Esporte

As realizações, mudanças e suores de um esportista

Vilmar Luis Boni conta sobre sua relação com a corrida

Foto: Arquivo pessoal
Estreia: Boni e Márcia na 2º Corrida do Fogo de Timbó.

O esporte muda a vida das pessoas. Com certeza você já ouviu isso ou algo parecido em determinado momento. A transformação ocorre tanto na saúde física quanto na mental. Dentre os benefícios está o combate à falta de sono, redução do estresse e ansiedade, melhora do humor e da concentração, sem contar os quilinhos a menos na balança.

Foram essas e muitas outras vantagens que levaram Vilmar Luis Boni, mais conhecido como Boni, de 59 anos, a enxergar no esporte uma nova chance para sua vida. Ele começou a praticar caminhadas com frequência há 21 anos, quando tinha 38. Naquele período, estava passando por uma separação matrimonial, tinha 20kg a mais e começou a mudar o estilo de vida que, segundo ele, era quase sedentário. "Descobri o incrível poder da prática esportiva e seus benefícios psicólogos e físicos extremamente positivos", conta.

As caminhadas se tornaram pequenas corridas, que evoluíram gradualmente para distâncias cada vez maiores. A estreia em provas oficiais aconteceu em 2008, na primeira edição da Meia Maratona de Pomerode. Naquele dia, participou da prova "rústica" de 5,8km, fazendo uma média de 3min e 41seg por quilômetro. Esse índice se transformou em um recorde, que só conseguiu ser batido 11 anos depois.

De lá para cá, Boni não parou mais de competir, realizando provas curtas e longas. "Subi ao lugar mais alto do pódio inúmeras vezes. Evoluí meus treinos para meias maratonas, participando de provas internacionais em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo", conta orgulhoso. Boni também teve a honra de participar da famosa Corrida Internacional de São Silvestre, na penúltima edição, em 2018.

Mas, não foi só na corrida e na caminhada que Boni descobriu a alegria do esporte. Atualmente o ciclismo também entrou nessa lista. Ele tenta alternar entre os três e procura fazer atividades todos os dias. "Eventualmente quando faço um treino leve de manhã também executo uma segunda modalidade esportiva à tarde", diz ele.

Com a chegada da pandemia, muitas pessoas deixaram de praticar atividades físicas. Mas, para ele, as rotinas de treinos permaneceram inalteradas. "Raramente passo um dia sem praticar atividade esportiva, porém aderi à utilização de máscara para proteção minha e de eventuais pessoas que encontro ao longo das ruas", comenta.

Para Boni, sua esposa, Márcia Frotzscher, tem extrema importância na manutenção da rotina de amor pelo esporte. "Além de ser minha incentivadora número um, acompanhou toda a minha trajetória de treinos e competições", diz ele. Foi com essa motivação que ele conseguiu leva-la para a 2º Corrida do Fogo de Timbó. Nesse dia, houve uma dupla estreia: a primeira prova oficial da Márcia e a primeira corrida noturna de Boni. "Agora ela não para mais", completa.

Os dois vivenciaram a mudança positiva que o esporte pode promover e, sempre que têm oportunidade, procuram incentivar novos atletas, independentemente da faixa etária. "O esporte é vida!", finaliza.

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