e estágios, entre outros.

Santa Catarina foi o terceiro estado do país com maior saldo absoluto em março. Ficou atrás de São Paulo (saldo de 50,9 mil) e Minas Gerais (35,5 mil), mas à frente de estados importantes como Rio Grande do Sul (17,7 mil), Rio de Janeiro (13 mil), e Paraná (11,5 mil).

O saldo de março no Estado (20,7 mil) ocorreu principalmente entre jovens de 18 a 25 anos (8,6 mil) e adultos de 30 a 39 anos (4,1 mil). As faixas de 25 a 29 anos (3 mil) e de 40 a 49 anos (2,6 mil) aparecem na sequência. Em relação à escolaridade, a maior fatia (12,5 mil) possui ensino médio completo.

No acumulado do ano, o Estado tem saldo positivo de 87.127 empregos. Fruto do bom resultado também em janeiro (+32,6 mil) e em fevereiro (+33,7 mil).


26 Abril 2021 09:08:00
Autor: RCN

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A Companhia de Gás de SC (SCGÁS) está com obras de ampliação da rede de distribuição de gás natural em nove municípios do Estado durante o mês de abril. As obras acontecem nas cidades de Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Pouso Redondo, São José e Tubarão. Com a ampliação das redes, a SCGÁS espera iniciar o fornecimento de gás natural a mais de 680 clientes entre unidades residenciais, indústrias e estabelecimentos comerciais. Ao todo, serão implantados cerca de 6 km de rede no período.

A execução das obras faz parte do maior pacote de obras da Companhia. Até o final do ano, a SCGÁS projeta investir mais de R$ 60 milhões para implantação de 80 quilômetros de rede. Nos próximos quatro anos, o Plano Plurianual de Negócios contempla mais de 500 km adicionais de rede de distribuição, com foco na interiorização da oferta do energético no território catarinense. Entre as obras, destaca-se o trecho de Pouso Redondo à Ponte Alta, que faz parte do Projeto Serra Catarinense, o maior projeto de expansão de redes em curso no país.

As obras em execução utilizam o método não destrutivo, sem abertura de valas, com o objetivo de gerar o menor impacto nas vias e nos pavimentos existentes. "Fazemos um furo a cada 100 metros aproximadamente e implantamos a rede de distribuição de gás natural por baixo da via de rolamento, com uma máquina de furo direcional específica para esta finalidade, monitorando seu traçado através de uma sonda que possibilita ainda preservarmos as demais infraestruturas existentes no subsolo", explica o engenheiro Carlos Caram, fiscal nas obras de Balneário Camboriú.

Na cidade, as obras têm o objetivo de conectar novos condomínios residenciais, fruto de parcerias firmadas com as principais construtoras no município. Atualmente, quase 16 mil unidades residenciais são abastecidas com gás natural no Estado.

Além das obras nos centros urbanos, a Companhia está executando obras de reposicionamento da rede na BR-470, em razão da duplicação da rodovia. O engenheiro Rodrigo José Schappo, que atua na fiscalização deste trecho, pontua que a obra é de grande porte e é executada de modo a não interromper o fluxo de gás natural, ocorrendo com a rede em funcionamento.

"São obras que exigem muita técnica, pois transferimos a operação para uma rede nova, sem a necessidade de parar o abastecimento dos clientes, ou seja, o fluxo de gás natural se mantém contínuo e ininterrupto", explica.



Novidade
23 Abril 2021 11:27:00

Abertura está confirmada para a próxima quarta-feira, 28 de abril

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A cidade de Pomerode, considerada a mais alemã do Brasil, foi a escolhida pelo Grupo Koch para ser sede da sua 35ª loja em Santa Catarina, dando oficialmente início à abertura de uma série de novas lojas previstas para 2021. Assim, a partir de quarta-feira, dia 28, às 8h, os mais de 34 mil moradores da cidade de Pomerode e região poderão contar com a nova unidade do Komprão Koch Atacadista.

Localizada na rua Presidente Costa e Silva, 740, no bairro Testo Rega (antiga Fábrica da Malwee), a loja possui 15 mil m² e foi projetada para agregar conforto e praticidade, oferecendo um mix de mais de 10 mil produtos com preços acessíveis, com destaque especial à área de hortifruti, uma especialidade do Grupo Koch, bem como um açougue completo com carnes frescas.

De acordo com o presidente do Grupo Koch, José Koch, a estreia em Pomerode já estava nos planos do Grupo há muitos anos. "Pomerode figura na lista dos melhores PIB`s de Santa Catarina, com um índice de desenvolvimento excepcional, e o Grupo Koch chega para se aliar a tantas outras marcas importantes que já propulsionam a economia local", destaca o presidente.

Para marcar a sua chegada à cidade, a rede desenvolveu uma cuca especial, seguindo uma receita tradicional da gastronomia local. A "Cuca Do Bem" será comercializada entre os dias 28 de abril e 31 de maio, e todo o lucro da venda será revertido para a APAE de Pomerode. "Nossa estreia na cidade será marcada por diversas promoções de inauguração, mas também queremos retribuir a hospitalidade do município disponibilizando a todos os pomerodenses um ótimo atendimento e muita economia para seus lares e negócios", diz Jeralci Barcellos, gerente de marketing do Grupo Koch.

Vale lembrar que o Komprão Koch Atacadista facilita os pagamentos com todos os tipos de cartões, tanto na modalidade crédito como débito. Há também a opção de pagamento com o cartão de crédito Koch, que pode ser feito na hora. Além da loja Komprão, o espaço contemplará nove lojas, entre elas uma pet shop, academia, produtos naturais, loja de roupas, loja de aparelhos eletrônicos, revistaria e a FarmaKoch, farmácia que integra o Grupo Koch.

O horário de atendimento será de segunda a sábado, das 7h às 22h, e das 8h às 21h aos domingos e feriados.



Economia
21 Abril 2021 08:48:00
Autor: Por Agência Brasil

Recolhimentos atípicos influenciaram resultado,diz Receita

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A recuperação da economia no início do ano e recolhimentos atípicos de impostos fizeram a arrecadação federal bater recorde para meses de março. No mês passado, o governo federal arrecadou R$ 137,932 bilhões em impostos, contribuições e demais receitas, com alta de 18,49% acima da inflação em relação a março do ano passado.

Segundo a Receita Federal, este é o maior valor arrecadado da série histórica para meses de março, com início em 1995. No primeiro trimestre, a arrecadação federal somou R$ 445,9 bilhões, com alta de R$ 5,64% acima da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em relação a março do ano passado. O resultado para os três primeiros meses do ano também é recorde.

A arrecadação federal ainda não sentiu os efeitos da segunda onda da pandemia de covid-19. Isso ocorre porque a arrecadação do mês passado reflete os fatos geradores de fevereiro. Como os reflexos da atividade econômica na arrecadação levam pelo menos um mês para serem sentidos, o agravamento da pandemia, que ocorreu a partir de março, deverá impactar as receitas do governo a partir de abril.

Tributos

Segundo dados da Receita Federal, apenas em março, houve o recolhimento atípico de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de cerca de R$ 4 bilhões por algumas grandes empresas de diversos setores econômicos. Nos três primeiros meses do ano, esse tipo de recolhimento somou R$ 10,5 bilhões, contra R$ 2,8 bilhões no mesmo período do ano passado.

A arrecadação total de IRPJ e da CSLL subiu 44,84% acima do IPCA em março na comparação com o mesmo mês do ano passado. Além do recolhimento atípico dos cerca de R$ 4 bilhões, a alta foi influenciada pela melhora nos lucros de algumas grandes empresas, que haviam estimado ganhos menores no início deste ano e tiveram de fazer a retificação na declaração de ajuste. Para as médias empresas, que declaram pelo lucro presumido, a arrecadação também aumentou.

A arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) subiu 27,75% acima da inflação. Apesar de as vendas de bens terem caído 1,9% e as de serviço terem recuado 2% em março, a alta de preços de produtos importados e a redução de compensações tributárias (quando o empresário compensa prejuízos com o abatimento dos tributos) mantiveram as receitas em alta.

A alta do dólar, que se reflete em preços mais altos em reais, também ajudou a impulsionar em 50,92% acima da inflação o recolhimento do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para mercadorias do exterior em março na comparação com março do ano passado. Mesmo o valor em dólar das importações tendo caído 5,16%, na mesma comparação, a desvalorização do câmbio elevou a arrecadação em reais.

Ainda sem refletir o agravamento da pandemia, a arrecadação do IPI sobre produtos nacionais subiu 26,99% acima da inflação em março em relação ao mesmo mês de 2020. Isso ocorreu porque, em fevereiro (mês do fato gerador da arrecadação de março), a produção industrial tinha subido 1,27% em relação a fevereiro de 2020.


Economia
14 Abril 2021 17:02:00
Autor: Por: Agência Brasil

Número representa um crescimento de 8,7% em comparação com 2019

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Em 2020, foram abertas 3,3 milhões de novas empresas, segundo levantamento da Serasa Experian. O número representa um crescimento de 8,7% em comparação com 2019, sendo o maior desde 2011, início da série histórica da Serasa.

A maior parte das novas empresas (79%) são microempreendedores individuais, totalizando a abertura de 2,7 milhões de MEIs. "O alto número de MEIs é um dos fatores que comprova o empreendedorismo por necessidade, já que durante quase um ano de pandemia muitas pessoas que perderam seus empregos optaram por abrir um CNPJ [Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica] e trabalhar com aquilo que já sabiam fazer ou em segmentos com baixo custo de aprendizagem", explica o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.

Adaptação

O ramo da alimentação representou 9,7% do total empresas a abertas, sendo o segmento com maior número de novas empresas. Em seguida vem o setor de confecções, com 6,2% do total, e o de reparos e manutenção, com 6,1%.

Segundo Rabi, esses dados mostram uma adaptação dos empreendedores à realidade da pandemia do novo coronavírus. O setor da alimentação oferece produtos essenciais e possibilitam a abertura de negócios de baixo custo. "Agora, quando falamos em confecção, o segundo ramo no ranking de abertura de novas empresas em 2020, fica claro que a produção das máscaras de proteção contra a covid-19 impactou o índice", acrescenta o economista.

A Região Norte teve o maior crescimento na abertura de novos negócios, com 20,9% de aumento em relação a 2019, com o surgimento de 174,5 mil novos empreendimentos. No Centro-Oeste a expansão ficou em 13,3% e no Sul em 11,5%.


Desenvolvimento Econômico
14 Abril 2021 08:08:00
Autor: Por: Governo do Estado

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As vendas do comércio varejista ampliado de Santa Catarina cresceram 0,3% em fevereiro, na comparação com janeiro, segundo dados divulgados na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) nesta terça-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice inclui dados de comercialização de veículos e materiais de construção e apresenta um retrato global do varejo.

Na comparação com fevereiro de 2020, o último mês de normalidade econômica anterior ao decreto de início da pandemia, o varejo de Santa Catarina teve queda de 0,6%, enquanto o nacional retraiu 1,9% nesta mesma comparação. Foi a primeira variação negativa no Estado, depois de oito meses de crescimento. Ainda assim, SC apresentou um desempenho melhor quando comparado com demais Estados do Sul, como Paraná (-1,2%) e Rio Grande do Sul (-9,0%).

"Os estados vivem momentos desafiadores diante do avanço da pandemia do novo Coronavírus, portanto, comemoramos os grandes e também, os pequenos avanços, que mostram a resiliência diante das dificuldades. Não é à toa, que Santa Catarina mantém os melhores índices de emprego, mesmo que os consumidores se mantenham cautelosos nas compras, o que afeta o setor de comércio. Seguimos confiantes nas ações de enfrentamento, na saúde a na manutenção dos empregos dos catarinenses", avalia o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon.

As variações em relação a 2019 estão diretamente atreladas às adaptações dos hábitos de consumo. Elas impactaram mais os setores de livros, jornais, revistas e papelaria (-33,2%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-15,9%); e equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-8,7%). O varejo de tecidos, vestuário e calçados teve retração de 6,3% nesta comparação.

"O varejo catarinense vem se mostrando um dos mais dinâmicos do país. Tem crescido acima da média nacional e inclusive liderou por um longo período como o varejo de maior crescimento entre os maiores estados", destaca o economista da SDE, Paulo Zoldan.

Material de construção em alta

No acumulado de 2021, o volume de vendas do comércio ampliado catarinense apresenta estagnação (0,0%), enquanto a média do país teve retração de 2,5%. Já na variação acumulada de 12 meses, o varejo catarinense cresceu 1,9%, e no Brasil retraiu 2,3%.

Nesta última comparação, o destaque foi para o setor de material de construção, que cresceu 15,6%, na comparação com os 12 meses, assim como também para os segmentos de hipermercados e supermercados (13,4%); artigos farmacêuticos (9,3%); e móveis e eletrodomésticos (8,8%).

Itens essenciais lideram compras

Uma pesquisa realizada pela Fecomércio-SC mostra que, mesmo Santa Catarina apresentando menos desemprego e renda mais alta em relação aos outros Estados, os consumidores continuam cautelosos nas compras em lojas físicas.

Os principais itens comprados são considerados essenciais, como alimentos e bebidas (97,1%) e medicamentos (51,2%). Esses dois também lideram o ranking de intenção de compras futuras em canais físicos, com 89,8% e 50,7%, respectivamente. Dos não essenciais, destaque para os gastos com serviços de beleza (14,8%) e vestuário (9,9%).

"Vale ainda destacar que as famílias catarinenses adotaram a cautela durante a pandemia pagando dívidas e reduzindo o consumo. O endividamento do catarinense bateu recorde de baixa na série histórica apurada pela Fecomércio", finaliza Zoldan.


Pandemia
13 Abril 2021 14:19:00

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Por determinação da governadora Daniela Reinehr, o Governo do Estado estará empenhado em buscar e devolver para os cofres públicos os R$ 33 milhões pagos em um processo de compra de respiradores para Santa Catarina. Daniela pediu força máxima no caso e acionou a Procuradoria-Geral do Estado para avançar nas buscas pelos valores. Três procuradores foram nomeados para atuar exclusivamente nesta missão e intensificar o trabalho de resgate da quantia paga nos equipamentos.

A governadora falou sobre o assunto e outras ações em uma entrevista a jornalistas do Grupo ND de comunicação, em Florianópolis, na manhã desta terça-feira, 13. Daniela Reinehr anunciou ainda que fará uma representação ao Ministério Público Federal (MPF) para que busque os valores depositados no exterior. "Queremos a repatriação desses valores e que eles sejam devolvidos aos cofres públicos. O Governo tem que agir, tem que ser o primeiro interessado a recuperar essa quantia que é de Santa Catarina, é dinheiro público, de cada um dos catarinenses e que será muito bem utilizado quando reavermos", frisa a governadora.

Durante a entrevista, a governadora afirmou que a central de compras do Estado está sendo observada e bem controlada, sob a experiência e atuação de uma equipe jurídica forte. Daniela Reinehr ainda completou que a equipe que está trazendo para o Governo vai trabalhar com responsabilidade e para o bem de Santa Catarina.


Economia
13 Abril 2021 09:56:00

Benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375

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Trabalhadores informais nascidos em abril começam a receber hoje (13) a nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O calendário de pagamentos foi divulgado pelo governo no início do mês.

O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos (veja no link guia de perguntas e respostas) para ter direito à nova rodada.

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS). O auxílio emergencial somente será pago quando o valor for superior ao benefício do programa social.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.


12 Abril 2021 16:02:00

O resultado de vendas diárias é 0,16% superior ao mês anterior, fevereiro, quando já havia sido registrado o último recorde

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No mês de março, o consumo de gás natural em Santa Catarina registrou recorde na média diária de vendas, com 2,15 milhões de m³/dia e recorde de volume mensal comercializado, que foi de 66,6 milhões de m³. O resultado de vendas diárias é 0,16% superior ao mês anterior, fevereiro, quando já havia sido registrado o último recorde. Além disso, o volume é 8,58% superior do que o comercializado no mesmo período em 2020.

Entre os setores que utilizam gás natural, o destaque no consumo foi a indústria. O setor consumiu 26,81% a mais quando comparado a março de 2020, 12,05% acima de março de 2019 e 0,8% acima do mês anterior, fevereiro último. As indústrias são responsáveis atualmente por mais de 80% de todo o gás natural comercializado em Santa Catarina.

Com essa sequência de recordes, a Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS) se aproxima de 12 bilhões de m³ de gás natural distribuídos desde o início de sua operação, no ano 2000. Até 2025, a Companhia projeta comercializar cerca de 25% a mais do que os últimos períodos, uma média de 2.513.547 m³ por dia.

Entre os usuários de Gás Natural Veicular (GNV) o resultado do mês de março também foi positivo. As vendas registradas ficaram 20,62% acima do mesmo mês no ano passado. As unidades residenciais, que somam quase 16 mil clientes, consumiram 10,67% a mais do insumo quando comparado a março de 2020. O valor é ainda mais expressivo quando comparado a março de 2019, com aumento de 27,87% no consumo.



Mercado
08 Abril 2021 14:29:00

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A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL/SC) aponta um crescimento de 2,45% nas vendas na Páscoa deste ano em comparação com a mesma data do ano passado. Os produtos que puxaram o índice positivo foram os tradicionais chocolates, mas também houve incremento nas vendas de itens de vestuário e acessórios.

"A pandemia ainda segura o consumidor, mas o crescimento registrado já é um importante sinal de melhora. Com o avanço da vacinação, a expectativa é para uma retomada gradativa nos próximos meses", avalia o presidente da FCDL/SC, Ivan Roberto Tauffer.

O levantamento foi realizado com base nos dados do SPC/SC. A Federação também segue orientando o comércio catarinense para o rigoroso cumprimento das regras sanitárias, obedecendo aos protocolos estaduais e municipais.

Para impulsionar as vendas na Páscoa, a FCDL/SC, também promoveu a campanha institucional com o tema "Chocolate ou presente?", incentivando que independente de presentear com chocolate ou outros produtos, os consumidores aproveitassem as vantagens do comércio local.


Economia
07 Abril 2021 14:39:00
Autor: Por: Agência Brasil

Para cada dependente, limite de dedução é de R$ 2.275,08

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Contribuintes divorciados - e que tenham filhos - podem deduzir os gastos que tiveram com esses dependentes na declaração do Imposto de Renda (IR). Os dependentes, nesse caso, podem ser filhos e enteados de até 21 anos, até 24 anos se ainda estiverem estudando, ou ainda de qualquer idade se forem incapacitados para trabalhar. Para cada dependente, o limite de dedução é de R$ 2.275,08. A lista completa de quem pode ser considerado dependente na declaração deste ano pode ser conferida aqui .

Pelas regras do Imposto de Renda, um mesmo filho não pode constar como dependente na declaração de mais de uma pessoa. Se uma das partes o declarou como dependente, a outra deve declará-lo como "alimentando". Por isso, antes de preencher a declaração, é preciso destacar que há uma diferença entre dependente e alimentando, que são figuras distintas no IR. Esses conceitos precisam ficar claros, especialmente para os divorciados, para que não haja confusão ao preencher a declaração.

O alimentando é aquele que, mediante decisão judicial ou acordo feito por escritura pública, como o acordo de divórcio, por exemplo, é beneficiário de pensão alimentícia. Já quem detém a guarda, pode declará-lo como dependente. E, nesse caso, somente quem detém a guarda poderá deduzir despesas com o filho, que incluem gastos como educação e saúde.

"Quem declarar [o filho] como dependente, poderá usar as despesas [para dedução]. Quem não ficar como dependente, poderá informá-lo apenas como alimentando", esclareceu Adriano Marrocos, do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e coordenador da Comissão de Imposto de Renda do CFC, em entrevista à Agência Brasil.

Ou seja: só o declarante responsável pela guarda do filho poderá colocá-lo como dependente, de acordo com o que ficou estabelecido judicialmente. Se o filho recebe pensão, todos os rendimentos devem ser registrados na declaração. Já quem paga a pensão deve incluir o filho como alimentando.

"Após o divórcio, sai a decisão sobre a pensão alimentícia. Essa questão é muito importante porque quem for pagar a pensão precisa informar o menor como alimentando e não pode utilizar nenhuma despesa, ainda que possa ter pago, como dedutível. Marrocos citou um exemplo: "se o casal se separa e o filho precisa fazer uma cirurgia de emergência, aí o pai ou a mãe, que tem a guarda, pede ajuda para a emergência. E o outro vai lá e ajuda [a pagar a despesa]. Ele ajudou na condição de pai/mãe. Mas ele não pode utilizar como despesa para o Imposto de Renda. Só pode usar despesa quem tem a guarda".

Já quem tem a guarda pode incluir o filho como dependente na declaração e lançar todas as despesas que teve com ele. Mas há um detalhe: nem sempre vale a pena declarar o filho como dependente. Algumas vezes, sugeriu o conselheiro, pode ser mais vantajoso fazer uma declaração separada para o filho. A recomendação, nesse caso, é um teste antes de preencher a declaração.

"A gente recomenda fazer um ensaio com a declaração. Como todos os menores hoje têm CPF, recomendamos fazer o tributo 'ensaio'. Vamos supor que você tenha a guarda. Você preenche sua declaração só com você [sem os dados do filho] e suas despesas e anota o valor a pagar ou a restituir. Depois, inclui o menor como seu dependente e todas as despesas que teve com ele. E aí compara o valor a restituir ou a pagar com ele na declaração com o ensaio que você fez antes. Via de regra, dependendo do valor da pensão, é mais vantajoso não incluir o menor como dependente no Imposto de Renda. E fazer uma declaração em separado. Temos situações interessantes como o de uma criança de 6 anos declarando Imposto de Renda", disse Marrocos.

Divórcio não concluído

Se o processo sobre o divórcio ainda não estiver concluído, o casal pode fazer a declaração de forma separada, mas deve decidir qual dos dois vai colocar o filho como dependente. "Por exemplo, o casal se separou, mas não tem ainda nenhuma decisão judicial a respeito da separação. Não tendo nenhuma decisão judicial, eles poderão, cada um, fazer a sua declaração e usar as despesas conforme o acordo feito. Mas o dependente só pode ser dependente em uma das declarações. É como se eles ainda estivessem casados e fazendo a declaração separadamente", explicou.

"Se eles ainda não tiveram o divórcio ou não se separaram ainda em processo judicial, é como se estivessem casados para a Receita Federal. Eles podem entregar a declaração provavelmente em separado, e um dos dois lados usar o menor como dependente, sem citar nada do divórcio. Vão preencher [a declaração] como se estivessem casados ainda. Mas tendo a decisão judicial, ela deve dizer quem é o responsável pela guarda do menor. Quem ficar responsável pela guarda, vai colocá-lo como dependente. E, o outro, como alimentando", esclareceu.

A exceção à regra ocorre somente no ano em que o filho deixa de ser dependente e passa a ser alimentando. Para exemplificar, se o pai declarava o filho como dependente e, após o divórcio no ano passado, a mãe obteve a guarda do filho e o pai passou a pagar a pensão alimentícia, ele poderá inclui-lo tanto como dependente quanto como alimentando na declaração deste ano. Mas isso somente este ano. Nas declarações futuras, terá de declará-lo como alimentando.

"No ano da separação, aquele que fica como alimentando tem que preencher os dois campos. Vamos supor que ele ficou como dependente do pai nas declarações anteriores. No ano da separação, ele [pai] vai informar que o filho foi dependente dele no período tal e depois passou a se tornar alimentando. Isso pode ocorrer", disse Marrocos, citando um exemplo. "Vamos supor que a separação ocorreu em agosto. De janeiro a julho, ele [o filho] vai aparecer como dependente e, de agosto a dezembro, como alimentando".

No caso de guarda compartilhada, cada filho pode ser considerado dependente de apenas um dos pais. "Só um dos dois poderá usar a despesa do dependente", acrescentou.

Ajuda

O especialista orienta que a melhor decisão para um casal divorciado é procurar a ajuda de um contador para preencher as informações do Imposto de Renda. "Como é uma questão muito delicada, que envolve relacionamento, e afeta diretamente a parte mais sensível, que é o bolso, a gente sempre recomenda procurar uma orientação especializada. Não deixe de conversar com um contador, de levar toda a sua documentação, a decisão judicial, os valores que foram pagos e recebidos, até porque quem tem a guarda e recebe o valor da pensão, esse valor está no Imposto de Renda. Leve as informações, converse com o contador a fim de definir a melhor opção para você pagar menos imposto ou obter a maior restituição", alertou.


Economia
07 Abril 2021 13:52:00
Autor: Por: Agência Brasil

Terminais devem receber R$ 6,1 bilhões em investimentos

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Em leilão realizado hoje (7) na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), foram concedidos 22 aeroportos em 12 estados, arrecadando-se R$ 3,3 bilhões em outorgas. A concorrência foi feita pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em três blocos: Norte, Sul e Central.

A Companhia de Participações em Concessões, parte do grupo CCR, arrematou o bloco Sul, por R$ 2,1 bilhões, e o lote Central, por R$ 754 milhões. Os lances representam, respectivamente, ágio de 1.534% e 9.156% em relação aos lances mínimos. A Vinci Airports ficou com o bloco Norte, pagando R$ 420 milhões, um ágio de 777% sobre o preço mínimo estipulado.

Os blocos

Estão no bloco Norte os aeroportos de Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista (RR). O lance mínimo havia sido estipulado em 47,9 milhões.

No bloco Sul foram concedidos os terminais de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS). O valor mínimo para esse lote era de R$ 130,2 bilhões.

O bloco Central é composto pelos aeroportos de Goiânia (GO), São Luís (MA), Teresina (PI), Palmas (TO), Petrolina (PE) e Imperatriz (MA). O lance mínimo era de R$ 8,1 milhões.

O Ministério da Infraestrutura espera que os terminais, por onde circulam cerca de 24 milhões de passageiros por ano, recebam aproximadamente R$ 6,1 bilhões em investimentos. Devem, segundo o ministério, ser investidos R$ 2,85 bilhões no bloco Sul, R$ 1,8 bilhão no Central e R$ 1,4 bilhão no Norte. Os contratos de concessão tem validade de 30 anos.


06 Abril 2021 11:16:00
Autor: Por: RCN

Segundo a Epagri, dois fatores contribuem com a alta nos preços: a desvalorização do real e a forte demanda do mercado chinês

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A cotação de preços de grãos como milho e soja voltou a subir em março em Santa Catarina. Segundo informações da Epagri, o valor médio pago no atacado pela saca de 60 kg de milho amarelo subiu de R$ 88,55, em fevereiro, para R$ 90,36, em março, o maior valor da história. A alta é de 2,04%. Na comparação com o mesmo período de 2020, quando a saca era cotada a R$ 51,37, o aumento é de 75,9%.

Já em relação à soja, o preço da saca de 60 kg passou de R$ 171,51, em fevereiro, para R$ 175,35, em março, alta de 2,71%. Apesar do crescimento pequeno na passagem mensal, o valor consolidou-se em patamar muito acima do praticado em anos anteriores. Em março de 2020, por exemplo, na comparação anual, a saca era cotada a R$ 92,77. Ou seja, quase dobrou em 12 meses.

Segundo a Epagri, dois fatores contribuem com a alta nos preços. Um deles é a desvalorização do real frente ao dólar, o que significa que os produtores ganham nominalmente mais com a moeda americana, que esteve acima de R$ 5,50 durante o período. Outro fator é a forte demanda do mercado chinês, principalmente em relação à soja, somado à baixa nos estoques mundiais.

Em Santa Catarina, os preços em alta causam efeitos opostos. Produtores comemoram valores recordes e ganhos nunca antes registrados, apesar da baixa produtividade. Por outro lado, as agroindústrias, que consomem grãos para ração de animais, têm aumento de custos e tendem a repassar o efeito ao consumidor.

A colheita dos grãos no Estado está ocorrendo de maneira tardia na safra 2020/2021 devido aos efeitos da estiagem. Em algumas regiões foi necessário o replantio. De acordo com os dados da Epagri, a falta de chuvas provocou quebra de 7% na produção de soja e de 23,5% na produção de milho no Estado. 


06 Abril 2021 09:28:00
Autor: Por: Assessoria

Sistema de cooperativas financeiras oferece serviços e produtos financeiros completos com taxas mais justas e acredita no desenvolvimento de pessoas e comunidades

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O Sicoob, instituição financeira cooperativa, que completou 23 anos como uma propulsora do desenvolvimento econômico e social nos quatro cantos do País em 2020, registrou aumento de 34,4% em ativos totais no ano passado, saindo de R$ 117,3 bilhões no fim de 2019 e saltando para R$ 157,7 bilhões. Presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, o Sicoob disponibiliza portfólio completo de serviços e produtos financeiros tanto em seus mais de 3,4 mil pontos de atendimento físico quanto em um amplo conjunto de meios digitais, onde contou com 3,1 milhões de usuários do App Sicoob, em dezembro de 2020, ante 2,4 milhões no mesmo período em 2019.

O patrimônio líquido atingiu R$ 26 bilhões no 4º trimestre de 2020, ante R$ 23,2 bilhões no mesmo período de 2019, um crescimento de 12,4%. O saldo de crédito alcançou R$ 88,7 bilhões no 4T20, avançando 36% na mesma comparação. Em depósitos totais, houve crescimento de 45,1%, já que o Sicoob chegou a R$ 107,6 bilhões neste quesito.

"Acreditamos que cada vez mais as pessoas têm buscado alternativas financeiras com condições comerciais competitivas e conscientes e isso contribui muito para o crescimento sustentável do Sicoob. A excelência no atendimento, aumento na oferta de serviços e produtos e especialização no atendimento às necessidades dos nossos cooperados fazem com que o caminho que vem pela frente seja ainda mais próspero", diz Marco Aurélio Almada, diretor-presidente do Sicoob.

Nas cooperativas financeiras, os cooperados são os verdadeiros donos do negócio, já que têm direito a voto nas decisões e participam da distribuição dos resultados da instituição. Em 2020, em decorrência da pandemia do novo coronavírus, o Sicoob investiu ainda mais em tecnologia e inovação para adaptar seus processos aos novos tempos.

Com isso, possibilitou a realização de assembleias e feiras virtuais e o reconhecimento facial via aplicativo para liberação de senhas, tokens e acessos - evitando, assim, o deslocamento de cooperados em todo o País. Também facilitou o processo de filiação às cooperativas, unificando aplicativos e tornando a experiência do usuário cada vez melhor.

Outro dado que corrobora o grande crescimento do Sicoob são as sobras, equivalente ao lucro em empresas não-cooperativas, só que no caso do Sicoob, revertido aos cooperados, observando a legislação vigente. Em 2020, a soma chegou a R$ 3,2 bilhões, um incremento de 34,6% com relação ao ano anterior. O papel desempenhado pelo Sicoob, tanto em grandes metrópoles quanto em áreas mais remotas do Brasil, representa um importante fator de desenvolvimento das economias locais, movimentando e reciclando seus recursos financeiros nas próprias comunidades onde atuam.

Atualmente, o Sicoob é a única instituição financeira presente em 307 municípios. Em 2020, foram abertas 197 novas agências no País, crescimento de 6,0% com relação a 2019. Além disso, as cooperativas oferecem a mesma segurança proporcionada pelos bancos porque é fiscalizada pelo Banco Central e conta com o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito, similar ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Assim, fechou o ano com mais de 5,1 milhões de cooperados.

Ao fim de 2020, o Sicoob foi indicado como a 11ª maior instituição financeira do País de acordo com o Valor Grandes Grupos, anuário produzido por um dos veículos de comunicação de maior credibilidade no Brasil, o Valor Econômico. O Sicoob ocupou, ainda, a 47ª posição no ranking dos 200 maiores grupos empresariais do país, segundo o Guia Melhores e Maiores, da Revista Exame.

O Sicoob é composto por 372 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais, banco cooperativo e empresas de soluções de pagamento, consórcios, previdência, seguros, distribuição de títulos e valores mobiliários, além de instituto voltado para o investimento social.




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