Mercado de Trabalho
21 Setembro 2020 10:57:00

Saiba quais setores estão com vagas em aberto

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O Sine Pomerode anunciou nessa segunda-feira, dia 21, que possui vagas em aberto. Confira abaixo a relação:  

 -Auxiliar de Produção;

-Auxiliar de Limpeza;

-Costureira;

-Auxiliar de Mecânico (Manutenção Automotiva);

-Mecânico (Manutenção Automotiva);

-Latoeiro;

-Operador de Máquina Refiladeira.

Mais informações podem ser obtidas através do fone 3387-7242 ou por email: pomerode@sine.sc.gov.br



Mercado Exterior
11 Setembro 2020 11:14:00

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Segundo dados divulgados pelo Ministério da Economia nesta semana, Santa Catarina faturou US$ 727 milhões com exportações em agosto. Este é o segundo maior valor do ano, atrás apenas de março, quando o Estado faturou US$ 731 milhões. Durante a pandemia, o pico negativo foi em junho, com US$ 614 milhões.

O resultado de agosto representa uma leve alta em relação aos US$ 723 milhões registrados em julho. Apesar do cenário praticamente estável na passagem mensal, o valor recebido com exportações ainda não chegou nos patamares observados em anos anteriores. Este é o pior agosto desde 2015.

A baixa nas exportações é puxada pelo enfraquecimento do mercado de frango, que, na comparação com agosto de 2019, teve queda de 33,3% no faturamento e de 15,5% no volume. As vendas ao mercado externo da avicultura catarinense têm sofrido neste ano com o fechamento de alguns países da Europa para o produto brasileiro e a redução nas compras de países asiáticos.

Por outro lado, a Ásia, especialmente a China, impulsionou as exportações de suínos. O faturamento com o comércio exterior do setor passou de US$ 65 milhões em agosto de 2019 para US$ 104 milhões em agosto desse ano, alta de 64%. Outro produto que registrou um crescimento importante nas exportações no período foi a soja, que passou de US$ 49 milhões para US$ 56 milhões.

Acumulado

De janeiro a agosto deste ano, Santa Catarina já faturou US$ 5,4 bilhões em exportações. O resultado representa uma queda de 11,5% em relação ao ano passado. Para o período, este foi o pior resultado do Estado desde 2016.

Assim como Santa Catarina, o Brasil também registrou uma diminuição no faturamento das exportações no período, passando de US$ 149,2 bilhões no ano passado para US$ 138,3 bilhões em 2020, uma queda de 7,4%.



Mercado
10 Setembro 2020 09:50:00

Setor manteve estabilidade após recuperação nos últimos dois meses

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O comércio varejista de Santa Catarina registrou leve queda em julho (-0,5%) na comparação com junho, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (10). O dado mostra uma estabilidade do setor após recuperação da crise em maio (+20,5%) e junho (+2,8%).

Na comparação com julho do ano passado, a variação é positiva em 12,2%. Os principais setores foram os de supermercados e hipermercados (+28,1%), móveis e eletrodomésticos (+26,5%), e artigos farmacêuticos, médicos, perfumaria e cosméticos (+10,5%).

Por outro lado, as vendas de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-42,3%), combustíveis e lubrificantes (-12,4%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-7,1%), e tecidos, vestuário e calçados (-3,7%) registraram retração.

No varejo ampliado, o setor de veículos, motocicletas, partes e peças teve uma redução de -6,5% na comparação com julho de 2019. Já os materiais de construção registram alta de 24,4%.

Em geral, a receita tem crescido acima do volume, segundo o IBGE. No acumulado do ano, por exemplo, o faturamento com as vendas do comércio varejista restrito cresceu 5,8%, contra 3,4% no volume. Nos últimos 12 meses a receita foi de 8,5%, contra volume de 6,3%.

Confiança

Segundo dado da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de SC (Fecomércio/SC), o índice de confiança do comerciante catarinense subiu pelo segundo mês consecutivo: o indicador passou de 68,9 pontos para 77,8 pontos, alta de 12,8%. O indicador, varia de 0 a 200, onde valores abaixo de 100 indicam pessimismo.

O principal fator para o pessimismo é a percepção pelos empresários das condições atuais, especialmente na economia. O indicador até subiu de 20 pontos para 23,4 pontos na passagem de julho para agosto, mas o resultado ainda representa um patamar negativo de 69,6% em relação ao ano passado.


Economia
09 Setembro 2020 09:50:00

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Em Santa Catarina, 3.778 oportunidades estão abertas nas agências do Sistema Nacional de emprego (Sine/SC), de acordo com levantamento da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), nesta terça-feira, 08.

Mesmo com atendimento presencial nas agências por agendamento, as vagas são divulgadas pela internet, no site empregabrasil.mte.gov.br. Os trabalhadores também podem procurar as ofertas de trabalho pelo aplicativo Sine Fácil.

O Oeste de Santa Catarina registra o maior número de oportunidades. Segundo o coordenador estadual do Sine, Ramon Fernandes, o número de vagas na região reflete, principalmente, o bom momento do agronegócio.

"O período em que o agronegócio vem vivendo nestes últimos meses, com aumento nas exportações, é um dos responsáveis pelos bons índices de emprego em municípios como São Miguel do Oeste, Chapecó, Concórdia, entre outros", comenta o profissional.

Fernandes salienta que ainda é baixa a procura dos catarinenses pelas vagas.

Confira as cidades com oportunidades:

Adalberto Luz 06

Araranguá 50

Balneário Camboriú 122

Blumenau 20

Brusque 14

Caçador 11

Camboriú 13

Campos Novos 77

Canoinhas 40

Capinzal 42

Chapecó 351

Cocal do Sul 02

Concórdia 298

Criciúma 112

Florianópolis 60

Forquilhinha 03

Fraiburgo 89

Garuva 24

Gaspar 93

Ibirama 02

Ituporanga 73

Içara 62

Imbituba 03

Indaial 65

Itajaí 79

Itapema 57

Jaguaruna 07

Jaraguá do Sul 107

Joaçaba 42

Joinville 125

Lages 18

Laguna 10

Mafra 42

Maravilha 12

Morro da Fumaça 21

Navegantes 01

Nova Veneza 12

Palmitos 02

Papanduva 04

Pomerode 30

Rio do Sul 48

Rio Negrinho 10

Rodeio 02

São Bento do Sul 118

São Francisco do Sul 04

São José 02

São Lourenço D'oeste 74

São Miguel do Oeste 865

Seara 05

Taió 18

Tijucas 69

Timbó 06

Tubarão 330

Turvo 01

Urussanga 36

Videira 03

Xanxerê 24


Economia
09 Setembro 2020 09:37:00

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A produção industrial de Santa Catarina cresceu 10,1% na passagem de junho para julho, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (9). O índice mostra um recuperação gradual do setor após a queda devido à pandemia. Em junho, a indústria já havia registrado avanço de 9,1% em relação a maio.

Na comparação com julho de 2019, a diferença é negativa em -4,9%. Os principais setores que registraram queda foram a confecção de artigos de vestuário e acessórios (-32,3%), fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (-31,8%), e metalurgia (-9,8%).

Em contrapartida, outros setores já demonstram desempenho positivo frente ao mesmo período do ano passado. A lista é puxada pela fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (+27,7%), fabricação de máquinas e equipamentos (+20,4%), e fabricação de produtos de metal (+8,1%).

Outros setores importantes da indústria catarinense também já registram índice superior a 2019. É o caso da fabricação de produtos alimentícios (+2,4%) e da fabricação de produtos têxteis (+2%).

Dos 12 setores pesquisados dentro da indústria da transformação, seis estão com índice positivo e seis com índice negativo.

Já no acumulado do ano, de janeiro a julho, a indústria catarinense registra retração de -13,4%. Nos últimos 12 meses, a variação é de -7,9%.

Santa Catarina (+10,1%) cresceu mais em julho do que a média nacional (+8%). Apesar disso, acumula queda em 2020 (-13,4%) maior do que a do país (-9,6%).


Economia
02 Setembro 2020 16:03:00

Nota tem coloração cinza e homenageia lobo-guará, ameaçado de extinção

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O Banco Central apresentou nesta quarta-feira (2) a nova cédula de R$ 200, que passa a ter valor legal imediatamente e começa a circular conforme a demanda. Ao todo, serão disponibilizadas 450 milhões de unidades da nota até o fim do ano.

Para o presidente do BC, Roberto Campos Neto, a introdução da nova cédula era fundamental para evitar um eventual desabastecimento do papel-moeda frente ao aumento da demanda por dinheiro em espécie desde o início da pandemia do novo coronavírus.

"O momento singular que estamos vivendo trouxe os mais diversos desafios, e um deles foi um aumento expressivo na demanda da sociedade brasileira por dinheiro em espécie. O aumento foi verificado no Brasil desde o início da pandemia, mas não foi exclusividade do nosso país. Outras nações viveram fenômeno semelhante. Em momentos de incerteza, é natural que as pessoas busquem a garantia de uma reserva em dinheiro", afirmou, durante o discurso de lançamento do novo modelo.

A cédula de R$ 200 traz cores cinza e sépia predominantes e homenageia o lobo-guará, animal típico da fauna do cerrado brasileiro, e atualmente ameaçado de extinção. A nota tem o mesmo formato e dimensões da cédula de R$ 20 (14,2cm x 6,5cm). A decisão de manter o formato, segundo o BC, é para melhor adaptação aos caixas eletrônicos e demais equipamentos automáticos que aceitam e fornecem cédulas de dinheiro.

"O Banco Central tem atuado durante todos estes meses e tem conseguido fornecer cédulas e moedas de modo a atender às necessidades da sociedade de forma adequada. Ainda assim, como estamos vivendo um momento sem precedentes na história, não há como prever se essa demanda por dinheiro em espécie continuará aumentando, e por quanto tempo. Esse momento, com essas necessidades, se mostrou oportuno para o lançamento de uma cédula de maior valor, cujo pré-projeto já existia desde o lançamento da segunda família de cédulas, em 2010", acrescentou Campos Neto.


Ao também justificar a necessidade da nova cédula, a diretora de administração do BC, Carolina de Assis Barros, explicou que a estimativa de papel-moeda projetada pelo Banco Central tornaria inviável a reposição com a impressão de novas notas de R$ 100.

Segundo ela, os cálculos do BC, em análise conservadora, estimavam a necessidade de um adicional de R$ 105,9 bilhões, em valor financeiro, que precisaria ser gerado em um espaço de cinco meses. Isso sem contar as encomendas de novas cédulas e moedas previstas para o ano, da ordem de R$ 64 bilhões, também em valor financeiro.

"A Casa da Moeda do Brasil possui um parque fabril dimensionado para as necessidades brasileiras conforme o padrão histórico verificado até aqui. No entanto, a fim de gerar maior volume financeiro em menor espaço de tempo, imprimir cédulas de R$ 100 não seria uma alternativa factível, pois a capacidade de produção da referida denominação em 2020 já estava integralmente adquirida", explicou a diretora.

Características

A cédula de R$ 200 é impressa em papel fiduciário, que tem uma textura mais firme e áspera que o papel comum. Pelo tato, é possível sentir um alto-relevo em algumas áreas da nota, como nas legendas "Banco Central do Brasil" e "República Federativa do Brasil", nos numerais impressos na frente e no verso, na faixa vertical de folhas, nas flores e no fruto, na efígie da República (frente) e no lobo-guará (verso).

Sob luz ultravioleta, é possível enxergar o número 200 na frente e a numeração vermelha do verso aparece na cor amarela. Além disso, pequenos fios coloridos se tornam visíveis. Ao colocar a nota na altura dos olhos, na posição horizontal, é possível ver o número 200 sob o desenho de um arbusto, no canto direito inferior da cédula, em sua face frontal.

A marca-d'água da nova cédula permite visualizar, se colocada contra a luz, a figura de um lobo-guará e o número 200, em tons que variam do claro ao escuro. Também ao posicionar a cédula contra a luz, o fio de segurança fica visível, próximo ao meio da nota.

A partir de hoje e até o final de setembro, o governo federal vai veicular uma campanha publicitária de apresentação da nova cédula de R$ 200 nos meios de comunicação e na internet.

Fonte: Agência Brasil


Economia
02 Setembro 2020 09:14:00

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Santa Catarina encerrou mais um mês com resultados positivos na arrecadação. Os números de agosto apontam que a economia catarinense voltou a crescer, com incremento de R$ 2,4 bilhões na arrecadação total, alta de 8,4%. "Este é o resultado do trabalho que estamos fazendo. Fomos o primeiro Estado a fazer o lockdown e, aos poucos, fomos liberando os segmentos econômicos, com segurança, fazendo o equilíbrio entre saúde e economia", destacou o governador Carlos Moisés da Silva. Além disso, o Estado voltou a registrar mais de R$ 2 bilhões com o ICMS, principal tributo estadual, alta de 8,2% em relação a agosto de 2019.

Os dados de julho já mostravam reação da economia catarinense, com crescimento de 8% na arrecadação. No início da crise, causada pela pandemia do novo coronavírus, o secretário de Estado da Fazenda (SEF/SC), Paulo Eli, alertou que a recuperação econômica em Santa Catarina seria em forma de U. "Tivemos queda já em março, em relação à expectativa e, de forma mais acentuada, nos dois meses subsequentes. Em junho, embora a retração tenha sido de 9,6%, a economia catarinense começou a reagir. Os resultados positivos de julho e agosto são frutos de esforço coletivo, tanto do Poder Público que foi sensível e atento às atividades econômicas, quanto do setor privado", ressaltou Eli.

Ainda assim, o secretário da SEF/SC lembra que alguns setores ainda estão com baixa atividade por causa da pandemia. "Os segmentos de bares e restaurantes, hotéis, feiras, eventos, atividades culturais e de lazer ainda sofrem os impactos da crise. Estamos analisando o cenário em todo o Estado e, assim que atingirmos um nível menor de contaminação, com risco moderado para a Covid-19, vamos discutir a retomada de mais atividades", salientou.

Paulo Eli destaca ainda que o Governo catarinense está analisando a retomada das aulas, de forma gradual, a partir de outubro. O plano de contingência elaborado pelo Estado será apresentado aos municípios a partir deste mês. 


Cooperativismo
02 Setembro 2020 09:08:00

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O Sicoob SC/RS vai dispor, a partir de quinta-feira (3), de mais R$ 156,2 milhões para oferecer a seus associados Pessoa Jurídica via Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). A central de cooperativas já emprestou, na primeira fase, R$ 178 milhões divididos em 3.648 contratos assinados. 

A segunda fase, anunciada pelo governo federal, vai aportar mais R$ 12 bilhões para o programa. Com a contrapartida das instituições financeiras, será possível emprestar R$ 14,1 bilhões no total. A expectativa em todo o país é de atender mais 160 mil empresas. "Nossas cooperativas estão prontas para repassar esses recursos e a expectativa é que o montante total termine em poucos dias, pois a procura tem sido muito grande", informa o diretor de Negócios do Sicoob Central SC/RS, Olavo Lazzarotto.

O Pronampe é uma das medidas do governo para amenizar os impactos econômicos da pandemia de Covid-19. Nesta nova fase, o teto do empréstimo para cada empresa passa de R$ 87 mil para R$ 100 mil. Caso a empresa já tenha tomado recursos na primeira fase, o limite será descontado.

O Ministério da Economia informa que o Pronampe continuará atendendo as microempresas (com faturamento até R$ 360 mil no ano) e empresas de pequeno porte (faturamento até R$ 4,8 milhões no ano), além dos profissionais liberais. O programa empresta até 30% da receita bruta do ano anterior, com taxa de juros máxima igual à Selic - atualmente em 2% ao ano - mais 1,25% ao ano. O prazo de pagamento é de 36 meses e carência de oito meses.



Economia
01 Setembro 2020 16:45:00

A nova nota terá a imagem do lobo-guará

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A nova nota de R$ 200, com a imagem do lobo-guará, começará a circular na próxima quarta-feira (2). Segundo o Banco Central (BC), será a sétima cédula da família de notas do Real. Serão produzidos neste ano 450 milhões de unidades.

A cerimônia de lançamento das novas cédulas será transmitida pelo canal do BC no YouTube. O Banco Central divulgará a imagem da nova cédula no dia 2.

O lobo-guará foi escolhido em pesquisa realizada pelo BC em 2001 para eleger quais espécies da fauna brasileira deveriam ser estampadas nas cédulas do país. No site do Banco Central, há mais informações sobre a nova cédula.

De acordo com o BC, o lançamento da nova nota é uma forma de a instituição agir preventivamente para a possibilidade de aumento da demanda da população por papel moeda.

Fonte: Agência Brasil


Pronampe
01 Setembro 2020 09:24:00

Programa de autoria do senador Jorginho Mello (PL-SC) já viabilizou mais de R$ 18 bilhões para socorrer micro e pequenos empresários em todo o país

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Depois do sucesso na primeira fase, com mais de 218 mil empréstimos concedidos em todo o país, os R$ 14 bilhões da segunda etapa do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), chegam aos bancos na terça-feira (1º).O programa de autoria do senador catarinense Jorginho Mello (PL) recebeu uma segunda fase depois da grande demanda no primeiro período, quando viabilizou R$ 18,7 bilhões para empreendedores em meio a pandemia, em pouco mais de 30 dias de operação. Esta segunda fase deverá ter um teto para os valores contratados de R$ 100 mil. A medida busca fazer com que mais empreendedores sejam atendidos pelo programa e mostra o foco do Governo para os microempresários, nesta etapa.

Em um primeiro momento, o Ministério da Economia sinalizou que estabeleceria o teto de contratos em R$ 87 mil. Porém, como presidente da Frente Parlamentar das Micro e Pequenas

Empresas, Jorginho conseguiu subir o teto e atender uma faixa maior de empresas.

- A minha argumentação foi para que pudéssemos passar para a faixa dos R$ 100 mil, e atender de verdade o microempresário. Isso não significa que o pequeno não possa pegar os R$ 100 mil, mas nesse momento foi consenso da equipe econômica que precisamos atender mais essa faixa - afirmou Jorginho.

Com a medida, o programa recebe mais um reforço ao Fundo Garantidor Operações (FGO), de R$ 12 bilhões, remanejados de outras linhas que não tiveram adesão esperada e repassadas por meio da medida provisória 944/2020, sancionada por Bolsonaro, após um pedido de Jorginho Mello. Além disso, outros R$ 2 bilhões serão alavancados pelas instituições financeiras.

Prorrogação da linha especial do Programa

Na semana passada, o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, do Ministério da Economia, Carlos da Costa, assinou uma portaria que prorroga a operação do Pronampe, nos moldes atuais, por mais três meses. Segundo o secretário, o modelo utilizado de crédito com um Fundo Garantidor de Operações é inédito no mundo.


Economia
31 Agosto 2020 17:09:00

Aumento será menor que o previsto na LDO

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A queda da inflação fez o governo reduzir o reajuste do salário mínimo para o próximo ano. Segundo o projeto do Orçamento de 2021, enviado hoje (31) ao Congresso, o mínimo subirá para R$ 1.067 em 2021.

O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, enviado em abril, fixava o salário mínimo em R$ 1.075 para o próximo ano. O valor, no entanto, pode ser revisto na proposta de Orçamento da União dependendo da evolução dos parâmetros econômicos.

Segundo o Ministério da Economia, a queda da inflação decorrente da retração da atividade econômica impactou o reajuste do mínimo. Em abril, a pasta estimava que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) encerraria 2020 em 3,19%. No projeto do Orçamento, a estimativa foi revisada para 2,09%.

A regra de reajuste do salário mínimo que estabelecia a correção do INPC do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) de dois anos antes perdeu a validade em 2019. O salário mínimo agora é corrigido apenas pelo INPC, considerando o princípio da Constituição de preservação do poder de compra do mínimo.

PIB

O projeto do Orçamento também reduziu as estimativas de crescimento econômico para o próximo ano na comparação com os parâmetros da LDO. A projeção de crescimento do PIB passou de 3,3% para 3,2% em 2021. A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como índice oficial de inflação, caiu de 3,65% para 3,24%.

Outros parâmetros foram revisados. Por causa da queda da Selic (juros básicos da economia), a proposta do Orçamento prevê que a taxa encerrará 2021 em 2,13% ao ano, contra projeção de 4,33% ao ano que constava na LDO. O dólar médio chegará a R$ 5,11 em 2021, contra estimativa de R$ 4,29 da LDO.

Fonte: Agência Brasil


Economia
28 Agosto 2020 13:29:00

42 mil pessoas foram empurradas para a desocupação do primeiro para o segundo trimestre de 2020

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Santa Catarina registrou taxa de desocupação de 6,9% no segundo trimestre de 2020, segundo a Pnad Contínua Trimestral calculada pelo IBGE e divulgada nesta sexta-feira (28). O índice revela um aumento importante em relação ao primeiro trimestre de 2020, quando a taxa era de 5,7%. Isso significa que 42 mil pessoas foram empurradas para a desocupação no período.

Com o aumento, 257 mil catarinenses estavam desocupados no segundo trimestre, contra 215 mil do primeiro trimestre. Se comparado com o quarto trimestre de 2019, a diferença é ainda maior: eram 209 mil desocupados naquele período, taxa de 5,3%.

A maioria dos setores registraram redução na massa de trabalhadores do primeiro para o segundo trimestre. O setor de construção lidera (-30 mil), seguido da indústria (-28 mil), alojamento e alimentação (-23 mil), comércio (-22 mil), empregadores (-13 mil), trabalhadores por conta própria (-4 mil), e agricultura, pesca e pecuária (-3 mil).

O setor de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas teve um incremento de 19 mil pessoas ocupadas. Já na administração pública, o aumento foi de 12 mil.

O montante de pessoas ocupadas caiu 8,3%, de 3,59 milhões de catarinenses para 3,45 milhões. A diferença é de 137 mil, e engloba tanto os trabalhadores que perderam o emprego, como pessoas que largaram os estudos, por exemplo.

Apesar da alta na taxa de desocupação, o 6,9% de Santa Catarina é o melhor resultado do país. Na sequência estão Pará (9,1%), Paraná (9,6%), Rio Grande do Sul (9,4%), e Mato Grosso (10,2%). A média nacional é de 13,3%, o que equivale 12,7 milhões de brasileiros.



Economia
26 Agosto 2020 11:55:00

Trabalhador recebeu efetivamente R$ 2.225 no mês, quando normalmente o valor é de R$ 2,473. Diferença é negativa em R$ 248

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A economia de Santa Catarina vem dando sinais de retomada desde junho, com redução constante no desemprego, melhora da atividade econômica e crescimento do comércio e da indústria. No entanto, os dados mostram que a recuperação é lenta e boa parte dos catarinenses ainda sofre com os efeitos da paralisação sanitária.
A taxa de desocupação, por exemplo, caiu de 8,6% em junho para 8,4% em julho, segundo a Pnad Covid do IBGE. O índice ficou bem abaixo da média nacional, de 13,1%. Apesar disso, a pesquisa aponta que cerca de 312 mil catarinenses estavam sem ocupação no último mês.
Já o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, aponta o fechamento de 95 mil vagas de emprego formais desde março. Em junho (+3,3 mil) e julho (+10 mil) o saldo do mercado de trabalho mostrou recuperação, mas ainda longe daquilo que era registrado antes da pandemia. No pico das restrições, em abril, e Estado perdeu 76 mil postos.
Ainda segundo o Caged, eram 2,108 milhões de catarinenses com carteira assinada em janeiro. Em julho, esse montante caiu para 2,034 milhões. Diferença de 74 mil, ou 3,5%.
Outro dado que mostra a recuperação é a atividade econômica de Santa Catarina, medida pelo Banco Central. Em junho, houve avanço de 4,8%. Para retomar os índices pré-pandemia, o Estado precisaria crescer 5% em julho.

Rendimento
Além da perda da vaga, também há a perda de renda para aqueles que permaneceram empregados. A redução, segundo a Pnad Covid do IBGE é de cerca de 10%. Em julho, o valor médio recebido por cada catarinense ocupado foi de R$ 2.225, contra R$ 2.473 normalmente recebido. A diferença é de R$ 248.

A perda é importante, mas já foi maior. Em maio, quando a economia ainda tinha muitos setores parados ou tentando retomar a normalidade, a variação era negativa em 14%: percentual de variação entre os R$ 2.490 normalmente recebidos, em média, contra R$ 2.133. A diferença é negativa em R$ 357.
A redução média pode parecer pequena em valores nominais, mas na massa de rendimentos totais a queda de 10% representa R$ 824 milhões a menos na mão dos trabalhadores. Isso impacta diretamente vários setores, principalmente aqueles ligados ao setor de serviços, como manicure, corte de cabelo, restaurante e hotéis.

Empréstimos
A pesquisa do IBGE também apurou o resultado da obtenção de crédito no Estado. Segundo o estudo, cerca de 6,7% do total de domicílios tiveram pelo menos um morador que solicitou empréstimo. Destes, 77,6% conseguiram contratar e 22,4% não conseguiram. O índice de sucesso foi o nono melhor do país.

Os domicílios que mais solicitaram empréstimos foram os de baixa renda, com rendimento familiar per capita inferior a meio salário mínimo. Cerca de 166 mil domicílios conseguiram os recursos, contra 37 mil que não conseguiram. 


Economia
26 Agosto 2020 10:57:00

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Ajudante de eletricista, carpinteiro, cozinheiro, farmacêutico, motorista de caminhão, pedreiro, professor de inglês, recepcionista e vendedor. Essas são algumas vagas de emprego que estão abertas em Santa Catarina, segundo relatório divulgado nesta terça-feira, 25, pelo Sistema Nacional do Emprego (Sine/SC), vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE). São mais de 3,7 mil oportunidades para diversas funções no estado.
Para acompanhar as vagas disponíveis ou se candidatar, o trabalhador pode realizar seu cadastro via site ou pelo aplicativo Sine Fácil (Android e iOS). No entanto, quem não tiver acesso à internet ou encontrar dificuldade para fazer essa solicitação pelos canais digitais e telefônicos deve agendar, por telefone, um horário para ser atendido.
Já para ofertar vagas, os empresários, comerciantes ou empreendedores devem entrar em contato com a unidade do Sine/SC mais próxima da sua região. O horário de atendimento do órgão, na maioria das cidades catarinenses, é das 13h às 18h.

Alteração em atendimento de algumas unidades do Sine/SC

Para amenizar a propagação do novo coronavírus, além de proteger os servidores e a população, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), por meio do Sistema Nacional de Emprego de Santa Catarina, informa que as unidades do Sine de Blumenau, Curitibanos e Itajaí alteraram, temporariamente, a forma de atendimento.
Todos os serviços disponibilizados nestes municípios devem ser acessados de forma digital. Quem precisar dar entrada no seguro-desemprego deve realizar a solicitação pelo site ou pelo aplicativo "Sine Fácil". Para mais informações, auxílio no processamento remoto dos serviços, pendências ou divergências na solicitação do benefício, o cidadão pode entrar em contato por email ou telefone:

Sine de Blumenau
E-mail: blumenau@sine.sc.gov.br
Telefone: (47) 3378- 8633
Previsão de retorno ao atendimento presencial, com agendamento: 27/08/2020

Sine de Curitibanos
E-mail: curitibanos@sine.sc.gov.br
Previsão de retorno ao atendimento presencial, com agendamento: 03/09/2020

Sine de Itajaí
E-mail: itajai@sine.sc.gov.br
Sem previsão de retorno imediato

O Sistema Nacional do Emprego de Santa Catarina reforça que, mesmo que o trabalhador receba uma mensagem para validação presencial dos documentos do seguro-desemprego, não é necessário ir até uma agência. Basta fazer contato pelo e-mail ou telefone indicados acima.


Empregos
24 Agosto 2020 08:55:00

Os atendimentos são realizados por meio de agendamento via telefone ou e-mail

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O Sine Pomerode dispõe de algumas vagas de emprego em aberto. Confira:  

- Atendente para supermercado;
- Auxiliar de produção;
- Operador de máquina de estamparia;
- Operador de máquina de corte;
- Operador de máquina de torno e fresa;
- Auxiliar de instalação (esquadrias e persianas);
- Mecânico de manutenção.

Devido à pandemia, os atendimentos serão realizados por meio de agendamento, através do fone: 3387-7242 ou por e-mail: pomerode@sine.sc.gov.br



Economia
20 Agosto 2020 07:44:00

Programa atende 66,4 milhões de pessoas no país

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (19) que o auxílio emergencial deve ser prorrogado por mais alguns meses, podendo ser estendido até o final do ano. A declaração foi dada durante cerimônia, no Palácio do Planalto, em que o presidente sancionou duas medidas provisórias (MP) aprovadas pelo Congresso Nacional, a que institui o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (MP 944/20), e a que cria o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (MP 975/20). Segundo o presidente, o valor do benefício aos informais pesa nos cofres públicos e, por isso, deverá ser reduzido nos próximos pagamentos.

"Hoje eu tomei café com o Rodrigo Maia [presidente da Câmara dos Deputados] no [Palácio] Alvorada, também tratamos desse assunto do auxílio emergencial. Os R$ 600 pesam muito para a União. Isso não é dinheiro do povo, porque não tá guardado, isso é endividamento. E se o país se endivida demais, você acaba perdendo sua credibilidade para o futuro. Então, os R$ 600 é muito. Alguém da Economia falou em R$ 200, eu acho que é pouco. Mas dá para chegar num meio-termo e nós buscarmos que ele venha a ser prorrogado por mais alguns meses, talvez até o final do ano, de modo que nós consigamos sair dessa situação fazendo com que os empregos formais e informais voltem à normalidade e nós possamos então continuar naquele ritmo ascendente que terminamos [2019] e começamos o início desse ano", afirmou.

Instituído em abril, para conter os efeitos da pandemia sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais, o programa concede uma parcela de R$ 600 a R$ 1.200 (no caso das mães chefes de família), por mês, a cada beneficiário. Inicialmente projetado para durar três meses, o auxílio já teve um total de cinco parcelas aprovadas. Ao todo, são 66,4 milhões de pessoas atendidas. O valor desembolsado pelo governo até agora foi de R$ 161 bilhões, segundo balanço da Caixa Econômica Federal.

Medidas de crédito

As duas MPs sancionadas fazem parte das iniciativas tomadas pelo Ministério da Economia para conter os efeitos econômicos da crise causada pela pandemia de covid-19. No caso da MP 975, o programa é voltado às pequenas e médias empresas, com o objetivo de facilitar o acesso a crédito e ajudá-las a se manterem abertas. Editada pelo governo federal em junho, a medida destina crédito a empresas que tenham tido, em 2019, receita bruta superior a R$ 360 mil e inferior ou igual a R$ 300 milhões. A previsão do Tesouro Nacional é disponibilizar R$ 10 bilhões, repassados ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), instituição responsável por coordenar o programa.

Já a MP 944, que cria Programa Emergencial de Suporte a Empregos, concede uma linha de crédito especial para pequenas e médias empresas pagarem salários durante a pandemia. Poderão participar do programa empresas com receita bruta anual de até R$ 50 milhões. O texto ainda prevê possibilidade de utilização do crédito para financiar a quitação de verbas trabalhistas de empregados demitidos.

Durante a cerimônia, o ministro Paulo Guedes (Economia) disse que os indicadores apontam melhora e ressaltou que o governo está finalizando as medidas de crédito adotadas para conter a crise.

"A economia está voltando, estamos furando com resiliência e serenidade as duas ondas, e estamos aqui praticamente fazendo o ciclo final das últimas medidas de crédito. Estamos aqui inaugurando hoje dois programas a mais dessa série", comentou.

"O Brasil é o país emergente que mais expandiu o crédito, foi o país que mais auxiliou os desassistidos e protegeu os vulneráveis. Gastamos 10% do PIB [Produto Interno Bruto] para proteger os vulneráveis. Expandimos o potencial de crédito: R$ 1 trilhão. E tudo isso agora está empurrando a economia nesse final de ano, e nós esperamos ir aprofundando as reformas, de forma que o Brasil, já olhando para o ano seguinte, está de volta no trilho do desenvolvimento sustentável, que é onde estávamos antes", acrescentou Guedes.

Vetos das MPs

A Secretaria-Geral da Presidência informou, em nota, que as duas medidas provisórias sancionadas pelo presidente tiveram vetos. Na MP 975, foi vetado o dispositivo que previa que a União seria fiadora do risco de inadimplência das operações de crédito e eventuais perdas financeiras de uma das modalidades do programa, o chamado Peac-Maquininhas, que concede empréstimo tendo como garantia os recebíveis em máquinas de cartão usadas por microempresários.

Outro ponto vetado, segundo a pasta, foi o artigo que estabelecia competência ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na condição de agente financeiro, para prestar as informações solicitadas pela Secretaria do Tesouro Nacional da Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia e pelo Banco Central do Brasil, "por contrariar o interesse público e gerar insegurança jurídica, ante a imprecisão técnica do dispositivo, pois não compete à Secretaria do Tesouro Nacional a responsabilidade pela gestão do Peac-maquinhas, tampouco do controle operacional dos recursos destinados ao programa".

Já na MP 944, o governo informou ter vetado o dispositivo que permitia a concessão de crédito por até 18 meses após o término do estado de calamidade pública, já que as operações de crédito no âmbito do Programa Emergencial de Suporte a Empregos só poderão ser formalizadas até 31 de outubro de 2020.

Outro veto presidencial foi o artigo que limitava em R$ 15 mil o valor máximo da utilização da linha de crédito do programa para pagamento dos acordos homologados perante a Justiça do Trabalho, bem como para o pagamento de verbas rescisórias decorrentes de demissões sem justa causa para fins de recontratação do empregado demitido.

"Não está previsto limite financeiro para os casos de sentença trabalhista transitada em julgado, os quais poderão ser custeadas com as linhas de crédito independentemente do valor da condenação. A medida proposta desestimula a solução alternativa de conflito, pois está em descompasso com o objetivo maior do Programa Emergencial de Suporte a Empregos", diz a Secretaria-Geral da Presidência, em nota.

Um outro veto acatado pelo presidente foi no dispositivo que permitia o uso do Fundo Geral de Turismo para garantir uma nova linha de crédito. O governo alegou que a medida não apresentava as condições segundo as quais esses empréstimos seriam feitos, nem qualquer estudo do seu impacto orçamentário e financeiro, "o que viola as regras constitucionais em vigor".

Fonte: Agência Brasil


Economia
14 Agosto 2020 15:11:00

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Pelo segundo mês consecutivo, a Pesquisa Mensal de Serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trouxe resultados positivos para Santa Catarina. O volume das receitas do segmento no estado cresceu 3,6% em junho, frente a maio, mês em que já havia crescido 7,5%, quando comparado com abril.

Este crescimento da produção de serviços acompanha a tendência do comércio e da indústria, cujas pesquisas também foram divulgadas nesta semana, mas demonstra que o setor vem apresentando uma recuperação mais lenta, depois da retração ocasionada pela pandemia. Indicativos mostram que há uma retomada mais consistente da atividade econômica.

Na comparação com os 12 maiores estados produtores de serviços, Santa Catarina subiu uma posição no ranking e ocupa agora o 5º posto no crescimento dos últimos 12 meses, se comparado ao mesmo período anterior, atrás apenas do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Minas Gerais.

"Os números de junho podem representar uma retomada do setor. Mas, indicam também que o segmento está sendo o mais impactado pela pandemia, com uma retração generalizada entre as suas atividades. Somente a melhora da confiança da sociedade como um todo, frente a um claro declínio da pandemia, poderá assegurar um crescimento sustentado do setor", destaca o economista da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Paulo Zoldan.

Atividade turística tem alta no mês de junho

O índice de atividade turística teve uma considerável alta no mês de junho no Brasil. Santa Catarina encontra-se em destaque neste crescimento tendo computado 26,1% de expansão. Outros estados também acompanharam este salto expressivo, a exemplo de São Paulo (19,6%), Minas Gerais (17,2%), Rio de Janeiro (23,7%) e Paraná (17,9%).


Recuperação
13 Agosto 2020 09:16:00

Estado teve o terceiro melhor desempenho do país no período. Bons resultados em maio e junho ajudaram no desempenho do varejo catarinense

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Segundo pesquisa divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (12), o comércio varejista de Santa Catarina cresceu 12,7% em junho na comparação com o mesmo período do ano passado. Este foi o quinto melhor desempenho do país, atrás apenas do Pará (17,9%), Piauí (16,9%), Tocantins (15,3%) e Maranhão (14,3%).

Dos 11 setores pesquisados, sete registraram crescimento. As maiores altas foram registradas nos setores de eletrodomésticos (32,7%), de móveis (30,7%) e de supermercados e hipermercados (25,8%). Já as principais quedas aconteceram nas áreas de livros e papelaria (-31,4%), de materiais para escritório, informática e comunicação (-20,5%) e de combustíveis e lubrificantes (-11,1%).

"Durante a pandemia, os consumidores deixaram de comer fora de casa e começaram a comprar mais produtos em supermercados, o que impulsionou as vendas do setor. Além disso, boa parte dos valores recebidos com o auxílio emergencial são gastos em alimentação, o que também contribuiu para o crescimento dos mercados", explicou o João Carlos Dela Roca, assessor institucional da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de SC (FCDL/SC).

Primeiro semestre

O bom desempenho nos meses de maio (6,4%) e junho (12,7%) ajudaram o varejo catarinense a fechar o primeiro semestre com alta de 2%. O resultado foi o terceiro melhor do país, atrás apenas do Mato Grosso (2,9%) e de Tocantins (2,5%).

Além desses três estados e do Mato Grosso do Sul (0,4%), todas as outras 23 unidades da Federação registraram queda no período. A média nacional ficou em -3,1%.

Os principais destaques de Santa Catarina no semestre foram os setores de hipermercados e supermercados (13%), eletrodomésticos (11,1%) e produtos farmacêuticos (7,2%). Apesar do crescimento, setores importantes para o varejo catarinense como vestuário e calçados (-5%), eletrodomésticos (-2,7%) e combustíveis e lubrificantes (-2,4%) caíram no período.

"Um outro aspecto que contribuiu com o bom resultado é fato de que os lojistas estão se adaptando ao novo cenário. Os comerciantes catarinenses estão se reinventando, começando a vender pela internet ou de outras formas para poder manter os seus negócios mesmo em meio a crise", completou Dela Roca.

No varejo ampliado, o resultado de junho também foi positivo para Santa Catarina. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o setor de veículos e peças cresceu 51,5% e o de materiais de construção subiu 18,4%. O acumulado do ano também é de alta: 6,2% para veículos e peças e 4,8% para materiais de construção.


Economia
12 Agosto 2020 08:44:00

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Segundo maior produtor de carne de frango do Brasil, o estado retoma o crescimento nos embarques em julho. No último mês, Santa Catarina faturou US$ 122,5 milhões com as exportações do produto, um aumento de 16,4% em relação a junho. Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

"O agronegócio é uma das grandes forças de nossa economia. Com o crescimento das exportações mostramos a força dessa cadeia produtiva tão importante para Santa Catarina, mesmo em um período de tantos desafios", destaca o governador Carlos Moisés.

O bom resultado de julho se deve ao aumento expressivo nos embarques para a Holanda, que se tornou o maior comprador no último mês com US$ 21,2 milhões - 139,2% a mais do que em junho e 48,5% a mais do que em julho de 2019.

"A avicultura é um dos grandes destaques do agronegócio catarinense. Nossos produtos chegam a mais de 130 países e o setor gera empregos e renda ao longo de toda cadeia produtiva. Encerramos o mês de julho com boas notícias nas exportações e com a expectativa de crescimento na demanda interna", ressalta o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

No mês passado, os maiores compradores da carne de frango produzida em Santa Catarina foram Holanda, Japão, China e Arábia Saudita.

Acumulado do ano

A carne de frango é o principal produto da pauta de exportações de Santa Catarina. De janeiro a julho deste ano, o estado embarcou 578,4 mil toneladas do produto, faturando aproximadamente US$ 916,4 milhões.

No acumulado do ano, os resultados ainda são menores do que aqueles registrados em 2019. O analista da Epagri/Cepa, Alexandre Giehl, explica que aconteceram mudanças em alguns mercados importantes, como no caso do México, onde as cotas de importação de carne de frango brasileira com tarifas reduzidas se esgotaram já no início do ano, o que tirou a competitividade do produto.

"Apesar desse cenário negativo nas exportações, a situação é relativamente estável no setor, pois as empresas adequaram a produção logo nos primeiros meses da pandemia, temendo uma queda nas vendas. A perspectiva é de que a demanda no mercado interno siga elevada no segundo semestre, pois é provável que muitos consumidores substituam outras carnes de maior valor, principalmente bovina e suína, pela carne de frango", explica Giehl.

Diferenciais de Santa Catarina

Santa Catarina é reconhecida internacionalmente pela qualidade do seu agronegócio e o cuidado com a sanidade animal e vegetal. É o único estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação e área livre de peste suína clássica. Na área vegetal, o estado é livre de Cydia pomonella, considerada o pior inseto praga da fruticultura, e também do Moko da Bananeira. As ações de defesa agropecuária são executadas pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), com o apoio do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa).

Fonte: Governo do Estado


Economia
12 Agosto 2020 08:34:00

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Santa Catarina demonstra sinais de retomada da economia. A produção industrial catarinense teve expansão de 9,1% em junho, na comparação com maio. Esse foi o quinto maior crescimento entre os 15 locais englobados na Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional, lançada nesta terça-feira, 11, pelo IBGE. No país, essa taxa foi de 8,9%.

"Santa Catarina tem conseguido conciliar a preservação da vida com a retomada segura das atividades econômicas, mesmo em meio à pandemia. A indústria do nosso estado não parou. Temos um povo trabalhador, uma economia diversificada e investimos em inovação. Esses fatores estão fazendo com que o estado se recupere de forma mais rápida diante das dificuldades impostas pelo novo coronavírus", afirma o governador Carlos Moisés.

O economista da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Paulo Zoldan, observa que a indústria catarinense cresceu pelo segundo mês consecutivo e acima da média nacional. Em maio, a produção da indústria catarinense já havia subido 6,1%

Ele explica que alguns setores estão mostrando maior evolução, como a fabricação de produtos alimentícios, que comparado com junho do ano passado, cresceu 5%, e no acumulado do ano, 2,3%. Outro setor que está obtendo mais resultados positivos é o de máquinas e aparelhos elétricos, que cresceu 7,6% em relação ao mesmo mês de 2019. O segmento de borracha e materiais plásticos, cresceu 3,4%, nessa comparação.

"Estes segmentos produzem insumos e equipamentos para outros industriais, o que reflete a ampliação do movimento de retomada econômica. Observa-se uma tendência generalizada de melhora nos dados de produção, com uma retração cada vez menor. Isso sinaliza que, realmente, o pior período de desaceleração já passou", analisa o economista da SDE

A pesquisa foi realizada no mês de junho de 2020 em 15 estados brasileiros.



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