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Cid Lang

Economia

07 Março 2019 10:22:00

Está inadimplente? Como sair do problema

Para solucionar o problema de inadimplência são necessárias algumas medidas, as quais podem-se destacar:

1. Fazer um acompanhamento mensal de suas receitas e despesas, verificando as despesas fixas e variáveis. Desta forma, será identificado exatamente o problema a ser resolvido. O que é obrigatório, como por exemplo, moradia, educação, alimentação, e o que pode ser abonado como cartão de crédito ou carnê de loja;

2. Para sair da inadimplência o correto é, primeiramente, admitir a dívida, reconhecer o erro e, assim, procurar negociar com o credor, seja este, operadora de cartão de crédito, cheque especial ou loja. Sendo o primeiro o que mais se deve tomar cuidado, pois, é o que possui juros mais altos;

3. Uma maneira possível é refinanciar essa dívida para ter prazos mais longos e juros mais baixos, pegando, por exemplo, um empréstimo pessoal ou algum crédito consignado, que tem taxas de juros menores.

Mas a melhor solução é sempre evitar gastos desnecessários, desta forma, são necessárias algumas medidas preventivas:

1. Para o cartão de crédito é importante entender que ao comprar com ele você compromete sua renda futura, assim, o melhor é não fazer compras de valores altos ou com várias parcelas e evitar compras seguidas;

2. Para compra no carnê, o ideal é pesquisar taxas em diferentes estabelecimentos, pois a diferença entre as taxas é muito grande. Fique atento aos parcelamentos pois os juros intrínsecos nestes são exorbitantes. Compare as condições dos diversos prazos possíveis, não apenas o valor da prestação, também o valor dos juros pagos. É importante também ler o contrato com bastante atenção antes de assiná-lo;

3. Quanto aos financiamentos de casas e carros, estes requerem planejamento. É importante saber que junto com as parcelas de financiamento do carro, vêm seguro, IPVA, licenciamento, seguro obrigatório, além de, combustível, manutenção, pneus, etc. Se considerar viável a aquisição, compare as taxas oferecidas, não aceite a primeira opção de financeira oferecida pelo vendedor, evite financiamentos longos com mais de 48 meses, devido a manutenção do veículo e não comprometa mais do que 10% de sua renda com a parcela.

Para a casa própria, o ideal é poupar para uma aquisição à vista, a segunda possibilidade mais correta é uma poupança para servir de entrada na compra. Se for financiar poderá fazer total ou parcialmente, pesquise e simule o valor da prestação e o valor final do imóvel, avalie e compare os juros. As taxas de juros são menores nos financiamentos cuja fonte de recursos é o FGTS. E lembre-se, suas parcelas devem enquadrar-se em seu orçamento mensal. O ideal é que o financiamento não comprometa mais que 30% da renda mensal da família.


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