Carreira

Nas quadras do mundo

08 Fevereiro 2019 11:09:00

Jéssica Suelen Dallmann fala sobre a carreira como jogadora de vôlei

Foto: Clóvis Eduardo Cuco
Tive experiências marcantes, agora estou conhecendo novos países, culturas, línguas diferentes e vivendo novos desafios

Ela começou, ainda adolescente, a participar da escolinha de vôlei que acontecia na Escola Olavo Bilac. Jéssica Suelen Dallmann, 27 anos, conta que desde criança era apaixonada por esportes, das mais variadas modalidades. "Meu pai sempre esteve envolvido no mundo dos esportes, era jogador de futebol e futsal, o que acabou me influenciando e também ao meu irmão".

Entre as modalidades que praticou, relembra com carinho do karatê e do futebol, mas reforça que foi o vôlei que a conquistou. "Comecei a treinar na Olavo Bilac em 2003/2004 e, logo em seguida, na Associação Desportiva Pomerana. Lá tive a oportunidade de me desenvolver como atleta e crescer no esporte", declara.

Em 2007, já como integrante do time adulto de Pomerode, Jéssica participou da Liga Nacional, o que garantiu acesso também para a Superliga. "É gratificante, o vôlei me proporcionou e continua me proporcionando coisas maravilhosas, que talvez sem ele eu não conseguiria. Tive experiências marcantes, agora estou conhecendo novos países, culturas, línguas diferentes e vivendo novos desafios", revela.

Atualmente, a atleta é jogadora do Istres Provence Volley, da França, mas já teve passagens em Nova Trento, Blumenau/Furb, Chapecó, Barueri (SP), São José dos Campos (SP), Rio do Sul, Valinhos (SP) e Cajasol Juvasa, em Sevilla, na Espanha. Ela expõe que, através do vôlei, já realizou muitos sonhos. "O primeiro deles foi jogar a Superliga Brasileira. Agora estou participando de outros campeonatos aqui na Europa, quero continuar conhecendo novos lugares e poder, de alguma forma, sempre dar orgulho para minha família".

Família e amigos que continuamente estão nos pensamentos de Jéssica. Na rotina entre treinos e campeonatos, a saudade de casa acaba sendo uma grande companheira. "Ao mesmo tempo que gosto do que faço, fico muito tempo longe de casa e a saudade acaba sendo um dos piores desafios. O restante, até um certo ponto é tranquilo, sou uma pessoa motivada por desafios".

E é esse desejo por novas conquistas que motivam a atleta todos os dias. "Gostaria de agradecer aos meus pais, Armin e Rosali, ao meu irmão Guilherme e minha família, por sempre me apoiarem, por torcerem e por me incentivarem. Sei que para eles também não é fácil ficar longe mas, mesmo assim, estão comigo e isso acaba dando mais força para seguir em frente", finaliza Jéssica.

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