Clima
26 Setembro 2020 11:35:00

Confira a previsão do tempo para segunda e terça-feira

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Segunda-feira, dia 28: o sol estará presente, porém com chuvas no início do dia. Segundo a Epagri/Ciram, a temperatura varia entre 15°C e 26°C. 

Terça-feira, dia 29: sol e pancadas de chuva devem estar presentes entre a tarde e à noite. Segundo a Epagri/Ciram, a temperatura varia entre 13°C e 24°C.


25 Setembro 2020 17:22:00

Confira a previsão do tempo para o fim de semana

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Sábado , dia 26: o sol se mantém presente, porém com aumento de nuvens. Segundo a Epagri/Ciram, a temperatura varia entre 14°C e 29°C. 

Domingo , dia 27: sol e pancadas de chuva devem estar presentes entre a tarde e a noite. Segundo a Epagri/Ciram, a temperatura varia entre 16°C e 29°C. 



Poder
25 Setembro 2020 13:19:00

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O tribunal misto formado para analisar o pedido de impeachment contra o governador Carlos Moisés da Silva e a vice Daniela Reinehr escolheu, nesta sexta-feira (25), como relator o deputado Kennedy Nunes (PSD).

A escolha foi realizada por sorteio. Luiz Fernando Vampiro (MDB) não participou da disputa por já ter sido relator do caso na comissão especial do Parlamento.

"De forma inédita na história de Santa Catarina e pela primeira vez desde a redemocratização do Brasil, dirigentes do Poder Executivo estadual serão submetidos a um tribunal especial de julgamento sob a acusação suposta de prática de crime de responsabilidade", disse o presidente do TJSC e do tribunal misto, desembargador Ricardo Roesler, na abertura da sessão.

O grupo discutiu por mais de duas horas o roteiro que será adotado pelo tribunal misto. Ao final, aprovou um novo texto, buscando a garantia de transparência e segurança jurídica do processo.

O roteiro

Roesler anunciou que os prazos seguirão regimento do Judiciário. Ou seja, em vez de dias úteis, método adotado pela Assembleia Legislativa, o tribunal misto considerará dias corridos. Com isso, a apresentação do relatório pela admissibilidade da denúncia e possível afastamento de Moisés e Daniela deve acontecer em 7 de outubro.

A data final pode ter alteração, e ser realizada em 12 de outubro. Isso porque o roteiro oficial do tribunal prevê a possibilidade de pedido de vista coletiva de cinco dias, caso algum integrante queira tirar dúvidas sobre pontos do relatório.

O roteiro também prevê que os advogados de Moisés e de Daniela, assim como do denunciante, defensor público Ralf Zimmer Júnior, tenham direito à palavra na sessão decisiva sobre o aceite da denúncia. Cada um terá 15 minutos.

O tribunal também aprovou a participação de membros do Ministério Público de SC (MPSC) e da Ordem dos Advogados do Brasil no Estado (OAB/SC) no acompanhamento das sessões.

Todas as reuniões estão previstas para acontecerem no plenário da Alesc.

Tribunal usou urna histórica de 1972 do museu do TJSC para sortear relator. Bruno Collaço/Agência AL/

O parecer de Nunes indicará pelo acatamento, ou não, da denúncia e precisa de seis votos - maioria simples - para ser aprovado. Caso seja aceita a denúncia, Moisés e Daniela são afastados do cargo e o presidente da Alesc, deputado Julio Garcia (PSD), assume o Executivo.

Se houver afastamento, o tribunal volta a julgar o caso, com outro sorteio de relator, para a decisão final. Para cassar Moisés e Daniela, são necessários sete votos - maioria absoluta - em um prazo de até 180 dias.

Os membros do tribunal:

Deputados:

Sargento Lima (PSL)

Luiz Fernando Vampiro (MDB)

Mauricio Eskudlark (PL)

Kennedy Nunes (PSD)

Laércio Schuster (PSB)

Desembargadores:

Cláudia Lambert de Faria

Rubens Schulz

Sérgio Antônio Rizelo

Carlos Alberto Civinski

Luiz Felipe Siegert Schuch


Trânsito
25 Setembro 2020 11:52:00

Mesmo com a redução, Brasil permanece com média de 30 mil mortes no trânsito por ano, número acima do compromisso firmado com a ONU

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Em meio à Semana Nacional do Trânsito, que ocorre até amanhã, dia 25 de setembro, sob o tema 'Perceba o risco, proteja a vida', a Seguradora Líder, administradora do consórcio que gere o Seguro DPVAT, traz um levantamento inédito com projeções de acidentes até o final de 2020. O estudo prevê uma queda de 19% no número de ocorrências em todo o país, considerando o período de isolamento social por conta da pandemia da Covid-19. A estimativa é que 229.646 vítimas sejam indenizadas pelo seguro em acidentes ocorridos neste ano.

Apesar da redução, segundo dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS) o Brasil permanece com uma média de 30 mil mortes causadas por acidentes e cumpriu, até 2019, 30% da meta da Década de Ação pela Segurança no Trânsito da Organização das Nações Unidas (ONU). Com o acordo, esperava-se que, até 2020, houvesse uma redução de 50% no número de mortes. Segundo o Departamento, em nove anos, o Brasil saiu da marca de 43.256 mil mortos no trânsito em 2011 para 30.371 mil mortos em 2019. Do total de ocorrências previstas pelo estudo até o final de dezembro, 143.842 estão relacionadas a coberturas por invalidez permanente, 56.408 a indenizações para despesas médicas e 29.396 a casos de morte. Os motoristas lideram o ranking das vítimas com participação em 144.225 das ocorrências, 62% do total. Já quando considerada a faixa etária mais sujeita a acidentes de trânsito, pessoas com idades entre 25 a 34 anos são as principais vítimas, presentes em 61.602 das ocorrências, 27% do universo projetado para este ano.

Quanto ao perfil dos veículos, as motocicletas seguirão sendo as responsáveis pela maior parte dos acidentes indenizados. A previsão é que 180.597 vítimas recebam o Seguro DPVAT por conta de ocorrências envolvendo motos, ou seja, 79% do total. Na média por 100 mil habitantes, das 14 mortes registradas por ano, sete são causadas pelo veículo.Ao observar o mapa do Brasil em 2020, São Paulo (29.477), Minas Gerais (28.107), Santa Catarina (16.938) e Goiás (13.401) são os estados com previsão de maior quantidade de acidentes de trânsito a serem indenizados pelo seguro.As maiores reduções de acidentes destacam-se nos estados do Ceará (35% de redução), Maranhão (37%) , Sergipe (38%) e Acre (38%).

A diretora de Controladoria e Finanças da Seguradora Líder, Maria Valins, explica o estudo. "Para chegar a esses números, utilizamos a nossa base histórica de pagamentos do seguro e projetamos a quantidade de acidentes que terão direito à indenização, utilizando metodologia estatística capaz de captar padrões e adotada amplamente pelo mercado segurador. O que chama a atenção é que, mesmo no período de pandemia, o cenário do trânsito no país ainda é muito preocupante", afirma ela. Além disso, no levantamento, foi considerado o fato de que o beneficiário do Seguro DPVAT possui até três anos após o acidente para dar entrada no pedido de indenização. O estudo também leva em consideração variáveis externas como as políticas públicas de prevenção e educação no trânsito.

Sobre o Seguro DPVAT

O DPVAT é um seguro obrigatório de caráter social que protege os mais de 212 milhões de brasileiros em casos de acidentes de trânsito, sem apuração da culpa. Ele pode ser destinado a qualquer cidadão acidentado em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre, e oferece três tipos de coberturas: morte (valor de R$13.500), invalidez permanente (de R$135 a R$13.500) e reembolso de despesas médicas e suplementares (até R$2.700). A proteção é assegurada por um período de até três anos.


Institucional
25 Setembro 2020 11:18:00

Com 191 trabalhos inscritos, o Jornalismo Impresso mantém a tradição e figura como a categoria mais concorrida. Nove quesitos definem a classificação nessa área

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Consagrado como o maior concurso jornalístico de Santa Catarina e entre os maiores do país, o Prêmio Adjori/SC de Jornalismo - Troféu Luiz Henrique da Silveira registra nesta 21ª edição mais de 300 trabalhos inscritos com avaliação muito positiva pela equipe de jurados. São quatro diferentes comissões julgadoras, integradas por profissionais de reconhecida expertise em suas áreas de atuação, responsáveis pela definição dos melhores no Jornalismo Impresso, Jornalismo On-line, Publicidade & Propaganda e Área Acadêmica. No total, 32 jornais e 13 produções acadêmicas, de Graduação e Pós Graduação, disputam troféus e menções honrosas.

Jornalismo Impresso

A categoria Jornalismo Impresso, que deu origem ao concurso, é tradicionalmente a mais concorrida. São avaliadas e premiadas oito diferentes áreas da produção jornalística: Apresentação Gráfica, Caderno Temático, Charge/Ilustração, Coluna/Crônica, Editorial, Fotografia, Reportagem Livre e Reportagem Pautada. Os jornais concorrentes são avaliados, também, pelo Conjunto da Obra, cuja nota é somada às obtidas nos demais quesitos para definir a classificação na categoria Jornalismo Impresso. Ao todo, foram inscritos 191 trabalhos jornalísticos no segmento impresso nesta 21ª edição do Prêmio.

Publicidade & Propaganda:

Desde a quarta edição, o concurso jornalístico da Adjori/SC destaca os melhores trabalhos na área de Publicidade & Propaganda, visando estimular a criação publicitária nas redações e aproximar as agências de publicidade do mercado editorial interiorano. Com o passar dos anos, a categoria foi se ampliando e hoje premia Anúncio e Campanha elaborados pela equipe do jornal; Anúncio e Campanha criados por Agências. A classificação dos melhores nessa área é definida pela soma das notas obtidas nos quatro quesitos, veiculados em jornais associados. Ficam de fora anúncios e campanhas produzidos para os governos estadual e federal e suas autarquias. No total, 66 peças publicitárias concorrem a troféus nesta 21ª edição do Prêmio.

Jornalismo On-line

Com o avanço das mídias digitais, em 2006 o concurso jornalístico passou a premiar os melhores sites de jornais filiados à Associação e integrados à plataforma da Adjori/SC. Na 19ª edição do Prêmio, um novo item foi integrado à disputa: Reportagem Multimídia. O desempenho dos concorrentes nesses dois quesitos é que define a classificação no Jornalismo On-line. Nesta 21ª edição, 17 Sites e 15 Reportagens Multimídia, postadas nas respectivas redes sociais das empresas jornalísticas associadas, disputam premiação.

Área Acadêmica

Em 2010, o Prêmio AdjoriSC introduziu a categoria Área Acadêmica, abrindo a participação no concurso para produções textuais com temas relacionados à Comunicação e defendidos por acadêmicos ligados a jornais associados ou não. A partir da edição de 2018, a categoria Área Acadêmica passou a premiar, com troféu, um trabalho de Graduação e um trabalho de Pós-Graduação. Nesta 21ª edição, 13 produções acadêmicas, de seis diferentes instituições de ensino universitário, estão concorrendo à premiação. A qualidade das peças inscritas foi ressaltada pelo professor Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira, da Unochapecó. "Registro a maior qualificação dos trabalhos apresentados, em termos de variedade dos temas, aprofundamento das análises e embasamento teórico".

Comissão Julgadora - edição 2020

Jornalismo impresso

Profissionais de Imprensa

Adriana Maria Fernandes - Fecomércio SC

Antonio Mafalda - Mafalda Press

Celso Vicenzi - Sicoob

Ivonei Fazzioni- Fiesc

Leonardo Estrella - SCGÁS

Letícia Póvoas - Fecam

Marco Aurélio Gomes - Acaert

Marcos Bedin - MB Comunicação

Moacir Loth - articulista

Plínio Bordin - Foto Arte

Ricardo Stefanelli - Casan

Rogério Martorano - colunista

Sandra Werle - Letra Editorial

Sara Caprário - Letra Editorial

Sílvia Chioca - Facisc

Willian Máximo - consultor

Professores de instituições de ensino superior

Clóvis Geyer - UFSC

Israel Braglia - UFSC

Gabriela Mager - UDESC

Laudelino Sardá - UNISUL

Luciano de Castro - UFSC

Maria Elisa Máximo - Bom Jesus/IELUSC

Marli Vitali - SACT

Maríia Matos Gonçalves - UFSC

Raquel Wandelli - UFSC

Roberto Forlin - UNISUL

Sílvio Melatti - Bom Jesus/IELUSC

Vera Lúcia Sommer - UNIVALI

Vicente Concílio - UDESC

Publicidade & Propaganda

Professores e Profissionais da área

André Luiz Vailati - UNIVALI

Carlos Stegemann - Palavra Comunicação

Deborah Sabatini Silva - BRDE

Fernando Pereira Oliveira - Produtora 30 Por Segundo

Geovana Cristina Pavei - UNIVALI

Jailson José de Sá - Portal Acontecendo Aqui

Jana Mafalda - Mafalda Press

Júlio Pimentel - consultor publicitário

Lúcia Helena Vieira - Assembleia Legislativa de SC

Mateus Vilela - UNISUL

Mauro Fucilini - UNISUL

Paulo Scarduelli - Scarduelli Comunicação

Jornalismo On-line

Professores e Profissionais da área

Alexandre Lenzi - UFSC

Eumar Silva - IBES

Helena Cerquis - UNISUL

Marcelo Barcelos - UFSC

Vanessa Pedro - UNISUL

Wagner Luís Bee - consultor

Área Acadêmica

Professores-mestres, doutores

Carlos Praxedes - UNIVALI

Giovanna Benedetto Flores - UNISUL

Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira - UNOCHAPECÓ

Lize Búrigo - SATC

Paulo Ivo Koehntopp - ACAFE

Regina Zandomênico - ESTÁCIO


Pandemia
25 Setembro 2020 08:08:00

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O Governo do Estado publicou novas portarias que estabelecem regramentos sanitários para ambientes culturais em Santa Catarina, como cinemas, teatros e bibliotecas. As portarias 737 e 738 autorizam a retomada gradual de espaços de cultura, de acordo com a Avaliação de Risco Potencial de cada região.

A portaria 737 estabelece que cinemas e teatros terão o acesso controlado, públicos ou privados, e que todos os envolvidos participantes, trabalhadores e organizadores são obrigados a usar máscaras durante o período de permanência nos estabelecimentos. Igualmente, a portaria determina distanciamento de 1,5m entre as pessoas, a aferição de temperatura corporal e higienização de todos os ambientes.

Os cinemas e teatros em regiões com Risco Potencial Moderado (representado pela cor azul na Avaliação de Risco Potencial) precisam, ainda, providenciar bloqueio de duas poltronas laterais de cada lado das poltronas ocupadas ou distanciamento de 1,5m. No caso de poltronas em salas VIPs, o bloqueio deverá ser de uma poltrona para cada lado, além de priorizar a ocupação de lugares desencontrados. A entrada dos espectadores deverão respeitar a ordem de fila e de lugar, iniciando no sentido do lugar mais afastado da entrada.

Em caso de Região de Risco Potencial Alto (cor amarela), o funcionamento dos estabelecimentos fica condicionado em até 50% da capacidade de lotação.

Fica proibido o funcionamento de cinemas e teatros nas localidades com Risco Potencial Grave (laranja) ou Gravíssimo (vermelha).

Bibliotecas

Na portaria que cria regramentos para as bibliotecas, o funcionamento também é controlado e fica condicionada ao cumprimento das medidas estipuladas. As bibliotecas nas regiões de Saúde com Risco Moderado (cor azul) devem eliminar pontos de concentração, organizar a disposição dos locais de trabalho, diminuir mesas e cadeiras, encaminhar materiais recebidos/devolvidos à quarentena e fica proibido o acesso direto ao acervo pelo usuário - sendo necessária a solicitação aos trabalhadores da biblioteca. Nas regiões com Risco Alto (cor amarela), o funcionamento dos estabelecimentos fica condicionado em 1/3 da capacidade de lotação, incluindo trabalhadores. Igual aos cinemas e teatros, as bibliotecas ficam proibidas de funcionar em regiões com Risco Potencial Grave (cor laranja) ou Gravíssimo (cor vermelha).


Poder
24 Setembro 2020 17:30:00

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Nesta sexta-feira (25), às 10h, o tribunal misto que avaliará o pedido de impeachment contra o governador Carlos Moisés da Silva e a vice Daniela Reinehr será oficialmente instalado e irá realizar sua primeira sessão. Esta reunião inicial obedece o prazo limite de cinco dias úteis contado da notificação do caso pela Assembleia Legislativa de SC (Alesc), realizada na última sexta-feira (18).

Durante a sessão será realizada a escolha do relator e definido o roteiro de trabalho. O relatório deve ser elaborado e votado em até 10 dias úteis - prazo que se encerraria em 9 de outubro.

O parecer indicará pelo acatamento, ou não, da denúncia e precisa de seis votos - maioria simples - para ser aprovado. Caso admita a denúncia, Moisés e Daniela são afastados do cargo e o presidente da Alesc, deputado Julio Garcia (PSD), assume o Executivo.

O tribunal será presidido pelo presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, desembargador Ricardo Roesler, que votará em caso de empate. O colegiado volta a julgar o caso para a decisão final. Para cassar Moisés e Daniela, são necessários sete votos - maioria absoluta - em um prazo de até 180 dias.

Membros do tribunal:

Deputados

Sargento Lima (PSL)
Luiz Fernando Vampiro (MDB)
Mauricio Eskudlark (PL)
Kennedy Nunes (PSD)
Laércio Schuster (PSB)
Desembargadores
Cláudia Lambert de Faria
Rubens Schulz
Sérgio Antônio Rizelo
Carlos Alberto Civinski
Luiz Felipe Siegert Schuch


Cultura
24 Setembro 2020 13:37:00

Ivone Grützmacher botou o antigo utensílio em uso novamente

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Hoje a manteiga é comprada em supermercados, padarias e feiras. Você pode escolher a marca que quiser, com ou sem sal, de qual formato preferir. Mas, antigamente, uma forma simples e muito utilizada pelos colonos era bater a nata até chegar ao ponto de manteiga. Por muitas vezes, o Butterfaß era o utensílio principal para chegar a esse objetivo.

Infelizmente, com o tempo, essa ferramenta caiu em desuso. Além disso, são poucas as famílias que ainda utilizam o leite da vaca para fazer produtos coloniais, como queijinho, Kochkäse, manteiga, etc. Ivone Grützmacher, de 67 anos, é uma das poucas que mantém essa tradição.

Ivone é aposentada e adora se aventurar na cozinha. Toda semana, ordenha o leite das vacas e, com ele, faz diversas delícias caseiras, entre elas a manteiga. Porém, o resultado alcançado por ela não estava sendo satisfatório. "Eu ficava a tarde toda mexendo e, às vezes, não dava manteiga, então deixava de lado. No outro dia, quando eu ia mexer, a nata já não estava boa", conta.

Pensando em uma solução, Ivone lembrou que ainda tinha o Butterfaß guardado em casa, e pediu a ajuda da filha e do genro para botá-lo em uso novamente. Como era feito de cerâmica, a parte de baixo estava intacta. O mesmo não se pode dizer da parte superior, conhecida como buterstam, que era feita de madeira e, por causa dos cupins, estava degradada.

Para resolver o problema, o genro de Ivone, Ditmar Timm, se propôs a refazer. Como a anterior não serviu de modelo, foram vários testes até chegar ao resultado final aprovado pela sogra. "Fui me baseando por dentro da tampa, que entra no Butterfaß. Peguei a medida, cortei e deu certo", diz ele.

Agora, em menos de 10 minutos sai uma nova leva de manteiga caseira. Depois de repetir a tarefa três vezes, portanto cerca de 30 minutos, Ivone obtém a mesma quantidade de manteiga que levava a tarde toda para produzir.

O processo começa coando o leite, ordenhado das vacas que possuem na propriedade. Em seguida, é deixado em uma bacia para coalhar. Com uma colher, Ivone tira a nata de cima e deixa na geladeira até chegar à quantidade necessária para fazer a manteiga.

Depois, o passo a passo se torna mais simples. Ivone coloca a nata no Butterfaß e bate até chegar à consistência necessária. "A gente sente. Primeiro é bem molinho e, ao endurecer, a nata vai subindo. Eu coloco água para descer e facilita para a manteiga se juntar. Bato até sentir que está pesado", conta Ivone.

Depois basta despejar em um recipiente, juntar a manteiga, tirar o excesso do leite, conhecido como por buttermilch e adicionar água para ficar uma manteiga pura. Em seguida chega a hora de embalar em sacos plásticos e congelar.

A filha de Ivone, Dagmar Grützmacher Timm, a ajudou desde o começo. Feliz pela ideia ter dado certo, postou no Facebook um vídeo da mãe realizando o processo.

Ela diz ter ficado surpresa com os comentários no post em que muitas pessoas disseram guardar o Butterfaß, mas usam como decoração e não na prática, como era antigamente. "Legal que ela resgatou essa fase de ter produtos naturais para a nossa mesa, como bolachinhas, bolos, pães, que são feitos com a manteiga caseira", diz Dagmar sobre a iniciativa da mãe.

Além disso, ela comenta que muitas pessoas relembraram da infância. "Vivemos um dia a dia tão corrido que nos esquecemos de largar nosso celular e lembrar que podemos produzir nossas próprias delícias em casa, com mais qualidade e sabor", finaliza a filha.



Apae
24 Setembro 2020 13:32:00

CAESP Egon Kühn (APAE)

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Atendimento Educacional Especializado

Professora Juliane Michelli Frotscher

Segundo a Política Nacional de Educação Especial, considera-se público-alvo da Educação Especial os alunos com deficiência intelectual e/ou múltiplas, Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) e altas habilidades/superdotação.

O Atendimento Educacional Especializado segue os fundamentos da Política Nacional de Educação, na perspectiva da Educação Inclusiva (2008). Seu objetivo é complementar e suplementar o currículo escolar, em que os alunos estão inseridos. O AEE é um conjunto de atividades, recursos pedagógicos e de acessibilidade prestados aos alunos que são público alvo da Educação Especial. Essa concepção possibilita identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e metodologias que permitam, de alguma forma, eliminar barreiras para a plena participação no processo formativo dos alunos da Educação Especial. Esse atendimento complementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela. Na APAE de Pomerode temos duas turmas de Atendimento Educacional Especializado (AEE), uma turma matutina e outra vespertina.

Como propostas a serem trabalhadas temos as seguintes Áreas:

? Ocupacional;

? Doméstica;

? Comunitária;

? Escolar e de Autogestão.

Temos liberdade para trabalhar de acordo com a necessidade de cada aluno, através de atividades lúdicas que levam em consideração as dificuldades de cada um, entendendo que as adaptações curriculares devem contemplar as diferenças e as diversidades. Proporcionamos recursos pedagógicos e de acessibilidade de forma que os alunos sintam-se incluídos e parte da sociedade. Se faz importante que esse aluno compreenda o mundo que o cerca, disponibilizando também a possibilidade de convivência social. 


Novos sonhos
24 Setembro 2020 13:23:00

Marciana Seiler Piske conta como o Vôlei Sentado está transformando sua vida

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Sonhar novos projetos, descobrir novas habilidades e a força para evoluir sempre mais. São esses alguns dos benefícios que Marciana Seiler Piske, de 36 anos, está descobrindo em uma nova modalidade esportiva, o Vôlei Sentado.

Ser uma pessoa fisicamente ativa fez toda a diferença na vida dela, inclusive em um dos momentos mais desafiadores de sua vida. Em abril de 2015 ela sofreu um grave acidente na SC-421, em Pomerode, e teve uma das pernas amputadas. "Como eu praticava atividade física antes do acidente, minha recuperação foi muito mais rápida", conta. Logo após colocar a prótese, Marciana voltou para a academia e logo depois começou a dançar zumba.

Já o esporte coletivo não fazia parte da vida dela desde a adolescência, quando jogava vôlei pela Karsten. Isso mudou graças à insistência de Anderson Ronchi, atual treinador de Marciana. "Ele fez vários convites para que eu realizasse um teste". As respostas iniciais foram: não. Mas aos pouco ela cedeu à ideia. "Conversei com meu marido sobre isso. De que tinha o desejo de tentar para descobrir se gostava ou não". E a experiência não poderia ter sido melhor, mesmo com as dores musculares pós-treino, Marciana se apaixonou perdidamente pela modalidade. "É preciso ter muita força para fazer as jogadas. Quem já praticou o vôlei convencional sente bastante essa diferença", conta.

Arquivo pessoal/Descoberta: Marciana deu uma chance à modalidade e se apaixonou logo nos primeiros treinos.

Ela explica que o Vôlei Sentado tem praticamente as mesmas regras da modalidade convencional, com apenas duas grandes diferenças: como o próprio nome já diz, os atletas precisam estar sentados, no momento em que golpeia a bola os glúteos precisam estar no chão (no momento do deslocamento pela quadra, uma leve tirada dos glúteos do chão não é considerada infração). Além disso, o tamanho da quadra e a altura da rede são diferentes.

Aprender todas as regras, a forma de golpear a bola, o deslocamento, o ponto certo do saque têm trazido à Marciana muito mais do que uma nova atividade física. "O Vôlei Sentado me trouxe sonhos, novas perspectivas. Tenho agora o desejo de competir nesse esporte, aprender com minhas companheiras de time, disputar grandes competições. O que mais me encantou foi o fato de que cada um de nós tem uma dificuldade diferente, mas nos apoiamos mutuamente e aprendemos um com o outro", ressalta.

Além de realizar atividades específicas para a modalidade na academia, Marciana treina duas vezes por semana no time da Apesblu (Associação do Paradesporto de Blumenau). Os professores são remunerados pela Prefeitura de Blumenau, através da Secretaria de Educação, e os materiais utilizados nos treinos são custeados pela Apesblu. A cidade se tornou agora centro de referência para o esporte paraolímpico catarinense. "O projeto da modalidade de Vôlei Sentado iniciou nesse ano. Por enquanto, seis atletas compõem a equipe". O objetivo é conquistar a filiação à Confederação Brasileira de Vôlei para Deficientes (CBVD) e começar a participar de competições no próximo ano.

"Essa modalidade não é só para amputados, é para quem tem outras dificuldades de mobilidade também. Eu convido a quem deseja conhecer mais sobre o esporte, que venha fazer um teste e se permita tentar antes de decidir que não vai gostar. Você só vai descobrir isso na prática", finaliza Marciana.






Pandemia
24 Setembro 2020 10:42:00

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Boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES) divulgado nesta quinta-feira (24) aponta que Santa Catarina não tem nenhuma região com risco gravíssimo de Covid-19. A única mudança em relação à semana passada foi a saída da região Nordeste de gravíssima (vermelho) para grave (laranja). Todas as outras regiões estão no mesmo patamar.

Com a atualização, são 15 regiões em situação considerada grave (laranja) e uma em situação de risco considerada alta (amarelo). O boletim ilustra uma redução da doença nas últimas semanas e exemplifica a mudança de regramento promovida pela SES.

O Estado tem zero regiões em risco gravíssimo pela primeira vez desde o início da divulgação da avaliação de risco. No pico da pandemia, em julho e início de agosto, chegou a ter 15 das 16 regiões classificadas no vermelho.

Para evitar novas restrições, a SES também mudou as liberações previstas para cada cor, com mais abertura de funcionamento das atividades. A pasta anunciou, por exemplo, a permissão para eventos e cultos religiosos


Coronavírus em SC
23 Setembro 2020 14:17:00

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O Governo do Estado conquistou a habilitação de 25 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para tratamento de adultos com Covid-19. Foram habilitados cinco leitos no Hospital de Caridade, em Florianópolis; 10 no Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages; cinco no Santo Antônio, em Blumenau, e outros cinco no Instituto de Cardiologia, em São José. A medida consta na portaria do Ministério da Saúde nº 2.530, de 22 de setembro de 2020.

Os 25 novos leitos serão habilitados pelo período de 90 dias, podendo ser prorrogados a cada 30 dias, dependendo da situação de emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do novo Coronavírus. As habilitações poderão ser encerradas, a qualquer tempo, caso seja finalizada a situação de emergência de saúde pública.

No mesmo dia, foram prorrogadas as habilitações de 10 leitos de UTI no Hospital Florianópolis (portaria nº 2.534 GM/MS) por um período de 30 dias.

As portarias estabelecem recursos financeiros do Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde - Grupo Coronavírus (COVID 19), a serem disponibilizados aos municípios e estados, em parcela única. Para os novos leitos, será repassado um total de R$ 3,6 milhões.



Blumenau
23 Setembro 2020 13:36:00

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A 1ª Delegacia da Polícia Civil em Blumenau terá nova sede. A unidade policial vai ocupar um prédio próprio do Estado, localizado na Rua XV de Novembro, 1415, no Centro, que era usado pela antiga exatoria estadual.

A solicitação de uso foi feita pela Polícia Civil e o ato de transferência do imóvel à instituição policial foi publicado no Diário Oficial de segunda-feira, 21, pela Secretaria de Estado da Administração. Agora, o espaço deverá passar por reformas e adaptações necessárias antes de receber a estrutura da Polícia Civil.

A 1ª DP de Blumenau fica na Rua Pandiá Calógenas, no Centro, há mais de 30 anos, em prédio antigo e considerado atualmente inadequado para o atendimento ao público e às atividades policiais.

DPCAMI também terá novo endereço

Esta semana, a Polícia Civil também definiu que a Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) de Blumenau vai ganhar novas instalações. A unidade policial será transferida para um prédio locado na Rua Dr. Sappelt, quase na esquina com a Rua Paraíba, no bairro Victor Konder, próximo ao Centro.

Com isso, a DPCAMI sairá da atual sede, na Rua Jacob Brueckhemeir, no bairro Velha, considerada inadequada para o atendimento, sem espaço físico adequado e acessibilidade. Já o novo prédio deverá contar com acessibilidade e terá salas adequadas para o atendimento das vítimas. O contrato de locação com o proprietário foi assinado na semana passada.


Projeto
23 Setembro 2020 11:26:00

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Santa Catarina foi incluída no mapa do Monitor de Secas, processo de acompanhamento mensal da situação de seca no Brasil, que traz informações e comparativos sobre a evolução de curto e longo prazo. No Estado, o projeto é desenvolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), por meio da Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema), em parceria com a Epagri/Ciram, tendo a coordenação da Agência Nacional de Águas (ANA).

No documento atualizado recentemente, referente ao mês de agosto, Santa Catarina apresenta um volume de chuvas que varia de normal a ligeiramente abaixo da média. No centro-oeste do Estado, o cenário é de seca moderada com impactos de longo prazo e, no leste, seca grave com impactos de curto e longo prazo.

O mapa monitor apresentou ainda que os valores climatológicos de precipitação totais mensais em Santa Catarina ficaram acima de 150 mm, exceto no extremo sul e serra catarinense. As anomalias negativas mais expressivas foram registradas no sul do estado catarinense.

"O Monitor de Secas, além de ser mais uma ferramenta de monitoramento importante para visualizarmos como vai estar a situação hidrológica, meteorológica e agrícola no Estado, também é um meio de informação que a gente terá para a construção de um histórico de eventos, impactos e severidade da seca. Com ele vamos criar um histórico ao longo dos meses e anos, que facilitará a execução de políticas públicas de combate à seca, quando necessário", destaca o secretário da Sema, Celso Albuquerque.

Em solo brasileiro, o monitoramento está presente em cinco regiões e conta com 19 Unidades da Federação participantes. Outras informações podem ser acessados em monitordesecas.ana.gov.br ou pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível para dispositivos móveis com sistemas Android e iOS.

O projeto

O Monitor de Secas entrou em operação no Brasil em julho de 2014, baseado no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação do mapa final. A metodologia utilizada no processo faz com que o mapa do Monitor indique uma seca relativa, ou seja, as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região, calculadas a partir de dados hidro meteorológicos.

Monitor de Secas é coordenado pela Agência Nacional de Águas (ANA) desde 2017, com o apoio da Funceme, e desenvolvido conjuntamente com diversas instituições estaduais e federais ligadas às áreas de clima e recursos hídricos, que atuam na autoria e validação dos mapas.


23 Setembro 2020 10:48:00

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Pesquisa Pnad Covid divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (23) mostrou que a taxa de desocupação em Santa Catarina caiu de 8,4%, em julho, para 8,2%, em agosto. O estudo aponta que, no período, a massa de trabalhadores desocupados encolheu 2,2% - passou de 312 mil pessoas para 305 mil.

O índice de desocupação atingiu o melhor resultado dos últimos três meses. O pico foi registrado em junho, com 8,6%. Em julho, caiu para 8,4%, e em agosto, 8,2%. Em maio, o percentual era de 8%.

A redução da desocupação coincide com o aumento da informalidade. Segundo o IBGE, a massa de trabalhadores informais subiu de 677 mil para 691 mil na passagem mensal, crescimento de 2%.

A pesquisa mostrou estabilidade no número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado - de 1,615 milhão para 1,614 milhão. Já os trabalhadores sem carteira assinada passaram de 174 mil para 182 mil.

Panorama

O índice catarinense de desocupação é o melhor do país. Na sequência estão Rondônia (9%) e Rio Grande do Sul (9,9%). Os piores índices foram registrados no Maranhão (18,1%), Bahia (18,1%), e Amazonas (17,9%).

Além disso, Santa Catarina teve o quinto maior rendimento médio por trabalhador ocupado. A lista é liderada pelo Distrito Federal (R$ 3,8 mil), São Paulo (R$ 2,6 mil), Rio de Janeiro (R$ 2,5 mil), Paraná (R$ 2,3 mil), e Santa Catarina (R$ 2,2 mil).

O Estado também seguiu com a menor taxa de recebimento do auxílio emergencial pago pelo governo federal. Segundo o IBGE, 24,8% dos domicílios tiveram pelo menos um morador beneficiado com o programa. Isso representa 620 mil domicílios. A média brasileira foi de 43,9%.

Logo atrás de Santa Catarina, estão Rio do Grande do Sul (29,2%) e Distrito Federal (33,6%). O maior percentual de domicílios que receberam auxílio foram Amapá (71,4%), Maranhão (65,5%), e Pará (64,5%). 


IBM
23 Setembro 2020 10:14:00

Atendimento online usa inteligência artificial para fazer triagem e responder perguntas sobre a COVID-19;

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A Prefeitura de Blumenau, a partir de uma parceria com empresários do município, implementou um serviço de teleatendimento para orientar a população em relação à COVID-19. O serviço DoktorLive foi desenvolvido pelas empresas locais de tecnologia Ezok e Lector, e usa recursos de Inteligência Artificial, baseados em IBM Watson Assistant, para fornecer aos usuários respostas imediatas às perguntas comuns relacionadas ao novo coronavírus e também para ajudar na identificação rápida de casos que possam necessitar de atendimento médico presencial. O serviço de esclarecimento de dúvidas funciona 24 horas e o encaminhamento para atendimento online médico e psicológico funciona via Whatsapp pelo número (48) 4042-0330, das 7h às 19h, e em cerca de quatro meses já atendeu mais de 18 mil pessoas em Blumenau (SC).  

Blumenau adotou a ferramenta DoktorLive com o objetivo de descentralizar o atendimento das unidades de saúde, evitar aglomerações e circulação de pessoas sem necessidade. Com a teleorientação, é possível nortear os pacientes sem que eles precisem sair de casa. Ao utilizar o serviço, o cidadão que apresenta sintomas ou tem dúvidas sobre a COVID-19 passa por uma triagem realizada por um assistente virtual, treinado diariamente de acordo com informações oficiais e atualizadas relacionadas aos tratamentos e sintomas do vírus. O sistema foi treinado por especialistas técnicos da Ezok, além de médicos que prestam atendimentos ao sistema de saúde do município.

Por meio de perguntas simples, o atendimento é capaz de identificar e encaminhar para a consulta médica os casos suspeitos para serem atendidos por um médico por vídeo, chat ou chamada de áudio. O sistema também interage com os usuários em linguagem natural para prover respostas automatizadas a perguntas frequentes sobre sintomas, recomendações de saúde e higiene, orientações sobre os serviços municipais e outras dúvidas relacionadas à COVID-19.

"Na IBM, estamos trabalhando com empresas e governos em todo o País para ajudá-los a emergir ainda mais fortes deste momento. Para nós é um grande prazer colaborar com a Ezok com tecnologia de IA para que eles pudessem atuar junto à Prefeitura de Blumenau no auxílio à população e também aos profissionais que estão na linha de frente, ajudando a agilizar o atendimento, otimizar os recursos e unir forças entre vários papéis de nossa sociedade", afirma Rodrigo Nunes, Diretor da IBM Brasil para a Regional Sul.

De acordo com Henrique Bilbao, CEO da Ezok, 'O Doktor Live possibilita e incentiva o isolamento social, evitando a exposição de médicos e pacientes, além de reduzir a sobrecarga do sistema hospitalar", afirma. "A plataforma também traz informações corretas e todos os cuidados necessários contra a COVID-19, oferecendo à população acesso a informações confiáveis".

Sobre a IBM

Somos uma empresa de pessoas que estão transformando o mundo em um lugar melhor para todos, cocriando o futuro das empresas, governos e da sociedade por meio do forte investimento em pesquisa, pelo uso da inteligência artificial e tecnologias disruptivas. Há mais de 100 anos no País, temos impactado a vida de milhões de brasileiros, sempre colocando em primeiro lugar a transparência, segurança, privacidade e confiança dos dados. Nossa missão é ser protagonista da reinvenção digital das empresas e da sociedade e, para isso, democratizamos o acesso às mais importantes tecnologias, com Watson, blockchain, segurança e IoT, disponíveis na nuvem.



Recorde
23 Setembro 2020 08:28:00

Mais de 85% de todas as transações foram digitais, segundo a entidade

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Em agosto, o Sicoob registrou mais de 506 milhões de transações, um recorde na história do sistema, e o que mais chama a atenção é que os canais digitais auxiliaram - e muito - esse crescimento. De acordo com a entidade, mais de 85% dessas transações foram realizadas via App Sicoob ou internet banking.  

De acordo com Antônio Vilaça Júnior, Diretor de tecnologia do Sicoob, os números provam que as novas ferramentas das cooperativas, focadas em facilitar o cotidiano dos cooperados de todo o Brasil, são realmente efetivas. "A transformação digital tem sido potencializada no Sicoob, principalmente durante a pandemia. Foram lançadas diversas soluções para possibilitar o acesso aos canais digitais e a realização de transações pelos cooperados sem a necessidade de deslocamento às agências físicas", explica.

Além dos serviços tradicionais de pagamentos de convênios e títulos, transferências, consultas de saldos e extratos dos produtos, depósitos de cheques pelo celular, pagamento e antecipação de parcelas de crédito, nos canais digitais do Sicoob é possível realizar investimentos, solicitar um cartão virtual para utilização no e-commerce, gerar links de pagamentos, contratar crédito, financiar de veículos, consórcios, seguros e previdência.

Entre as soluções criadas no App Sicoob, destaca-se a funcionalidade que permite o cadastro ou troca de senhas e a liberação de novos dispositivos para acesso aos canais digitais, de forma totalmente remota. Para isso, são utilizados recursos de inteligência artificial, como o reconhecimento facial com prova de vida e MFA - Múltiplos Fatores de Autenticação - com a positivação de dados/informações dos cooperados e envio de SMS para confirmação.

Vilaça destaca que esse serviço possibilitou a habilitação de mais de um milhão de novos dispositivos para acesso aos canais digitais no período de março a julho deste ano. "Sem dúvida é mais uma comodidade e também proteção aos nossos mais de 4,8 milhões de cooperados durante este período de pandemia, pois permite o acesso e realização das transações no próprio ambiente do cooperado, com conveniência e comodidade, e evita o deslocamento físico".

Outra solução que tem feito muito sucesso entre os cooperados é o aplicativo App Sicoob Moob. "Como o nosso cooperado está cada vez mais digital, vimos a necessidade de criar uma solução que possibilite à cooperativa manter o relacionamento ativo, mesmo durante esse período de pandemia", comenta Vilaça.

A ferramenta permite que os cooperados estejam antenados com as informações das cooperativas, participem de eventos e reuniões virtuais, assembleias de prestação de contas votando em temas de seu interesse, participam da comunidade de negócios, uma espécie de marketplace onde os cooperados anunciam seus produtos, feirões virtuais com ofertas de produtos e serviços pelos parceiros, além da realização de cursos do Sicoob Universidade o que inclui a educação financeira.

O Sicoob Moob já conta com mais de 120 mil usuários ativos e mais de 4 mil produtos anunciados. Somente este ano, possibilitou a realização de mais de 300 assembleias virtuais.

Sobre o?Sicoob?-?O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil,?Sicoob, possui 4,8?milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390?cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do?Sicoob?(Sicoob?Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços?especializados para cooperativas financeiras. A rede?Sicoob?é a?quarta?maior?entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3,4?mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária,?adquirência?de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras.?Mais informações acesse:?www.sicoob.com.br.



Pandemia
22 Setembro 2020 16:06:00

Confira as informações do Boletim divulgado nessa terça-feira

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Pomerode confirmou hoje, dia 22, cinco novos casos ativos de Covid-19. São quatro homens e uma mulher:  

- Homens - 01 - (20 a 29 anos) - 01 - (40 a 49 anos) - 01 - (70 a 79 anos) - 01 - (80 a 89 anos)

- Mulheres - 01 - (70 a 79 anos)

A cidade também confirmou mais um recuperado da doença e, com isso, possui oito casos positivos ativos. Destes, dois pacientes estão internados na UTI, em Timbó.

Central de Atendimento Covid-19: 3387-7646, 3387-7647 e 3387-7649. Atendimento de segunda a sexta-feira, das 07h30min às 17h.



22 Setembro 2020 08:33:00

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A utilização e a comercialização do Paraquat, que é um dos princípios ativos mais utilizados no Brasil e compõe a formulação de alguns agrotóxicos utilizados no controle de plantas daninhas e no manejo do plantio direto, está proibido no Brasil a partir do dia 22 de setembro. A determinação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em Santa Catarina, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), através da Divisão de Fiscalização de Insumos Agrícolas (Difia), fará a fiscalização do comércio, da prescrição e do uso desses produtos. Caso constatado irregularidades e descumprimentos das normas, a empresa ou pessoa física pode responder administrativamente pelo seus atos. Além disso, a Companhia comunicará ao fabricante para que ele faça o recolhimento e a destinação correta.

A reavaliação toxicológica do paraquat foi determinada em 2008 pela Anvisa e finalizada em 2017, onde a agência publicou as Resoluções de Diretoria Colegiada (RDC) n° 177 e 190 de 2017, que "dispõe sobre a proibição do ingrediente ativo Paraquat em produtos agrotóxicos no país e sobre as medidas transitórias de mitigação de riscos".

O engenheiro agrônomo e gestor da Divisão de Fiscalização de Insumos Agrícolas da Cidasc, Matheus Mazon Fraga, destaca que o princípio ativo paraquat estava entre os 5 ingredientes ativos mais utilizados em nosso estado. Sendo que seu uso no controle de plantas daninhas, no manejo do plantio direto e na dessecação pré colheita são os mais comuns. O herbicida é utilizado em culturas como soja, milho, trigo, batata, maçã e arroz.

"Apesar de ser importante no manejo técnico das culturas, o risco que impõe aos trabalhadores não pode ser desconsiderado, principalmente o que foi apontado pela Anvisa quanto às características mutagênicas do mesmo, que choca-se com nossa legislação atual, que proíbe esse tipo de produto. Assim, é preciso que a cadeia produtiva (comerciantes, produtores e responsáveis técnicos) fiquem atentos e evitem prejuízos", disse.

Matheus ressalta, ainda, que a Anvisa vai discutir essa semana a possibilidade de permitir o uso dos produtos em posse dos agricultores nesta safra, mas que até segunda ordem a mesma está proibida. Lembra que o custo para recolhimento e destinação correta desses produtos recai única e exclusivamente aos fabricantes, que têm prazo para recolher os produtos nos canais de comercialização, e também nas propriedades rurais.

Para mais informações sobre o assunto e como proceder a correta destinação desses produtos acesse o Comunicado Técnico. A Cidasc disponibiliza, ainda, os canais de comunicação do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal e da Divisão de Fiscalização de Insumos Agrícolas, pelo telefone 0800 644 6510, WhatsApp (48) 3665-7300, bem como o e-mail: dedev@cidasc.sc.gov.br.

Fonte: Divisão de Fiscalização de Insumos Agrícola da Cidasc


Logística
21 Setembro 2020 16:26:00

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Nesta segunda-feira (21) a Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de SC (Fetrancesc) realizou uma conferência online para apresentar os impactos dos congestionamentos da BR-101 no setor. Segundo um estudo encomendado pela Federação, no trecho de 298 km entre Criciúma e Navegantes a velocidade média dos veículos na rodovia é de 39 km/h, menos da metade dos 90 km/h permitidos.

Para trafegar por esse trecho com essa velocidade média, o motorista precisaria de oito horas e 49 minutos, o que representa quatro horas a mais do que o ideal. Para as empresas, isso representa um aumento de custo de 30%. A redução na velocidade média também acarreta no aumento do número de veículos na rodovia, já que impossibilita que os caminhões possam fazer diversas viagens ao longo do dia.

"O problema nas rodovias catarinenses é grave. Ele traz prejuízos não só para o setor mas também para a sociedade. Os congestionamentos aumentam em 13% o custo do frete para o consumidor final, além do custo imensurável do tempo de quem fica preso nos engarrafamentos", destacou o presidente da Fetrancesc, Ari Rabaiolli.

Outro ponto destacado pelo estudo é a alta nos custos de combustível causados pelos congestionamentos, que cresce em 10%. Além dos custos para as empresas, o aumento no consumo de diesel também ocasiona impacto socioambientais.

"O caminhão foi projetado para rodar numa velocidade acima do que ele está operando, com isso ele acaba consumindo mais. Assim, mesmo que as empresas se preocupem em adquirir uma frota mais moderna para reduzir os impactos, ele ainda vai ser grande. A gente estima que seria necessário plantar 100 árvores para cada caminhão rodando para compensar a emissão extra de poluentes", destacou o pesquisador e responsável pelo estudo, Gean Carlos Fermino.

Segundo o presidente da Fetrancesc, o objetivo é levar o estudo para a Frente Parlamentar Catarinense em busca de soluções para os gargalos na rodovia. Rabaiolli também mostrou preocupação com a judicialização do contorno viário de Florianópolis.

"Isso pode atrasar ainda mais as obras de um dos trechos mais complicados para se trafegar na BR-101", completou.






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