25 Setembro 2016 18:07:24
$artigoImagemTitulo

As dores de cada um

Em uma conversa sobre sofrimento, com alguns amigos do coração, falamos sobre dor, sobre vivenciar o sofrimento e que é impossível e até chega a ser desumano comparar ou mensurá-la. Afinal, “cada um sabe onde o calo aperta”. Julgar a dor ou o sofrimento do outro, às vezes, é tão automático quanto insensível. Cada um tem o seu jeito de vivenciar, expor ou esconder o seu sofrimento. Mas nem por isso a tristeza, o problema, ou o sofrimento são mais ou menos intensos. Por causa dessa conversa, comecei a ler mais sobre o assunto e encontrei um texto de autoria de Sílvia Marques, simplesmente perfeito, que se encaixa justamente com a nossa conversa entre amigos, nossas opiniões semelhantes sobre o assunto e a intenção da coluna desta semana.

“Cada pessoa é única, um universo complexo, cheio de particularidades e maneiras próprias de se expressar e viver as crises e se recuperar delas. Talvez, algumas pessoas se sintam realmente melhores, com a dor apaziguada, ao ouvirem relatos tristes. Mas normalmente esta prática só gera sentimento de culpa, mais sofrimento e algumas vezes até certa irritação, pois quem quer ser consolado, não deseja receber uma lição de moral no auge da dor.

O sofrimento deveria ser vivenciado sem tantos tabus. Sofrer faz parte da vida depois de uma grande perda. Pular ou negar o luto é contrariar a complexidade da vida e enganar a si mesmo. A pior e mais nefasta mentira que podemos praticar.

Não, dor não se mede nem se compara. Dor se consola e cura dia a dia, aos poucos, cada um no seu tempo e com seus meios. Sair da dor é como buscar a saída de um labirinto e, por mais que os entes queridos e amigos sejam essenciais no processo de recuperação, cabe a quem sofre fazer os seus caminhos.”


17 Setembro 2016 14:25:36
$artigoImagemTitulo

 “Pára que tá feio!”

Tenho acompanhado nas redes sociais uma verdadeira “lavação de roupa suja”, entre simpatizantes e defensores dos candidatos. Cada dia uma nova “arma”, cada instante uma nova articulação. Em cada momento uma nova manipulação de palavras ou de informações.

O que mais me deixa indignada, queridos leitores, é que tantos novos fatos surgem a cada instante, mas justamente na época eleitoral... Me intriga o fato desses desenrolares às vésperas da eleição. E o que eu me questiono é “por que” só agora? Se tantas coisas “obscuras e incapacitantes” tanto por parte de Ércio, como de Rolf, acontecem e/ou aconteciam, porque só agora eles vêm à tona? Por que só agora os munícipes em sua grande maioria ficam sabendo disso?

Se existem ou existiam fatos errôneos eles deveriam ter sido divulgados antes, de modo que atitudes fossem tomadas para evitá-las ou corrigi-las. Sabe o que me parece? Há duas hipóteses: ou cartas na manga, ou inverdades.

Agora é a hora de avaliar propostas, questionar candidatos, analisar o que pode melhorar Pomerode. E mais. Questionar os candidatos não apenas quantos às propostas, mas como pretendem torna-las realidade. Promessa por promessa, os altares das igrejas e as histórias de campanhas do Brasil afora estão cheios.

Agora não é o momento para baixarias políticas, embora muita gente encare o período eleitoral e o utilize (muito bem por sinal) para isso. Perder o tempo com falácias e provocações não vai fazer Pomerode melhor.

Criar discussões e expor opiniões são atitudes plausíveis e válidas. Agora, tentar denegrir a imagem do candidato simpatizante, seja ele A ou B, mostra algumas coisas como falta de caráter. Brigar nas redes sociais não leva a nada, verdadeiramente, muito menos à mudança (antes mudasse! Nossa cidade seria exemplo mundial!).

Gente querida. Chega desse tipo de agressão online, dessa tentativa de manchar imagens alheias. Pomerode não precisa disso. Pára que tá feio!


03 Setembro 2016 13:20:40
$artigoImagemTitulo

Vale tudo (?)

Durante a corrida eleitoral pode-se ver de tudo. Na verdade, pode-se ver, ouvir, ler de tudo. As acusações e as sabatinas repletas de críticas e de teorias políticas dos cientistas de mesa de bar são as situações que mais têm abarrotado as linhas do tempo de uma das redes sociais da moda.

Há aqueles que entendem tanto de política e de ideologias partidárias que pulam mais de galho que macaco velho, em busca de um lugar ao sol. Ou seria de um cargo no Executivo? E nem me refiro às trocas para partidos com ideologias semelhantes. Me refiro essencial e principalmente àquelas filiações e desfiliações de pessoas que independente do que prega o partido, querem “jogar no time que está ganhando”. O grande fato é que, na maior parte das vezes, esse tipo de pessoa acaba é perdendo. Perdendo credibilidade, perdendo respeito, perdendo a essência em busca de algo que a “dança das cadeiras” muitas vezes define outro ritmo sem se perceber.

E aí, quando se acorda das “maravilhas do país da Alice”, começa uma verdadeira saga à la “Deus e o Diabo na terra do Sol”. São acusações, supostas “cartas na manga”, delações, denúncias e uma verdadeira enxurrada de “As de Copas” a fim de conseguir manchar quem não lhe deu a devida atenção.

Esses imperadores da verdade esquecem, porém, que o povo já está cansado dessa encenação e quer muito mais do que pão e circo. A comunidade necessita de alguém que cobre, faça e honre. Mas honre com louvor e, principalmente, com ações.

A blasfêmia de simplesmente apontar o dedo já é motivo de chacota, porque os cidadãos sabem que o que eles querem ultrapassa o limite das promessas e das críticas. O que o povo quer é que o muro das lamentações caia por terra e que as ações tomem o seu lugar. A reflexão é válida a qualquer um, independente dos objetivos políticos que existem. Não é preciso e nem se deve sofrer calado, tampouco apenas jogar as críticas e denúncias aos quatro cantos. O grande ditador da verdade deve ser o “colocar a mão na massa”. A ação, a determinação, a busca por soluções é que vai resolver e nos devolver a esperança e a credibilidade na Política, sem necessidade dessa grande rede de intrigas.


25 Agosto 2016 23:37:07
$artigoImagemTitulo

Orgulho verde e amarelo

Passadas as Olimpíadas do Rio, agora vai se falar mais em política do que nunca. Como sempre em épocas eleitorais. Críticos e cientistas políticos vão desabrochar nas redes sociais, nas mesas de bar, nas rodas de amigos e por aí vai. Apenas um conselho antes de começar efetivamente a coluna desta semana: Não deixem que opiniões políticas abalem relações de família, de amizade, de emprego. A política passa; vem e vai. Amigos, família, emprego ficam...

Porém, o que me leva a escrever essa semana, é essencial e orgulhosamente o encerramento das Olimpíadas Rio 2016. Que show, que apresentações mágicas e, sobretudo emocionantes. Por diversas vezes a minha voz embargou e as lágrimas não pediram nem licença para cair. Deve ser o famoso clichê: “orgulho de ser brasileiro”.

Confesso que nas semanas que antecederam a grandiosa abertura, eu tinha as minhas dúvidas sobre o evento esportivo mais disputado do mundo ser realizado em terras brasileiras. E sei que vocês, leitores, se perguntarão o porquê, se eu sempre me demonstrei patriota em outras e tantas colunas já escritas. Naquele início, eu questionava se esses investimentos nas obras para receber os jogos não poderiam ser aplicados em Educação, Saúde, Assistência Social e tantas outras áreas de administração do Brasil que sim, são carentes, têm o sistema falho e precisam de investimentos urgentes. Porém, durante os jogos me peguei sentada em frente à TV, vibrando, torcendo e acompanhando a maestria dos movimentos da ginástica, a velocidade dos corredores, o balançar de redes seja do handebol ou do futebol. E tantas outras categorias esportivas que resgataram o sentimento de amor incondicional que estava dentro do meu coração e nunca, jamais deixaram de me fazer brasileira e de amar essa nação que é única. Estava errada, afinal. Porque o sangue verde e amarelo falou mais alto.

Sabemos que muitas pessoas desacreditavam do sucesso da Rio 2016. E não foram poucos. Prova disso foi o nadador americano que mentiu sobre ter sido assaltado no Rio de Janeiro. Ele afirmou não saber ao certo porque fez isso. Pois eu tenho um palpite: ele vem de um país de primeiro mundo e nós, apesar do território gigante, ainda somos pequenos. Pequenos, mas estamos dando passos para crescer. Talvez o objetivo era denegrir a imagem do Brasil e de todos os brasileiros perante o mundo. Felizmente, ele não conseguiu esse feito.

Provamos, na abertura e no encerramento que somos capazes e que o futuro nos pertence, sem dúvida. Foram duas festas lindas, emocionantes e dignas do que o povo brasileiro é capaz efetivamente.

As Olimpíadas não resolveram os problemas brasileiros e tampouco o farão. Nossas dificuldades e necessidades vão continuar. E não depende desse ou daquele partido a mudança necessária. Depende de nós, como falei na coluna passada. Somos nós que colocamos cada um dos governantes em cada função que exerce, ou simplesmente ocupa. O que não podemos é perder as esperanças em um país melhor, afinal “somos brasileiros e não desistimos nunca”.


18 Agosto 2016 23:18:56
$artigoImagemTitulo

Começou, efetivamente, a corrida eleitoral

Muitas pessoas devem pensar: “E o que eu tenho a ver com isso? Política é sempre a mesma coisa, a mesma roubalheira...”. Então meus queridos leitores, eu digo que enquanto houver esse tipo de pensamento, as coisas não tendem a melhorar. Diante de tantos fatos no cenário político nacional digo, sim, que fica difícil acreditar no lado positivo da política. Mas ao mesmo tempo, também chamo a culpa para nós eleitores, cidadãos brasileiros. Por quê? Porque somos nós que vamos às urnas, exercer nossa cidadania; mas muitas vezes, sejamos sinceros... Votamos por votar, por existir a falta de credibilidade nos governantes diante de tudo que acontece, seja no cenário municipal, estadual ou federal. 
O fato é que temos o poder na mão e precisamos ter a consciência disso. O voto é nossa maior arma. Votar por simpatia, por parentesco, por afinidade não ganha jogo e certamente não trará benefícios. É preciso avaliar, com calma e cautela, as necessidades que o município apresenta. É preciso se questionar: O Pomerode precisa? Quais são as principais necessidades do município?  Diante disso é preciso avaliar planos de governo, avaliar quem pode fazer o melhor por Pomerode e votar pela cidade e não pela pessoa.
Depois dos resultados, no dia 02 de outubro, cabe a nós, pomerodenses, fazer o trabalho mais pesado e talvez o mais importante e menos executado. Precisamos cobrar de quem estiver tanto no Executivo como no Legislativo para que cumpram o que foi prometido. Somos os verdadeiros patrões e por comodidade, por achar que nada vai mudar, não cobramos as melhorias, as promessas.
Precisamos cobrar para que quem for eleito não seja um prefeito de gabinete, que vá às ruas, aos bairros sentir a real necessidade de cada comunidade. Precisamos cobrar para que os vereadores exerçam seu papel de fiscalização, mas que criem leis aplicáveis e que beneficiem Pomerode.
É preciso que os interesses pessoais dos políticos sejam deixados de lado e enquanto nós não fizermos o nosso trabalho intensificado de inspecionar e fazer valer o nosso voto, nada vai mudar. Acreditem! Nada vai mudar. Enquanto nós, eleitores não tivermos a consciência do poder que temos na hora do voto e na hora de cobrar pelo trabalho que os políticos nos prometem, as coisas vão tomar um rumo cada vez pior.
E vamos deixar a hipocrisia de lado. Reclamar sem agir, torna a pessoa tão corrupta quanto o político que se corrompe.


12 Agosto 2016 08:07:28
$artigoImagemTitulo

Quando a parada é obrigatória

Como algumas pessoas sabem, estive afastada do trabalho por um tempo. Nesse tempo, muita gente me perguntou, se preocupou e esteve literalmente comigo nessa. Poucas pessoas sabem, mas fiquei internada alguns dias; foi um verdadeiro retiro mental e um teste de resistência à minha paciência e, principalmente, à minha ansiedade. Motivo, inclusive, que me fez estar numa das “suítes” do HMRT. Sim: crise de ansiedade, anemia e “otras cositas mas”! Não foi nada agradável receber os diagnósticos; mas toda essa situação, que me manteve “de molho” em casa, me trouxe algumas reflexões bem importantes. 
Meu quarto no hospital mais parecia uma colônia de férias, de tanto entra e sai de visitas. E isso foi, de verdade, tão gratificante e tão importante, que não tenho nem como mensurar. Tanta gente querida que foi até mim, que mandou mensagem, que ligou, que mandou boas vibrações, recados e desejos de melhoras... Sério! Até me senti importante! (risos!) E isso realmente mostrou que amigos de verdade são como casamento: na saúde e na doença! Momentos assim não têm preço! Não têm explicação! Gratidão é o que eu posso sentir e que enche meu coração de amor e alegria, por todos que estiveram comigo, cuidaram de mim e me fizeram mais feliz. Meu marido, minha família, meus amigos: Obrigada!
Mas grande questão é que eu nunca soube ser “ou”. Eu sempre fui “e”. Nunca gostei de escolhas e sim de somas. Posso fazer tudo. Trabalho, marido, casa, cachorro, família. Não podia escolher entre aulas de inglês ou uma pós-graduação. Tinha que ser as duas coisas, ao mesmo tempo. Na época de escola não podia ser “ou coral ou aula de tênis”. Eram os dois. No trabalho, meto a cabeça e vou fundo; me esqueço do mundo e de todo o resto. E eu sempre fui assim. Sempre fui intensa em tudo que eu faço e tudo que sinto. Não sei ser meia, não sei ser “pouco”. 
E é aí que vem a chave de tudo e do outro ponto que “caiu a ficha” nesse afastamento todo. Foi perceber que nosso corpo dá sinais de que precisamos parar muitas vezes. Escutar os indícios que nos são dados podem evitar situações mais graves. A gente vive numa loucura tão desenfreada diariamente, que esquece de dar ouvidos ao nosso corpo, que é nossa morada! Às vezes é preciso parar. Eu tive uma parada obrigatória, mas estrategicamente solicitada pelo meu corpo. E obrigatoriamente atendida! Enfim...

Eu continuo sendo intensa, continuo sendo mais, mas um pouco menos.


07 Julho 2016 17:11:01
$artigoImagemTitulo

O que é patriotismo pra você?

Muitas pessoas que me conhecem, sabem o quanto sou bairrista e patriota. Falar mal de Pomerode, principalmente, perto de mim, é quase um “crime de guerra”. Sou filha desta cidade e tenho um orgulho inenarrável disso. Mas me chamou muito a atenção um questionamento que recebi nesta semana, no almoço, dizendo, em resumo, o seguinte: “você se diz tão amante de Pomerode, mas não entendi todo seu amor pela Alemanha, demonstrado no Facebook, no jogo da Eurocopa, no fim de semana”. Pois bem, assim como expliquei a essa pessoa, explicarei também, nesta semana, na minha coluna. Sou filha de Pomerode, com muito amor e orgulho acima de tudo. Assim como sou filha do Brasil, que mesmo diante de tantos escândalos e decepções, tenho um amor imenso e inenarrável. O fato é que sou, sim, uma fiel escudeira e admiradora do país que deu origem à cidade em que nasci: a Alemanha. Não tenho sobrenome alemão. Embora esse seja um problema de “percurso”. Herdei o sobrenome do meu pai e o da minha mãe, que é de origem alemã, acabou ficando de fora do registro. Mas esse não é o motivo dessa explicação. Admirar, torcer, vibrar por uma nação que não seja a minha, não me torna mais ou menos brasileira. Gostaria, sim, de um dia morar no país germânico e isso não é segredo para ninguém. Não por não amar a minha pátria mãe, ou por não honrar o meu país. Mas sim, simplesmente, por ter uma admiração enorme pelas minhas raízes germânicas.
Vibrar, em um jogo, seja de futebol, vôlei, clica ou peteca, por um país que não é o meu, não me torna mais ou menos cidadã. Eu me tornaria menos cidadã se denegrisse a imagem do meu país; se corrompesse as leis sejam elas quais fossem, se não tivesse consciência da atual situação do Brasil e, apenas, me conformasse com tudo isso.
Quanto à admiração pela Alemanha: sou tão grata a este país como ao Brasil. Os alemães imigraram e fundaram essa cidade maravilhosa que é Pomerode. Temos raízes, cultura, tradições que nos prendem a esse país inevitavelmente. Vejam bem, queridos leitores; eu não digo que todos precisam amar e admirar nosso “país fundador” da mesma forma. Longe disso. Essa é uma situação particularmente minha. Hoje, com muito orgulho, falo a língua alemã e tenho ainda mais orgulho por tê-la aprendido em casa, com a minha família e ter continuado o aprendizado dessa língua estrangeira na escola. Minha família conta que, por sempre termos falado alemão em casa, primeiramente falei o idioma estrangeiro e depois aprendi o português. Mas isso, percebam, não me fez menos brasileira.
O fato é que admiro o Brasil, admiro a Alemanha e amo muito o Estado e a Cidade que me têm como filha desta terra. Por isso, talvez, é que tenha plena consciência de que apesar da admiração por ambas as nações, e amor pela minha pátria amada é que em termos políticos e econômicos, os brasileiros poderiam pegar a Alemanha como exemplo. Não, eles não têm um país perfeito; mas diante de percalços, guerras, desastres, conseguiram se reerguer com honra e glória. Patriotismo não é idolatrar sobretudo, é amar a pátria, ver suas dificuldades e defeitos e contribuir para que a situação melhore. Patriotismo vai muito além, apenas, de um jogo de futebol.


01 Julho 2016 12:01:19
$artigoImagemTitulo

O sentimento de orgulho vem logo após a gratidão

Sermos premiados no Prêmio Adjori SC 2016, Troféu Luiz Henrique da Silveira, com a Pena de Ouro em Publicidade e termos ficado entre os finalistas entre algumas categorias de Jornalismo, nos proporcionaram fazer uma retrospectiva dos quatro anos de Testo Notícias. São “apenas” quatro anos, e somos ainda “iniciantes” diante de tantos gigantes do jornalismo estado a fora. Concorremos com mais de 50 jornais, alguns com décadas de experiência; com jornais diários, com equipes talvez duplicadas ou até muitos maiores do que a que o Testo tem atualmente.
Por isso, o orgulho é grande, mas a gratidão se sobrepõe demasiadamente. Por que queridos leitores?  Porque vocês, somados aos clientes e amigos do Testo, acreditaram e continuam apostando nesse veículo de comunicação tão importante da cidade e agora, do Estado.
É uma sensação tão boa, tão mágica, mas passa longe de dever cumprido. Quando nossa sensação for essa, leitores tenham certeza que não haverá mais motivos para entrarmos semanalmente nas casas e empresas de cada um de vocês. Agora, com esse prêmio, nosso compromisso e nossa responsabilidade aumentam na mesma proporção do nosso respeito por quem confia no nosso trabalho. 
Eu não tenho como mensurar, nem explicar a sensação de pisar no palco e erguer os troféus recebidos na noite de sábado junto com a equipe que faz o jornal acontecer. Meu amor pelo Testo Notícias não é segredo para ninguém e a cada dia ele cresce em doses cavalares. Cresce porque tenho a certeza de estarmos no caminho certo, no caminho da verdade, em fazer o nosso trabalho com dedicação, amor e respeito. Sempre reforço que erramos, mas também acertamos e caminhamos a cada dia para o sucesso. Sucesso que só é possível porque desde o início houve quem soube que o Testo viria para dar certo.
Quem vive o Testo sabe que o trabalho sério que desenvolvemos diariamente é seguido por diversos percalços, desafios, decepções, mas temos alegrias, dedicação, amor e conquistas como foi receber o Prêmio mais importante dos jornais catarinenses, na categoria Publicidade. E aí, entra novamente o título desta coluna: O sentimento de orgulho vem logo após a gratidão. Temos orgulho, sim; mas a gratidão é muito maior. Gratidão por todos que veem o potencial do jornal e acreditam no trabalho da nossa equipe. Afinal, somos “pra quem vive Pomerode”.


24 Junho 2016 16:01:21

O mundo das redes sociais e as reclamações

O advento das redes sociais tem dado certa liberdade, até às pessoas mais tímidas, mais “quietas” e até espaço para a autopromoção. Tem dado coragem demasiada em ameaçar pessoas e denegrir imagens de órgãos públicos, entidades, empresas.
Prova disso é quando pessoas que não têm conhecimento dos fatos tentam discursar sobre situações que não existem contraprovas. Exemplo disso é a quantidade de prisões por embriaguez que tem sido registrada em Pomerode. 19 só neste ano. O número, para muitos, pode parecer singelo e quase insignificante para uma população de cerca de 30 mil habitantes.
Porém, se todos bem sabem, ou pelo menos uma grande e boa maioria, dirigir embriagado é crime - Lei 12.760 de 20 de dezembro de 2012 - logo, deveriam saber que quem desobedece essa lei, vai preso. Esse trabalho também compete à PM, prender esses bandidos. Sim, bandidos, pois andam na contramão do certo, do que é legal. 
Porém, o que acontece, é que essa criminalidade ao volante, que causa acidentes, mortes, tristezas, não é interpretada dessa maneira. Há pessoas criticando o trabalho da PM em fiscalizar o trânsito, sob a justificativa de que, “enquanto a polícia realiza blitz e bafômetros, carros são arrombados, casas assaltadas” e outros crimes são realizados. Ora, caro leitor. Pelo que está na Legislação, beber e dirigir também é crime. Não é o motivo dessa infração poder ser afiançável, que torna o cidadão bêbado ao volante, menos criminoso do que um assaltante.
Não somos hipócritas em não perceber que a criminalidade tem seus registros na cidade. Afinal, somos um veículo de comunicação e reportamos os crimes - inclusive acidentes causados por pessoas embriagadas - que acontecem em Pomerode. Porém, a criminalidade não aumenta apenas aqui; aumenta no Sudeste, no Norte. Em cada canto do país, essa é uma máxima norteada pela falta de legislação mais punitiva, mais severa. 
Parece que em Pomerode, a Lei deve ser cumprida, sim. Para os outros. Para “mim” não, pois se for aplicada a mim o órgão será denegrido nas redes sociais.
O problema do efetivo, tanto na PM, quanto Getran e também Polícia Civil, são sabidos pela maioria. E isso não é, também, exclusividade de Pomerode. Faltam policiais, falta estrutura, faltam equipamentos. Isso é responsabilidade do Estado.
Mas a grande questão é que na maioria das vezes em que a Polícia Militar realiza barreiras, alguém é preso por estar embriagado. Ou seja, esse é mais do que um problema social. É um problema em que as pessoas desafiam as leis e são pegas. E presas. E isso não é errado, afinal. É apenas a lei sendo cumprida. Pois, se houvesse respeito à legislação, à prova da “Lei Seca” policiais não precisariam se preocupar em pegar bêbados ao volante. Bêbados e bandidos. Sim, bandidos, pois não honram a Constituição, o Código de Trânsito e “por um copinho de cerveja”, mata


18 Junho 2016 12:59:52
$artigoImagemTitulo

Orgulho e dedicação resumem esse caminho de amor e sucesso

No dia 04 de fevereiro de 2015 eu assumi uma nova função dentro do jornal, depois de nove meses já fazendo parte da equipe! A primeira capa foi um “parto” repleto de ansiedade, de medo e expectativa para que tudo desse certo!
Foi e é uma baita responsabilidade! Mais responsabilidade ainda é ter esse compromisso com os nossos leitores, de toda semana levar informação de qualidade para a casa de cada um que recebe o nosso jornal com tanto carinho. Esse é um dos grandes combustíveis para fazer o que eu faço cada vez com mais amor! Porque, sim, meu coração tem uma boa parte ocupada por esse nome que hoje é um veículo de comunicação referência na cidade. Tenho plena certeza de que nada disso seria possível sem o comprometimento de toda a equipe. Dos que estão, dos que passaram e dos que ainda passarão por esta equipe fantástica. 
Hoje o Testo é um dos grandes amores que tenho, e devo isso, claro, à oportunidade dos gestores desse veículo de comunicação que com maestria conduzem diariamente o Testo; que me proporcionaram essa experiência única e que é um desafio diário. São muito mais de ganhos, do que de perdas. Novas e intensas experiências. Conheci inúmeras pessoas; umas ficaram, outras passaram, e outras ainda ficarão pra sempre. Foram muitos e muitos aprendizados. Foram noites viradas, insônias pela pauta perfeita, correria atrás da melhor notícia para os nossos leitores. Foi tudo muito positivamente inusitado. E eu só posso me orgulhar, ficar feliz e agradecer! 
Eu faço parte dessa equipe que dá um novo passo. Mas é um passo que certamente nos enche de alegria, de amor e de muito orgulho. O Testo tem crescido a cada edição. A resposta dos leitores, os respaldos positivos, tudo isso é o que nos motiva a cada quarta-feira fechar uma edição melhor.
Somos, sim, passíveis de erros, mas também acertamos! E nesses quatro anos entre erros e acertos, eu me orgulho muito do caminho que, unida, a equipe mais azul de Pomerode tem traçado. Eu não posso deixar de agradecer aos diretores do jornal e amigos Ismael e José pela oportunidade ímpar. Tenho tentado fazer o meu melhor, mas quero muito mais. Vocês, mais do que ninguém sabem disso e compartilham dos meus estresses, das minhas frustrações e dos meus ataques de fúria (risos). Obrigada por confiarem em mim e me proporcionarem essa experiência única.
Minha equipe linda que me atura diariamente nos meus ataques de loucura, que aguenta as minhas ideias mirabolantes e as minhas bronquinhas e momentos de estresse (mas é para o bem de todos). Obrigada pela parceria e pela paciência de sempre. Tenho certeza que estamos, todos, no caminho certo!
Que venham muitos mais aniversários pela frente! Esses foram apenas os quatro primeiros e já brindados com muito sucesso!


10 Junho 2016 15:17:18

Por Francielle Furtado

$artigoImagemTitulo

O respeito da forma mais sublime

Muito me deixa indignada, quando as pessoas não sabem, simplesmente, obedecer ou mesmo respeitar as leis de trânsito. Nesse caso específico, queria falar sobre a relação entre pedestres e motoristas. Pois bem, leitores. Existe um espaço exclusivo para o tráfego de veículos que é pista, a ciclovia que é para os ciclistas e a faixa de pedestres que serve para a travessia dos mesmos, como a própria sinalização nomeia. 
Nesta semana, indo para uma matéria, bem no Centro, no cruzamento da Rua Paulo Zimmermann com a XV de Novembro, em frente à farmácia Farmalan, um carro parou sobre a faixa de pedestres, uma pessoa desembarcou do veículo (que estava seguindo sentido zoológico) e se não bastasse, a pessoa cruzou a via, fora da faixa de pedestres. Uma sequência de erros e de desrespeito que não tem explicação. 
Existem, naquela região, quatro faixas de pedestres e ainda assim, muitas pessoas não as respeitam. Mas essa não é a primeira vez que me deparo com situação semelhante. Muito ouvi pedestres falarem que os motoristas não dão a vez, que eles não param, que não respeitam o pedestre. Se existem casos assim? Certamente. Mas isso não pode, de maneira alguma, justificar o erro das pessoas que não cumprem essas leis e as sinalizações. “Eu não atravesso na faixa porque o motorista não para”, não pode ser justificativa para esse erro. Nesse caso, na minha opinião, não há justificativa. Mas é preciso conscientização.
Como mencionei antes, há, sim, casos de motoristas que não respeitam as leis. Sempre existem situações assim. Mas há pedestres que acreditam que as leis não lhe valem; que, pelo fato de não haver uma “multa” para específica para essa situação, as leis não precisam ser cumpridas. A questão vai muito além de uma multa ou de “mexer no bolso”. Cumprir leis e regras é muito mais um ato de consciência e moral do que de pagar, literalmente, por um erro.
São esses pequenos delitos cometidos que não dão margem para que o povo reclame da roubalheira no cenário político-econômico do Brasil. Em dimensões bem diminuídas ou amplificadas, a prerrogativa é a mesma. É fazer errado, é não cumprir a lei, é simplesmente não respeitar o outro. Por mais clichê que possa parecer, o pedestre de hoje, pode ser o motoristas de amanhã. Se um respeitar o outro haverá ordem, paciência e respeito no trânsito. A consequência boa é que certamente, até os acidentes diminuirão e a harmonia reinará. Parece uma receita simples, não é?! E verdadeiramente é. Desde que as pessoas estejam dispostas a mudar hábitos, deixar de buscar justificativas e agir de forma correta. Mudar hábitos não é fácil, mas torna-nos melhores.


04 Junho 2016 11:16:38

É comum, mais do que você imagina

Muito tem se falado sobre o caso do estupro no Rio de Janeiro. As informações dão conta que cerca de 30 homens abusaram sexualmente uma adolescente. O fato chamou a minha atenção e certamente de grande parte da população brasileira. Depois de muita especulação e investigação, áudios dos possíveis acusados do estupro vazaram e divulgaram, supostamente, que a ação não foi um estupro e sim uma consequência de uma vontade da moça.
Tantos foram os manifestos, tudo o que precisava foi dito, divulgado, opinado. Algumas coisas até foram, vamos dizer, plausíveis. A questão é que diversas discussões surgiram ao redor do tema, desde as questões morais, até as mais feministas. Ideologias à parte a minha indignação é tão grande com diversos argumentos relacionados a isso, que tudo isso me deixa abismada, com raiva, enojada e indignada. Não estou colocando em xeque se o fato do Rio de Janeiro é ou não como tem sido divulgado. Não tenho argumentos, nem conhecimento para isso. Mas sou mulher e isso basta.
Eu não sou feminista e tampouco fui criada para ser uma. Eu fui, de verdade, criada para ser o que eu quisesse ser, independente se eu quisesse ser médica, astronauta, gari, jornalista, diarista ou qualquer coisa. Minha mãe me cobrava, sempre, que eu estudasse para ser alguém na vida. Ser alguém na vida para poder opinar, me defender, lutar por meus ideais e ser a pessoa que eu julgasse moralmente melhor pra mim. A minha base foi a melhor possível, tanto que aprendi com minha mãe e meus avós que não é uma roupa que faz a pessoa melhor ou pior; que não é cor de cabelo nem de pele que faz da pessoa um herói. Onde quero chegar com isso? Onde você começou a ler a coluna desta semana. Muito se falou que muitas mulheres “pedem” para ser estupradas, pois usam roupas curtas, saias coladas e decotes generosos. Quem compartilha dessa opinião, me desculpe, não tem o meu respeito. 
Muito embora, queridos leitores, o estupro na minha opinião não é apenas o ato em si. Toda vez que termos de baixo calão são usados para fazer referência à mulher, perde-se um pouco da dignidade. 
Muita gente esquece que nascemos de mulheres. Todos temos mães, irmãs, primas, avós, tias, amigas; e o caso do Rio tomou proporções tão grandes que me fizeram repensar diversas situações, como por exemplo: “se fosse alguém da sua família?”.
Casos assim acontecem muito mais do que se imagina. Talvez, nesse momento, na sua rua, no seu vizinho e você nem fica sabendo. Ninguém fica. Por medo, por preconceito, por tantos motivos que não deveriam ser assim.
Imoral é abusar de uma mulher, não usar uma saia curta. Imoral é corromper uma mulher dessa forma e achar isso normal. Imoral é achar argumentos para justificar um ato tão medíocre e achar que a culpa é da mulher. Imoral é estuprar e justificar o ato com vulgaridade.


27 Maio 2016 15:12:06

Por Francielle Furtado

E você, já exercitou a sua paciência hoje?

Eu pensei muito, muito, MUITO, antes de escrever a minha coluna desta semana. Mas cheguei à conclusão de que talvez outras pessoas compartilhem da mesma opinião e tenham posições semelhantes. Ou talvez não. Talvez nem concordem com o meu posicionamento. Mas o fato é, queridos leitores, que as pessoas hoje já não tem mais paciência. Não tem paciência no trânsito, o que causa muitos acidentes; nem no trabalho, o que causa muitas demissões; também nas relações familiares, gerando males entendidos e discórdias. Tampouco, para muitas pessoas, na vida. Isso mesmo. Existem pessoas que não conseguem fazer esse exercício mental e psicológico e acabam descontando a sua tensão em situações tão pequenas, tão ínfimas. Acredito que o excesso de impaciência na vida pode ser fruto da falta de paciência consigo mesmo.
A falta de paciência tem feito com que muitas pessoas se desesperem quando entram em contato com essa realidade na vida. Muitos conflitos, raivas e mágoas têm ganhado vida devido à impaciência. Porém, a paciência é uma virtude que não pode ser confundida com a tolerância excessiva, com a aceitação da falta de qualidade, com o não cumprimento do dever. Uma pessoa paciente não é aquela que aceita tudo. É aquela que tem domínio sobre o seu ser. Tanto é verdade que o contrário da paciência é a ira, a raiva, a falta de controle sobre suas emoções. E os melhores sinônimos da paciência são a serenidade e paz de espírito ou ainda a capacidade de resistência a influências externas e o domínio da própria vontade. Assim, quando digo que as pessoas estão perdendo a paciência, quero dizer que elas estão perdendo o controle sobre si mesmas e perdendo o domínio da própria vontade e se deixando levar pela emoção e não pela razão.
Benjamin Franklin afirmava que quem tem paciência, obtém o que deseja e Isaac Newton disse: “Se fiz descobertas valiosas, foi mais por ter paciência do que qualquer outro talento”.
A paciência é, pois, uma virtude que deve ser cultivada pelas pessoas. Ela pressupõe um exercício constante de empatia, ou seja, de se colocar no lugar uns dos outros. Paciência requer a humildade para respeitar opiniões alheias mesmo que delas discordando. E para viver com saúde e qualidade nos dias de grande mudança em que vivemos é preciso muita, mas muita paciência.


20 Maio 2016 13:14:42

O perigo das rodovias

Foram implantadas, finalmente as travessias elevadas na SC-421 e SC-110. Uma em Testo Central, quase em frente à entrada para o Vale do Selke e outra em frente C.E.I.M. Prof. Nora Krueger Dallmann, em Pomerode Fundos, respectivamente.  A reivindicação era antiga das populações locais e na última sexta-feira, elas foram implantadas parcialmente. Digo parcialmente pois faltava a pintura de sinalização, embora as placas de sinalização estavam colocadas no local. No mesmo dia começaram as polêmicas no “muro das lamentações”, quero dizer, nas redes sociais, sobre ambos os locais. Pois bem, queridos leitores. Analisando a situação como cidadã pomerodense e conhecendo o perfil de uma parte dos motoristas de nossa cidade, afirmo convictamente minha opinião que se divide em duas partes. Sim, faltou a pintura horizontal, ou seja, das faixas. Porém, tecnicamente nos foi explicado (mais detalhes na matéria acima que inicia na página 10), que não era possível fazer esse serviço, pois a massa asfáltica precisa estar totalmente seca. 
Apesar disso, as sinalizações verticais, ou também chamada de placas, foram colocadas antes mesmo da implantação das travessias. Logo, o fato me chama a atenção justamente para isso. Se existiam as placas anteriormente à implantação, não haveria motivo plausível para tais reclamações excessivas nas redes sociais. Outro ponto, é que se os limites de velocidade fossem efetivamente respeitados, acidentes ou quase acidentes, os “sustos”, as reclamações não precisariam acontecer.
Moradores da região confirmam que são raros, quase nulos os motoristas que respeitam a velocidade do local e que os carros “voam baixo” em ambas as rodovias. Devo chamar atenção para o seguinte: em ambas as travessias existem estabelecimentos de ensino próximos o que, certamente, não é desconhecido da população pomerodense.
A grande questão é o que o ser humano por natureza reclama. E nesse caso, foi solicitada uma solução para o local que já foi palco de alguns acidentes; alguns, inclusive, com vítimas muito graves que quase perderam a vida, a exemplo do menino Ademar (também relatado na matéria).
Então, como o pouco efetivo das polícias é de conhecimento geral, não há como fazer constante fiscalização na região. A solução encontrada e primorosamente executada, foi a implantação das travessias. Mas, agora, depois de prontas, elas se tornaram alvo de reclamações e “protestos” involuntários nas redes sociais.
Queridos leitores. Talvez, realmente, vocês não compartilhem da mesma opinião que a minha. Mas quero deixar claro que, se as pessoas reclamassem menos e nesse caso, cumprissem com a velocidade exigida das rodovias, nenhuma lamentação aconteceria. Afinal, só quem convive com os perigos dessas estradas diariamente sabe o risco que elas representam.


13 Maio 2016 15:00:07

Por Francielle Furtado

“VIVER. E não ter a vergonha de ser feliz...”

O coração é engraçado. Às vezes malvado, às vezes bonzinho. Em alguns momentos enrolado e outras tantas, decidido. Não, essa não é uma rima, muito menos um poema. As combinações das palavras foram ao acaso, assim como as peças que o coração prega na gente. É engraçado como a vida da gente toma rumos diferentes, numa velocidade absurda. E isso, nada tem a ver com a idade, nem com o tempo. São coisas que acontecem e ponto final. Quem diria, hein?! Quem poderia saber?! O “pior”, (ou melhor) de tudo isso, é que essas experiências sempre nos trazem algum aprendizado. Paixões, amores, desamores, ilusões, felicidades, amizades. Basta viver. E a cada dia, Deus nos dá uma nova chance de abrir os olhos, respirar fundo e viver. A maior chance, é ele quem dá. Aproveitá-la, ou não, é uma decisão muito particular. Em meio a tantas coisas que oprimiram meu coração nos últimos tempos, eu preferi, sempre, “erguer a cabeça, meter o pé e ir na fé, levando a tristeza embora”, porque a cada instante eu tinha (e tenho) certeza de que um novo dia irá raiar e que a minha hora vai chegar. E essa hora é divina, essa hora é cada segundo da vida; desse presente perfeito. Eu não posso ser hipócrita e dizer que eu não reclamo. Sou humana, afinal. Mas minha filosofia de vida, por vezes me assusta. Sim, ME assusta. Mas eu gosto disso. Eu gosto de me “acostumar” com as coisas, me sinto melhor descartando sentimentos, por exemplo, que não me fazem bem, deixando para trás (infelizmente), pessoas que não me acrescentam e que querem apenas, sugar o meu melhor. Precisamos aprender a descartar “desimportâncias”, ignorar banalidades e multiplicar as coisas positivas. A vida é bela, vai?! Não há justificativa plausível o suficiente para não vivê-la e não ter vergonha de ser feliz. 
Um certo dia me perguntaram qual era a minha receita para ser TÃO feliz (segundo a pessoa que me questionou). A resposta foi simples: eu vivo, mas vivo intensamente. E não me importo com o que os outros vão dizer. Porque, afinal de contas, quem faz a minha felicidade, sou eu. Em seguida, outra pergunta: - Mas você não têm problemas?
Problema... essa sempre foi uma palavra engraçada para mim. Falando “sério”, quem no mundo não tem esse bichinho chamado “problema”? A questão toda, é que eu não faço deles um monstro. Torno-os acidentes de percurso, em um caminho ao longo da vida. Sim, eu choro, eu sofro, eu “desamo”, me iludo, perco a paciência, grito. Mas em compensação, eu amo, me apaixono, canto, danço, pulo e vivo. Vivo in-ten-sa-men-te. E o melhor. Ser feliz não custa caro. Ser feliz faz bem. Ser feliz é ser feliz. Não há roteiro pronto. Cada um faz o seu. Cada um vive como quiser e como achar melhor. Basta aproveitar mais essa oportunidade. Vai demorar? Demora não, a sensação é ótima! Vem comigo?!


06 Maio 2016 20:25:27

Por Francielle Furtado

Limites do bem

“Essa semana, quando estive num mercado da cidade, me deparei com uma situação, no mínimo, angustiante. Em um dos corredores, uma mãe e um menino de uns seis anos estavam numa discussão ferrenha sobre um sabonete de algum personagem infantil. A criança queria, sobretudo, aquele produto e a mãe dizia que não. Cada vez mais o tom de voz do menino ia aumentando, até que se transformaram em gritos e um choro muito alto. A mãe, para tentar conter o filho soltou a seguinte frase de repreensão: “Se você não parar de chorar, eu vou chamar a polícia e eles vão te levar”. O fato ficou durante dias na minha cabeça e eu fiquei pensando muito a respeito. 
Por que da minha indignação? Primeiro porque, de certa forma, a mãe está criando uma ideia de que a polícia é ruim (já que naquele momento a situação era contrária para o garoto). As pessoas precisam entender que gerar essa imagem de repreensão negativa para a polícia não é positivo, nem para a criança e nem para a sociedade. A polícia não faz o mal. Muito pelo contrário, os policiais demandam seu tempo e sacrificam (muitas vezes literalmente) suas vidas em prol da segurança da família de centenas de desconhecidos. Polícia é para manter a ordem, não para fazer o mal. “Mal” a polícia faz para quem anda na contramão da lei, do que é certo, do que é permitido. Polícia só faz “mal” para quem assim o faz. E vamos entender e aceitar que não é um mal, é o cumprimento da lei para quem a infringe. Ponto final. Nossos policiais precisam ser colocados no posto de heróis, de salvadores, de benfeitores da comunidade e para a sociedade. Por inúmeros motivos, sim. Por exercerem diariamente a Segurança Pública, por trabalhar por salários defasados e fazerem o trabalho de outros mais policiais necessários, em função da falta de efetivo. Policiais precisam ser mostrados como amigos, como quem faz o bem.
Já o segundo ponto que me chamou a atenção é a questão da mãe não conseguiu conter a criança e impor os limites necessários para a situação. Não, leitores. Eu ainda não sou mãe e não sei a “dor e a delícia” de ter parte do meu coração fora do meu corpo. Porém, tive exemplos de limites impostos pela minha mãe, pela minha família. Onde não é não é sim é sim. Desobedecer a uma ordem era motivo de um tapa bem dado. Porém, na maioria das vezes, apenas um olhar de reprovação já bastava para que meu irmão e eu parássemos com a “extravagância do limite”. Educação vem de casa e vem de berço. Limites então, nem se fala. Impor limites para crianças hoje, evita, em muitos casos, a geração de pequenos marginais da sociedade. Marginais esses, que talvez serão abordados pela polícia, mas não para serem levados para casa por causa de uma birra no meio do supermercado; mas sim por infringirem a lei. Limite se impõe em casa; pela família ou pelos responsáveis, não se passa a responsabilidade do caráter para a polícia ou para terceiros.


05 Maio 2016 15:15:13

Tecnologia

“Para começar, ele nos olha, nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho, ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!” 
Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.
Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.
Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.”
Luis Fernando Verissimo


22 Abril 2016 21:38:46

Por Francielle Furtado

Uma “desomenagem” ao povo

Eu lembro, vagamente do processo de impeachment de Fernando Collor, lá em 1992. Eu era uma criança, mas acompanhava a exorbitância da inflação através de, por exemplo, espera de horas e horas em postos de gasolina em busca do combustível mais barato. Entre outras situações, no supermercado, por exemplo. O impeachment de Collor teve como início um escândalo de corrupção que estava diretamente ligado ao nome do presidente. Mas o pano de fundo dessa história teve como ingredientes indispensáveis a fraca sustentação política do governo, com poucos partidos de peso apoiando o presidente, além da profunda crise econômica do país, que havia apenas piorado com as medidas controversas adotadas pelo próprio governo Collor. Tudo isso causou grande insatisfação popular, além de gerar uma forte oposição ao presidente no Congresso. Esses são típicos elementos que podem levar ao impeachment de uma figura pública. Na época em que tudo isso aconteceu, eu sabia que algo acontecia, mas não sabia exatamento o quê e porquê.
Hoje, Collor à parte, o que me deixou intrigada na sessão da Câmara dos deputados, realizada no último domingo, foi a falta de consideração com o povo brasileiro. Ora, caros leitores, o que estava em votação era o seguimento do processo de impeachment e não homenagens às famílias de cada um dos políticos. Por mais que o “sim” ou o “não” eram dados em nome do povo, ou “pelo povo”, isso não dá direito aos políticos extrapolarem com os ouvidos e subestimarem a inteligência dos brasileiros.
Para quem não sabe, essa sessão, como foi realizada num domingo, gerou horas extras para os nossos 513 deputados federais, cujo salário bruto é de R$ 33.763,00 (isso sem contar os benefícios que eles recebem). A sessão durou  nove horas e 47 minutos; a votação, seis horas e dois minutos. Vamos supor que eles trabalhassem na carga horária da maioria dos brasileiros, de 220 horas mensais; o cálculo rápido e superficial seriam horas extras de R$ 3.303,15, cada um. Mas é preciso multiplicar esse valor por 511 (pois dois não estiveram presentes). Logo, temos um montante de R$1.687.909,65. Isso mesmo! Um milhão, seiscentos e oitenta e sete mil, novecentos e nove reais e sessenta e cinco centavos. E vejam quem pagou, novamente essa conta: o povo; nós brasileiros, que ouvimos ladainhas estúpidas da maior parte dos deputados federais. Faltou eles mandarem um beijo para a “Xuxa e um pra você”. Eu verdadeiramente não consigo entender como eles desrespeitam tanto a população e um momento político tão importante da história brasileira. Tentativa de garantir votos? De ganhar audiência? De mostrar serviço, sendo que muitos deles não aparecem na mídia pelos projetos que apresentam ou deixam de apresentar, ou quiçá nem aparecem em muitas sessões. Seria muito mais simples votar apenas “sim” ou “não”. Isso pouparia a paciência, tempo e dinheiro do povo. 
Outro ponto abusivo, na minha opinião, foi a falta de hombridade de muitos deputados de seguir a determinação do partido, enquanto deixavam claro que a sua opinião era contrária, fosse ela contra ou a favor do impeachment. Seria muito mais honesto da parte deles deixarem a politicagem imbecíl de lado e pensarem nas próprias opiniões e no que é melhor para o povo nesse momento, independente de qual lado optassem. Tão hipócrita quanto “seguir o fluxo” do partido, é a abstenção do voto. Infelizmente, essa, talvez, seja a situação mais lamentável de todas, já que os deputados que não tiveram coragem de se manifestar, simplesmente foram pelo caminho mais fácil e menos ético de não votarem. Simples: mais um motivo para a vergonha brasileira. Talvez o ditado “Quem não deve não teme”, nunca fez tanto sentido.
Por fim, acho ainda mais chocante a questão dos políticos aliados à presidente Dilma chamarem tudo isso de golpe. Não sou partidarista, não sou filiada a nenhum partido, mas sou cidadã brasileira, com muito amor à pátria e que acompanho o desenrolar das consequências econômicas, sociais e políticas que o atual cenário apresenta. Golpe, queridos delitores, não é tentar tirar a presidente do cargo, afinal, o impeachment está resguardado pela Constituição Federal. Golpe mesmo, é o que as milhares de pessoas que perderam seus empregos sofreram nesses últimos meses. Mas isso, “infelizmente”, a política ainda não se deu conta. Ou talvez são apenas os interesses políticos que falam mais alto. Afinal, o povo não sabe de nada não é?! Pagamos o salário de todos eles, enquanto as famílias de grande parte dos brasileiros sofrem com o desemprego e o cenário econômico que de “tranquilo e favorável” não tem nada.


15 Abril 2016 15:01:19

Por Francielle Furtado

Um amor único

Nesta semana, mais precisamente no dia 13 de abril, foi comemorada uma das datas mais importantes da minha vida. O aniversário de 80 anos do meu avô materno. O meu Opi (sim, ao invés de opa eu o chamo de Opi) é daqueles pais de família bem coruja, cuja família é o bem mais precioso. Aí, queridos leitores, talvez vocês estejam me questionando em pensamento, porque o aniversário dele é uma das datas mais importantes para mim. Pois bem; meu avô é o homem mais importante da minha vida. Ele foi além de avô, meu pai desde os quatro anos e meio e minha referência de homem, de provedor de família, de ser humano. O S. Alidor Wollick é daquelas pessoas que têm o coração do tamanho do mundo e que ama incondicionalmente a família. Ele tem um jeito bem particular de ser, de amar, de proteger. Aos nove anos, com a morte do pai, ele precisou assumir a família inteira. A mãe e mais cinco irmãos, e dentre esses, um casal de gêmeos com apenas alguns dias. 
Eu não tenho como admirar mais uma pessoa na minha vida, se não o meu avô. Tanto o opi, quanto a omi, são a razão da minha vida. E foi por isso que eles entraram comigo na igreja quando casei. 
Meu avô é como um herói pra mim, mesmo que ele não tenha uma capa, um escudo, ou uma espada. É ele, com um jeito singular de abraçar, de olhar e amar, que me aconselha e me ajuda a ser uma pessoa melhor. Sei que recebi, junto com meu irmão, um bônus da vida e do papai do céu, de ter o Opi nas nossas vidas.
Então, por isso, às vezes, eu olho para ele e pra Omi e penso, reflito e analiso se eu estou no caminho certo para me tornar ao menos uma parcela do ser humano que eles são. E nessa reflexão toda, eu sei que talvez eu não consiga ser como eles, mas sei que eles conseguem ser chão quando precisamos de suporte, são asas quando estamos prontos para voar. 
Encontrei, certa vez, um texto falando de avós. E um trecho é exatamente assim: “Eles sabem ser tão suaves e tão fortes ao mesmo tempo! Eles nos acalmam como ninguém, são verdadeiros pais com açúcar e nos derretem de tanto amor. Basta um café na casa da vovó para resolver qualquer problema. Basta um conselho do vovô para nos encher de sabedoria. No olhar deles sempre encontramos compreensão, as mãos nunca estão cansadas demais para um carinho e o abraço traz um pedacinho do céu”.
No fim desse dia, justamente no dia do aniversário dele, eu escrevo a minha coluna. Sinceramente?! Nunca foi tão difícil escrever de alguém. Dizem que quando há amor, escrever fica tão fácil. Hoje eu discordei desse pensamento e vi que mesmo com toda a inspiração que eu tenho comigo não basta, mesmo somada ao amor. Falar de admiração é sempre mais intenso, mais volúvel. Assim como fiquei, porque a emoção só de pensar o Opi tomou conta de mim.
Talvez eu não chegue a ser assim como o Opi e a Omi. Talvez eu não consiga ter esse pique, essa forma de ver a vida e talvez eu já os tenha decepcionado. Mas não foi por querer; não foi para magoar quem eu tanto amo e por quem dou minha vida. Talvez tenha sido pela tentativa de voar com as minhas próprias asas sem ter a proteção do ninho. Mas a certeza é de que meu amor é único, sublime, puro e verdadeiro.
Nessa data eu só posso agradecer por tê-lo na minha vida, mesmo que às vezes, a correria do dia a dia não me permita ir tomar uma café com eles todos os dias. Mas sei que aquelas vezes, que eu chego de surpresa e ainda deito na cama entre os dois, atrapalhando aquela sonequinha da tarde de ambos, compensa. Pra eles e pro meu coração.


08 Abril 2016 11:33:23

Por Francielle Furtado

Tire um tempo para descansar
Quem me conhece sabe bem o quanto sou “worhaholic”, ou seja, viciada em trabalho. Tirar dez dias de férias, foi, pra mim, um misto de angústia e satisfação. Angústia porque me veria longe de uma das coisas que mais amo fazer: trabalhar. E satisfação por poder me reenergizar, colocar ideias em ordem, descansar e desfrutar do famoso “dolce far niente” bem ao estilo “Carpe diem”. Ou seja, leitores, fazer nada e aproveitar o dia. E foi isso que fiz nesse período de dez dias longe da correria, da instantaneidade, da loucura (boa) que é o jornalismo. Pude aproveitar cada segundo e me dedicar ao descanso, ao esvaziar a mente de forma entregue e completa. Claro que aproveitar assim dependia de duas coisas: da minha capacidade de acionar o botãozinho “off” e da confiança da equipe que nesses dez dias se sobrecarregou, tenho certeza. Mas estou mais certa e convicta de que cada um cumpriu o seu papel com maestria e fizeram um dos melhores jornais da história do Testo. 
Tenham certeza que acionar o botão off foi muito, mas muito difícil. Mas depois que ele ligou... Ah, minha gente, ele ligou pra valer! 
O fato é que poder estar ausente do “mundo real” proporciona sensações e experiências valiosas. Para a mente e também para o corpo. Afinal, “mente sana in corpore sano”.
Confesso que escrevo essa coluna ainda de férias, o que me acalenta um pouco o coração e me faz matar a saudade do jornalismo, que já brota em mim.
Mas reitero a máxima de que é preciso dar um tempo para si mesmo. Apreciar pequenos detalhes que fazem a diferença. Fazem que possamos aproveitar a vida na essência e lembrar de situações e sensações que na correria esquecemos de saborear. Porém, férias são boas; mas também é muito bom voltar ao trabalho.
Nessa coluna, também um agradecimento especial à Redação do Testo. Foi por causa deles que pude desfrutar desse “encontro comigo” com calma e tranquilidade. Obrigada equipe “maravida”, vocês são os melhores. Vocês são demais!
Ah, queridos leitores! Novamente, trabalhem, trabalhem muito e com amor, mas lembrem-se de apreciar os momentos em família, de paz e tranquilidade. Isso, também, não tem preço!
Até semana que vem, de volta à ativa!





Endereço: Avenida 21 de Janeiro, 1845, Centro - Pomerode SC
Fone: (47) 3387-6420 | Whatsapp: (47) 99227-2173 | jornalismo@testonoticias.com.br
Sobre o jornal | Facebook | Instagram | YouTube