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Pobreza, a solução é evidente

Uma pessoa será mais pobre que a outra quando possui menos bens e serviços à sua disposição para satisfazer suas necessidades. Os pobres são pobres exatamente porque não possuem um mínimo de suas necessidades materiais satisfeitas.

No caso de países, a situação é similar. Quanto mais bens e serviços disponíveis a seus habitantes, melhor será sua condição de vida e menor será o nível de pobreza.

Colocando de outra forma, o padrão de vida de um país é determinado pela abundância de bens e serviços. Quanto maior a quantidade de bens e serviços ofertados, e quanto maior a diversidade dessa oferta, maior será o padrão de vida da população. Quanto maior a oferta de alimentos, quanto maior a variedade de restaurantes e de supermercados, de serviços de saúde e de educação, de bens como vestuário, imóveis, eletrodomésticos, materiais de construção, eletroeletrônicos e livros, de pontos comerciais, de shoppings, de cinemas etc., maior tenderá a ser a qualidade de vida da população.

Logo, a solução para a pobreza está exatamente em facilitar ao máximo o crescimento econômico. E, para que isso ocorra, o óbvio tem de ser feito: desburocratizar, desregulamentar, reduzir impostos (o que implica reduzir gastos do governo) e ter uma moeda forte.

O crescimento econômico é fácil e natural; depende apenas de o governo permitir.

Embora possua falhas, o melhor indicador para retratar a verdadeira riqueza de um país ainda continua sendo o PIB per capita. Essencialmente, o PIB per capita representa a divisão entre o total de bens e serviços produzidos por uma economia e o total de sua população. O indicador busca apresentar uma mensuração média da riqueza dos indivíduos de cada país.

No Brasil o Governo pune a riqueza, por meio de Impostos, do trabalhador sobre os salários, de todos sobre os impostos tipo IPI, ICMS, PIS, COFINS, IPTU, Taxas de todo tipo, sobre consumo, moradia, locais de trabalho, chegando a cobrar Imposto de Renda sobre salários irrisórios, e pior, sobre lucros e rendas de forma gigantesca, tirando capital produtivo para aplicar em coisas improdutivas, sob o pretexto de "Redistribuir Riquezas", punindo a riqueza, de tal forma que lentamente todos ficam mais pobres, já que os valores arrecadados, via de regra, desaparecem pelos ralos da corrupção ! Nos últimos três anos houve uma queda no PIB per capita de 9.37%, ou seja, ficamos quase 10% mais pobres em custo período de tempo.


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