Cid Lang
15 Março 2019 08:13:00

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Economia na visão do Barão de Itararé

Aparicio Torelly adotou o pseudônimo de Barão de Itararé para publicar em seu periódico A MANHA, não confunda com A Manhã , em 1926, onde jocosamente fazia criticas sócio políticas. Segue uma série sobre Economia, atual até hoje: 

De onde menos se espera, daí é que não sai nada. 

O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro. 

Um bom jornalista é um sujeito que esvazia totalmente a cabeça para o dono do jornal encher nababescamente a barriga. 

Pobre, quando mete a mão no bolso, só tira os cinco dedos. 

Cleptomaníaco: ladrão rico. Gatuno: cleptomaníaco pobre. 

O erro do governo não é a falta de persistência, mas a persistência na falta. 

Orçamento é uma conta que se faz para saber como devemos aplicar o dinheiro que já gastamos. 

Negociata é todo bom negócio para o qual não fomos convidados. 

O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro. 

Quando pobre come frango, um dos dois está doente. 

Os juros são o perfume do capital. 

Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades. 

O fígado faz muito mal à bebida. 

Se você tem dívida, não se preocupe, porque as preocupações não pagam as dívidas. Nesse caso, o melhor é deixar que o credor se preocupe por você. 

O homem que se vende recebe sempre mais do que vale. 



Cid Lang
07 Março 2019 10:22:00

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Está inadimplente? Como sair do problema

Para solucionar o problema de inadimplência são necessárias algumas medidas, as quais podem-se destacar:

1. Fazer um acompanhamento mensal de suas receitas e despesas, verificando as despesas fixas e variáveis. Desta forma, será identificado exatamente o problema a ser resolvido. O que é obrigatório, como por exemplo, moradia, educação, alimentação, e o que pode ser abonado como cartão de crédito ou carnê de loja;

2. Para sair da inadimplência o correto é, primeiramente, admitir a dívida, reconhecer o erro e, assim, procurar negociar com o credor, seja este, operadora de cartão de crédito, cheque especial ou loja. Sendo o primeiro o que mais se deve tomar cuidado, pois, é o que possui juros mais altos;

3. Uma maneira possível é refinanciar essa dívida para ter prazos mais longos e juros mais baixos, pegando, por exemplo, um empréstimo pessoal ou algum crédito consignado, que tem taxas de juros menores.

Mas a melhor solução é sempre evitar gastos desnecessários, desta forma, são necessárias algumas medidas preventivas:

1. Para o cartão de crédito é importante entender que ao comprar com ele você compromete sua renda futura, assim, o melhor é não fazer compras de valores altos ou com várias parcelas e evitar compras seguidas;

2. Para compra no carnê, o ideal é pesquisar taxas em diferentes estabelecimentos, pois a diferença entre as taxas é muito grande. Fique atento aos parcelamentos pois os juros intrínsecos nestes são exorbitantes. Compare as condições dos diversos prazos possíveis, não apenas o valor da prestação, também o valor dos juros pagos. É importante também ler o contrato com bastante atenção antes de assiná-lo;

3. Quanto aos financiamentos de casas e carros, estes requerem planejamento. É importante saber que junto com as parcelas de financiamento do carro, vêm seguro, IPVA, licenciamento, seguro obrigatório, além de, combustível, manutenção, pneus, etc. Se considerar viável a aquisição, compare as taxas oferecidas, não aceite a primeira opção de financeira oferecida pelo vendedor, evite financiamentos longos com mais de 48 meses, devido a manutenção do veículo e não comprometa mais do que 10% de sua renda com a parcela.

Para a casa própria, o ideal é poupar para uma aquisição à vista, a segunda possibilidade mais correta é uma poupança para servir de entrada na compra. Se for financiar poderá fazer total ou parcialmente, pesquise e simule o valor da prestação e o valor final do imóvel, avalie e compare os juros. As taxas de juros são menores nos financiamentos cuja fonte de recursos é o FGTS. E lembre-se, suas parcelas devem enquadrar-se em seu orçamento mensal. O ideal é que o financiamento não comprometa mais que 30% da renda mensal da família.


Cid Lang
01 Março 2019 09:11:00

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Convencimento, a alavanca do consumismo

O consumismo é algo que surgiu na segunda metade do século XX, pressionando não mais pelo fato de carecer, e sim pelos desejos. Já o consumo, é uma conjuntura que sempre existiu para suprir aquilo que necessite, representando a sobrevivência de qualquer pessoa, sendo uma necessidade primordial. 

Predominantemente nossa sociedade não se dirige mais apenas no consumo por necessidade, e sim, também, pelo consumismo de bens que não necessitem, onde acabam sendo pressionados pelas publicidades e reconhecimento social. 

Atualmente no mundo capitalista em que vivemos, a consumação é incentivada pelas empresas, nas quais, em grande maioria, são influenciadas através da mídia. Muitos o entendem como sinal de status, riqueza, ostentação e de estar ligados com as novidades do mercado. 

Em consequência disso, vê-se, quase sempre, a aquisição de produtos que originam-se do modismo, onde chegam por meio de novelas, desfiles, comerciais, etc. 

No entanto, um dos pontos que mais nos preocupam é saber até que estágio chegará. Se continuarmos com esse consumo desnecessário, poderemos gerar assim, impacto tanto ambiental (matéria-prima), psicológico, físico e até mesmo financeiro. 

Uma das necessidades de aplicação ao consumo desnecessário é estudar sobre as variadas formas de economizar. Portanto, não existe uma cura, e sim, tentar evitar ao máximo a questão do gasto supérfluo. 

Em suma, podemos considerar que o consumo, é algo necessário e simples a qualquer pessoa.  

Já, no entanto, colocando em pauta o consumismo, podemos perceber que é algo que sempre estará provindo das influências do mercado, da mídia e do psicológico de qualquer um.


Cid Lang
15 Fevereiro 2019 10:28:00

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Entenda o comércio

Nos primórdios da humanidade, nos tempos dos homens da caverna, surgiu um sistema de trocas entre as pessoas, por exemplo, a troca de uma lança feita de madeira por um artesão, por uma pele de animal para proteção ao frio obtida por um caçador. Era o comércio rudimentar, existente até hoje, por exemplo, quando um menino troca com seu amigo um carrinho de brinquedo por clicas de vidro, simples assim!

O comércio baseia-se na troca voluntária de produtos. As trocas podem ter lugar entre dois parceiros (comércio bilateral) ou entre mais do que dois parceiros (comércio multilateral). Na sua forma original, o comércio fazia-se por troca direta de produtos de valor reconhecido como diferente pelos dois parceiros, cada um valoriza mais o produto do outro. Os comerciantes modernos costumam negociar com o uso de um meio de troca indireta, o dinheiro. É raro fazer-se troca direta hoje em dia, principalmente nos países industrializados. Como consequência, atualmente podemos separar a compra da venda. A invenção do dinheiro (e subsequentemente do crédito, papel-moeda e dinheiro não-físico) contribuiu grandemente para a simplificação e promoção do desenvolvimento do comércio.

O comércio beneficia ambos os parceiros, porque se um não fosse beneficiado ele não participaria da troca, e rejeitam a noção de que toda a troca tem implícita a exploração de uma das partes. O comércio, entre locais, existe principalmente porque há diferenças no custo de produção de um determinado produto comerciável em locais diferentes. Como tal, uma troca aos preços de mercado entre dois locais beneficia a ambos.

O comércio pode estar relacionado à economia formal, legalmente estabelecido, com firma registrada, dentro da lei e pagando impostos, ou pode ainda estar relacionado à Economia Informal, que são as atividades à margem da formalidade, sem firma registrada, sem emitir notas fiscais, sem pagar imposto.

Para reflexão: Imagine como seria a sua vida sem comerciantes, sem dinheiro, sem cheque, sem cartão de crédito e sem a velha caderneta das padarias!


Atenção
15 Fevereiro 2019 09:00:00

Micro Empreendedores Individuais devem ficar atentos

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Com as oscilações no mercado de trabalho e na economia, muitos brasileiros tiveram que se reinventar para dar conta dos compromissos do dia a dia. Trabalhar por conta própria e abrir o próprio negócio se tornou uma boa solução, atraindo ótimos resultados e criando uma série de oportunidades. Uma delas é a de se tornar um microempreendedor individual (MEI), forma fácil e rápida de se obter o CNPJ, garantindo formalidade, estabilidade e uma série de benefícios.

De acordo com o levantamento da MEI Fácil, plataforma digital para quem já é ou quer se tornar um microempreendedor individual, os brasileiros têm encontrado essa saída para seus respectivos negócios: em 2018 houve crescimento de 18% na abertura de CNPJs deste tipo no país, algo próximo a dois milhões de cadastros feitos, recorde absoluto no setor, se comparado aos 1,7 milhão novos cadastros abertos em 2017.

Além de ter o CNPJ, o MEI garante benefícios ao microempreendedor, como, por exemplo: ampliar as formas de pagamento e recebimento, maior chance de se conseguir um empréstimo, emissão de notas fiscais, contribuição para o INSS de forma simples, entre outras vantagens.

Alterações importantes 

Algumas importantes alterações para quem é microempreendedor individual foram publicadas através da Resolução CGSN nº 143, de 11 de Dezembro de 2018, que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2019. De acordo com a agente de Desenvolvimento em Pomerode, Aline Natana Bublitz, algumas ocupações deixaram de ser autorizadas e outras sofreram modificações." O MEI que atue nessas atividades terá que solicitar seu desenquadramento no Portal do Simples Nacional. O desenquadramento de ofício dessas ocupações, por parte das administrações tributárias, poderá ser efetuado a partir do segundo exercício subsequente à supressão da referida ocupação", explica.

Aline orienta para que quem tiver dúvidas ou precisar fazer o desenquadramento, procure a Sala do Empreendedor, que está localizada na Prefeitura de Pomerode, ou entre em contato pelo telefone (47) 3387-7215.

Modificações

Em virtude de nova versão dos códigos da CNAE a partir de 2019, duas ocupações foram desmembradas. 

Ocupações suprimidas:

Comerciante de peças e acessórios para motocicletas e motonetas independente

Proprietário(a) de bar e congêneres independente

Ocupações incluídas:

Comerciante de peças e acessórios novos para motocicletas e motononetas independente

Comerciante de peças e acessórios usados para motocicletas e motononetas independente

Proprietário(a) de bar e congêneres, sem entretenimento, independente

Proprietário(a) de bar e congêneres, com entretenimento, independente

Já a ocupação "Comerciante de animais vivos e de artigos e alimentos para animais de estimação independente" passa ser descrita como "Comerciante de artigos e alimentos para animais de estimação (pet shop) independente (não inclui a venda de medicamentos)"

Quem deixa de ser MEI

A partir de 2019 deixarão de ser autorizadas para o MEI as seguintes ocupações: 

? Abatedor(a) de aves independente 

? Alinhador(a) de pneus independente

? Aplicador(a) agrícola independente

? Balanceador(a) de pneus independente

? Coletor de resíduos perigosos independente

? Comerciante de extintores de incêndio independente

? Comerciante de fogos de artifício independente

? Comerciante de gás liquefeito de petróleo (glp) independente

? Comerciante de medicamentos veterinários independente

? Comerciante de peças e acessórios para motocicletas e motonetas independente

? Comerciante de produtos farmacêuticos homeopáticos independente

? Comerciante de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas independente

? Confeccionador(a) de fraldas descartáveis independente

? Coveiro independente

? Dedetizador(a) independente

? Fabricante de absorventes higiênicos independente

? Fabricante de águas naturais independente

? Fabricante de desinfestantes independente

? Fabricante de produtos de perfumaria e de higiene pessoal independente

? Fabricante de produtos de limpeza independente

? Fabricante de sabões e detergentes sintéticos independente

? Operador(a) de marketing direto independente

? Pirotécnico(a) independente

? Produtor de pedras para construção, não associada à extração independente

? Proprietário(a) de bar e congêneres independente

? Removedor e exumador de cadáver independente

? Restaurador(a) de prédios históricos independente

? Sepultador independente


Cid Lang
07 Fevereiro 2019 11:01:00

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Consumismo x Consumo

A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário. Já o consumismo, na definição da palavra, se caracteriza pelos gastos excessivos em produtos supérfluos. A necessidade de consumo pode vir a tornar-se uma compulsão, uma patologia comportamental. Pessoas compram compulsivamente coisas de que necessariamente não precisam. O vício e a compra desenfreada são exemplos de compulsão, um consumo não movido por uma necessidade objetiva, mas por um desejo de possuir algo cujo significado é essencialmente simbólico.

A sociedade capitalista da atualidade é marcada por uma necessidade intensa de consumo, seja por meio dos mercados internos, seja por meio dos mercados externos, já que um aumento do consumo, registra-se uma maior necessidade de produção, que para atender a esta demanda gera cada vez mais empregos, que aumentam a renda disponível na economia e que acaba sendo revertida para o próprio consumo. O excesso de todo este processo leva a uma intensificação da produção e consequente aumento da extração de matérias-primas e do consumo de energia, muitas vezes, de fontes não-renováveis.

A imitação é um item notável no consumismo. Algumas pessoas de classes sociais mais baixas e também algumas de classes mais altas possuem tendência a imitarem e ansiarem as posses de pessoas de maior representação social, como celebridades. Ou seja, a sociedade cria um padrão, que tende a ser seguido pelas pessoas. Algumas mulheres, por exemplo, geralmente escolhem um corte de cabelo, roupas, sapatos e acessórios da moda com base em alguma atriz famosa.

Estes são os tipos de consumidores, e todos são alvos, mais fáceis, ou difíceis, dos vendedores:

Racional: O consumidor sabe o que quer comprar e compara preços. Às vezes influencia-se pela promoção e pela publicidade, mas o resultado pode ser o oposto caso se sentir enganado.

Impulsivo: O ato de comprar serve para canalizar o estresse, reforçado pelo próprio shopping Center ou supermercado, produzindo uma sensação de prazer imediato.

Compulsivo: Para esse tipo de comprador, a necessidade de comprar é comparável à de um viciado em drogas. Para os psiquiatras, trata-se de um sintoma de uma desordem emocional.

 O consumo se dá como uma forma de compensar um vazio, de sentir-se acompanhado, ainda que seja por um objeto.


Economia
01 Fevereiro 2019 09:57:00

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O Brasil Industrial

A indústria no Brasil é nova comparada a de outros países, mas teve seus primeiros passos já no período colonial. Levou-se certo tempo, porém, para crescer satisfatoriamente no início do século XIX através de investimentos autônomos estimulados pelo período monárquico e principalmente para se solidificar e se estruturar a partir da década de 1930, com as medidas políticas dos governos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Hoje, o Brasil é considerado um dos países subdesenvolvidos mais industrializados do mundo e ocupa o décimo quinto lugar no segmento em escala global. 

Os esforços do passado criaram produtos de bens de consumo e até mesmo tecnologia de ponta. Os principais tipos de indústrias no Brasil são as automobilísticas, petroquímicas, de produtos químicos, alimentares, de minerais não metálicos, soja, têxtil, de vestuário, metalúrgica, mecânica. 

No Brasil, as áreas de comércio, serviço público, profissionais liberais, educação, serviços bancários, de comunicação, de transporte e outras estão diretamente ligadas à indústria. Mas, ao mesmo tempo em que cresce a industrialização, crescem seus impactos ambientais, produzindo muita poluição, destruição de ecossistemas e declínio da biodiversidade nacional. Já existem políticas públicas para combater e minimizar esses impactos, cresce a conscientização ecológica mesmo entre o empresariado, e têm sido observados alguns progressos práticos neste sentido. Entretanto, ainda há muito por fazer neste campo. 

No entanto, nunca ocorreu em nível nacional. O parque industrial brasileiro atualmente está concentrado sobretudo nos estados do Centro-Sul e nas regiões metropolitanas, embora a dispersão da infraestrutura de transportes, energia e comunicação tenha se espalhado espacialmente nas últimas décadas para diversas outras regiões, inclusive no interior dos estados.  

Essa desconcentração é uma das características atuais da industrialização brasileira contemporânea: segundo o IBGE, a concentração no Sudeste baixou para 48% das indústrias.  

A indústria brasileira encontra-se fortemente no sudeste, especialmente no estado de São Paulo, apesar de atualmente muitas novas unidades industriais estarem se instalando nas regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste.


Cid Lang
24 Janeiro 2019 11:02:00

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O que é economia informal

A Economia informal envolve as atividades que estão à margem da formalidade, sem firma registrada, sem emitir notas fiscais, sem empregados registrados e sem contribuir com impostos ao governo.

Globalmente, existem vários tipos de economia informal, que vão desde vendedores ambulantes, advogados, manicures e professores, até mesmo a grandes mercados informais como a pirataria de obras audiovideofônicas, tráfico de drogas, mercado da prostituição e da venda de armamentos ilegais.

Desta forma, pode definir-se economia informal como tudo que é produzido pelo setor primário, secundário ou terciário sem conhecimento do governo (o governo não consegue arrecadar impostos e não são recolhidos os encargos sociais dos trabalhadores da informalidade).

As principais causas da informalidade são: o excesso de burocracia estatal; o elevado número de impostos cobrados pelos governos, em seus três níveis; a legislação trabalhista, que trata as micros e pequenas empresas de forma igual às médias e grandes; as restrições ao capital estrangeiro, que geram um maior índice de desempregados; e os monopólios estatais e as reservas de mercado, que causam desequilíbrios na livre concorrência e na lei da oferta e da procura, restringindo o mercado formal.

Resumindo: A informalidade é o resultado da reação das pessoas para com o descalabro "Arrecadatório" e com o excesso de "Regulamentações" esdruxulas criadas pelos URROcratas, criando dificuldades para vender facilidades.


Cid Lang
21 Dezembro 2018 08:29:00

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Empreender é criar valor

É triste saber que muitos empreendedores encaram seu negócio como se fosse um emprego, trata-se de uma ideia totalmente equivocada. 

Empreendedorismo não é sobre emprego, e rotular proprietários-administradores de pequenas empresas como "empregados por conta própria" é um grande desserviço para a sociedade, serve apenas para gerar confusão. 

Emprego é a atribuição de efetuar determinadas tarefas (ou produzir uma série de resultados razoavelmente padronizados) dentro de uma empresa. Quando você é um empregado, seu tempo e seu esforço são meras engrenagens dentro de um amplo e rigidamente coeso processo de produção, o qual é centralmente coordenado. 

Colocando em termos econômicos, empreendedorismo é sobre criar valor. E, para fazer isso, um empreendedor primeiro tem de descobrir o que os consumidores valorizam e como é possível satisfazer esses desejos. O empreendedor só ganha dinheiro se souber satisfazer, de maneira contínua, os consumidores. E o que é satisfazer? Resolver para o consumidor problemas, saciar seus desejos, tornar suas vidas mais confortáveis etc. 

Se o empreendedor terá sucesso é algo que dependerá completamente dos consumidores, e também daquilo que os empreendedores concorrentes oferecerão. 

Um empreendedor que se concentra apenas nos custos está, na prática, atuando como um gerente e não como um verdadeiro empreendedor. Concentrar nos custos é algo que funciona apenas se já houver um processo de produção estabelecido, com início e fim, e com os preços já estabelecidos pelo mercado. Por outro lado, se você é um "empregado por conta própria", você não pode se dar ao luxo de se concentrar em cortar custos em detrimento da criação de valor. 

Empreendedores, por outro lado, não apenas têm o direito de alterar um modelo de negócios, como também devem fazê-lo. Começar um negócio para fazer exatamente o mesmo que os outros, já estabelecidos, estão fazendo não será nada promissor!


Cid Lang
19 Dezembro 2018 15:58:00

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EMPREENDEDORES

Pensa empreender ?

É um desafio, porém se você souber que tipo de Empreendedor você é, fica mais fácil,  

vejamos os tipos mais propensos ao sucesso:

Empreendedor nato 

Os empreendedores natos (mitológicos), o quais são geralmente os mais conhecidos e reverenciados. Normalmente são pessoas que começaram a trabalhar desde muito cedo, com poucas condições, e acabaram criando grandes empresas. Como desde muito jovens esses empreendedores iniciaram a sua jornada de trabalho, acabaram adquirindo a habilidade de negociação e venda. São visionários, otimistas, estão sempre à frente de  

seu tempo e comprometem-se 100% para realizar os seus sonhos.

Empreendedor que aprende 

O empreendedor que aprende pode ser caracterizado por ser aquele que, ao se deparar com uma oportunidade de negócio, decide aprender a gerir seu próprio empreendimento. Normalmente são aquelas pessoas que, quando menos esperava, se depararam com uma oportunidade de negócio e tomaram a decisão de mudar o que faziam na vida para se dedicarem ao próprio negócio. Logo, eles caracterizam-se pelo inesperado. Muitas vezes, esse tipo de empreendedor imaginava que seria sempre um empregado e não gostava de assumir riscos; mas, quando surge a oportunidade, ele vê-se entusiasmado. E, então, vem a tomada de decisão, que para esse tipo de empreendedor pode levar um pouco mais de tempo para que ele possa decidir, mas ele acaba assumindo o risco e criando seu próprio negócio, ou fazendo algum tipo de parceria ou sociedade. É o caso clássico de quando a oportunidade "bate na porta". Um ponto importante a se levantar é que o empreendedor que aprende necessita do surgimento de uma oportunidade. Sua característica é de ter uma maior cautela que os demais empreendedores; e, por isso, quando ele se depara com a oportunidade, ele não assume o risco imediatamente, mas, sim, depois de ver as possibilidades e a viabilidade do negócio ou da ideia. 

Empreendedor serial 

O empreendedor serial é aquele que cria um negócio para vendê-lo. Dessa forma, o capital ganho com essa ideia inicial é utilizado para criar outro, vendê-lo novamente e produzir algo novo sempre, tornando-se uma atividade cíclica. Assim, a venda é parte do fim de um empreendimento e o começo de um novo. 

Empreendedor por necessidade 

Empreendedores por necessidade são aqueles que iniciaram um empreendimento autônomo por não possuírem melhores opções para o trabalho e precisam abrir um negócio a fim de gerar renda para si e suas famílias. O empreendedorismo por necessidade é evidentemente aquele que está visivelmente menos fadado ao sucesso, embora existam, sim, alguns casos de sucesso. A maioria desses emprendedores entram no mercado totalmente despreparados, sem conhecimento dos verdadeiros riscos e totalmente expostos ao fracasso. 

Empreendedor herdeiro 

O empreendedor herdeiro é motivado desde cedo a empreender. Ele tem a missão de continuar o legado da família, administrando a empresa e os recursos nela envolvidos a fim de que o empreendimento se sustente por mais tempo. Atualmente é comum que executivos sejam contratados para gerir empresas familiares, mas o empreendedor herdeiro sempre acompanha de perto as atividades a fim de dar suas impressões e sugestões. O perfil de empreendedor herdeiro não é único. Existem os tipos mais inovadores, que tendem a buscar medidas diferentes das que estão atuando na empresa e que são mais visionários. Por outro lado, existem o tipo mais conservador, que tende a manter as coisas como estão e tem uma gestão muito mais próxima da gestão anterior. 

Empreendedor normal 

O empreendedor normal (planejado) é aquele que busca capacitar-se, preocupando-se com os próximos passos da organização, minimizando os riscos, que possui clara visão do futuro e de suas metas para a organização. O planejamento aumenta a capacidade do negócio ser bem sucedido. Logo, o empreendedor normal seria o mais completo e uma referência a ser seguida,mas que não representa uma quantidade expressiva de empreendedores na prática.


Cid Lang
10 Dezembro 2018 09:20:00

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Os "sete pecados" com suas finanças

É importantíssimo administrar sua vida financeira como um desafio! Antes de buscar decisões corretas, preocupe-se em não tomar decisões equivocadas. Os "pecados" para sua reflexão são os seguintes:

1- NÃO POUPAR

Deves destinar um valor mensal de seus rendimentos para poupar. Não cometa o erro de poupar o que sobrar. Isto não ocorre facilmente, gaste o que sobrar depois de haver poupado!

2- SER COMPRADOR COMPULSIVO

Pergunte-se: necessito algo ou é somente um desejo? A necessidade refere-se a algo indispensável, ao contrário, querer algo pode ser um capricho momentâneo. Usar a razão e não os impulsos momentâneos é fundamental.

3- GASTAR MAIS DO QUE GANHA

Se isto ocorrer você entrará "devedor" no mês seguinte, e este pecado é o mais mortal de todos. Atrativos para isto são muitos, cheque especial, cartão de crédito, fiado... Todos são atrativos que podem te levar a sérios problemas.

4- NÃO MANTER UM CONTROLE

Anotar seus ingressos e seus gastos é a única forma de saber onde você vai chegar no fim da jornada mensal, exatamente como o medidor de combustível de um automóvel. Um controle dirá a você até onde você pode chegar!

5- ABUSOS COM PEQUENOS GASTOS

Funciona ao contrário do cofrinho de moedas, e você poderá chegar ao fim do mês sem nenhuma sobra. Eliminar o que for possível com gastos inúteis levará você a ter um cofrinho gordo, a famosa poupança, que lhe dará satisfação futura.

6- NÃO NECESSITO DE SEGUROS

A regra de ouro dos seguros é simples: Bom ter, melhor não ter que usar! Não basta ser somente precavido, acidentes e doenças ocorrem e podem leva-lo à dificuldades financeiras terríveis!

7- APOSENTADORIA NÃO ME PREOCUPA

O único responsável pela sua velhice é você mesmo. As aposentadorias governamentais, no Brasil, geralmente são insuficientes e cada vez pagam menos quando você mais vai necessitar. Um plano de aposentadoria privada é altamente recomendável, melhor considerar isto o quanto antes possível!


Cid Lang
28 Novembro 2018 09:20:00

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Hoje não tenho um "artigo" sobre economia, tenho uma aula magnífica, preparada por ROBERTO CAMPOS, ex-ministro, ex-embaixador, ex-senador e ex-deputado, morto em outubro de 2001. Foi, sem dúvida, um homem de inteligência e erudição notáveis. Foi talvez o político mais preparado que o Brasil já teve.

Trata-se de um Dicionário com verbetes sobre economia, bem realista, sempre atual, publicado em 1988:

SECA, s.f. - Acidente climático, caracterizado pela falta de chuvas, que produz inflação de preços agrícolas. O antônimo é "Cheia" ou "Enchente", caracterizada pela abundância de chuvas, que também produz alta de preços agrícolas.

ESPECULADOR, s.m. - Agente econômico que só compra na baixa para vender na alta. Entra em hibernação quando não há expansão monetária porque então inexistem altas.

PROGRESSISTA, adj. também usado como s.m. e s.f. - Denominação aplicada aos que reclamam mudanças urgentes. Não se preocupam com o endereço da mudança e muito menos com os métodos e veículos para fazê-la. O importante é manter o Governo metendo o bedelho na economia.

PACTO SOCIAL - Expressão usada para denominar um entendimento no qual os assalariados consentem com menores salários e os empresários com menores lucros, possibilitando ao governo continuar abiscoitando a maior parte do bolo.

PRIVATIZAÇÃO, s.f. - Política segundo a qual o governo guarda o que é relevante e vende o que é irrelevante. Para dificultar a venda, usa-se o critério do investimento histórico corrigido, ou do valor patrimonial contábil, sem referência à rentabilidade avaliada pelo mercado.

PACOTE FISCAL - Conjunto de medidas para extrair dinheiro do setor privado a fim de financiar o déficit público, cuja dimensão é sagrada. Após essa extração, os contribuintes sentir-se-ão estimulados a fazer novos investimentos, e os que estavam na economia subterrânea reconhecerão as vantagens patrióticas de pagar impostos.

CONTROLE DE PREÇOS - Artifício anti-inflacionário tentado sem êxito desde o Código de Hamurabi (2000 anos a.C.). Foi objeto do famoso Edito de Diocleciano no ano 301 da era cristã, cujo único resultado foi a escassez de óleo, pão e sal nas províncias. Como as damas balzaquianas, de vida airada, o tabelamento de preços rejuvenesce à medida que se esquecem as experiências passadas. É a teoria dos que não têm teoria.

LIVRE EMPRESA - Expressão que denota o direito de proibir o ingresso de outras empresas.

LIVRE INICIATIVA - Expressão que denota o direito de privar os outros da iniciativa.

USUÁRIO, s. e adj. m. e f. - Consumidor brasileiro, misto de otário e cobaia. USUÁRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL: designa aquele que tem o direito de contratar um seguro privado depois de ter contribuído para a Previdência Pública, dada a indisponibilidade de serviços desta última.

REFORMA MINISTERIAL - Versão vernacular da expressão francesa "plus ça hange, plus c'est la même merde" (mais mudança, mais da mesma bosta).

ESQUERDISMO - Doutrina de grupamentos políticos especializados em distribuir propriedade alheia e propor uma adequada repartição do bolo, desde que mantenha o controle da faca.

RECURSOS NATURAIS - Cadáveres geológicos, sob forma mineral, que só se transformam em riqueza se houver investimentos e mercado. Para exemplificar a diferença entre "recurso" e "riqueza", basta lembrar que o Brasil tem "recursos" e não tem "riqueza" e o Japão tem "riqueza" mas não tem "recursos".



Cid Lang
01 Novembro 2018 11:05:40

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Necessidade e desejo

Pode-se definir necessidade como tudo aquilo de que precisamos, independentemente de nossos anseios.  

São coisas absolutamente indispensáveis para nossa vida. Por sua vez, os desejos podem ser definidos como aquilo que queremos possuir ou usufruir, sendo essas coisas necessárias ou não.

Todo ser humano possui a necessidade de se alimentar. A alimentação é indispensável para a vida e independe da nossa vontade. Logo, alimentação é uma necessidade. Agora, caso você queira fazer sua alimentação em um restaurante de luxo desfrutando de pratos finos, isso é um desejo. Sim, você está satisfazendo sua necessidade de alimento, mas a forma como almejou satisfazer tal necessidade foi um desejo. 

Gerir nosso próprio dinheiro depende sempre de um pouco de técnica e de muito bom senso. Assim, do mesmo modo como vimos anteriormente que nossas decisões devem ser baseadas tanto nas emoções quanto na razão, aqui também há de se ter bom senso. 

Nossos recursos financeiros devem satisfazer nossas necessidades, mas, na medida do possível, podemos atender nossos desejos. Os desejos não são ruins. Eles nos dão prazer e determinam aquilo que queremos para o nosso futuro. 

Para transformar os seus sonhos em realidade, não fique apenas no plano das ideias. Traga seus sonhos para o mundo real, planejando como alcançá-los, ou seja, converta os seus sonhos em projetos. Tenha sempre em mente que a vida é feita de escolhas, e isso também é verdade em relação ao aspecto financeiro. Conheça-se e procure basear suas escolhas equilibradamente nas emoções e na razão. Saiba identificar suas necessidades e desejos, pesando, quando for o caso, os custos e as recompensas.  

Tendo esses ensinamentos em mente e, principalmente, colocando-os em prática, você já estará criando uma sólida base para erguer uma vida financeira pessoal saudável.


Cid Lang
26 Outubro 2018 14:36:56

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Saindo um pouco de meus artigos sobre Economia, hoje vou exemplificar como seria a Internet, a espetacular ferramenta que todos conhecem e usam mundialmente, de forma livre, menos para crimes, ao pequeno custo de acesso ao provedor, caso ela estivesse sob controle do nosso desgoverno.  

A ideia é fazer o leitor saber como os governantes metem o bedelho, e a mão em nosso bolso, em centenas de serviços que usamos costumeiramente. 

- Ainda haveria uma lista com todos os e-mails do mundo, e uma taxa de atualização; 

- Cada website teria que observar as normas da ABNT; 

- Conta no Facebook só poderia ser registrada com CPF e RG; 

- Haveriam cotas para conteúdo nacional no YouTube; 

- Sua senha de acesso universal estaria seguramente protegida no cartório de sua cidade; 

- A cada seis meses, o Diário Oficial listaria novo concurso para vagas de Moderador de Redes Sociais; 

- Comentários em blogs seriam aprovados pelo Ministério da Comunicação Informática; 

- Spams implicariam multa de até 20 (vinte) salários mínimos; 

- Os preços na Amazon já incluiriam imposto sobre lucro presumido; 

- Cada e-mail enviado teria que pagar uma pequena taxa aos Correios por "substituição eletrônica de correspondência"; 

- O Twitter teria que aumentar o número de caracteres para não "impor limites à expressividade do povo brasileiro"; 

- Os pobres receberiam um Vale-Wikipédia que daria acesso a até dez artigos por mês; 

- A Argentina não teria internet!


Cid Lang
22 Outubro 2018 09:00:00

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Muitos jovens dizem que só conseguem ganhar dinheiro caso seu trabalho seja valorizado por alguém! Isto, segundo eles, a prova de que o capitalismo não presta. 

Para início de conversa estão escolhendo o culpado errado!

O capitalismo, pressupondo que estão se referindo ao livre mercado, não determina nada sobre o que é valioso e sobre o que deve ser valorado. O capitalismo é simplesmente um sistema de comunicação que retransmite informações sobre realidades que sempre existiram. Quais realidades? As básicas: os recursos são escassos; as pessoas valorizam diferentemente cada bem ou serviço; as pessoas querem satisfazer seus desejos. De tudo isso surge o sistema de preços. 

O que é realmente notável sobre o livre mercado é que ele fornece informações melhores, mais rápidas, mais claras e mais detalhadas sobre a realidade do que qualquer outro arranjo. O mecanismo de preços nos deixa saber o que está sendo mais valorado pelas pessoas, o quanto a mais, e em relação ao quê. Ele transmite a informação necessária para que as pessoas direcionem corretamente recursos e os utilizem em seu melhor potencial, desta maneira criando riqueza.

Se você comprar tintas e um quadro em branco por $100, pintá-lo ao seu gosto, mas ninguém quiser comprar seu trabalho final por mais de $50, você provavelmente ficará irritado com o mercado. "Ninguém valoriza meu trabalho!". Mas isso seria uma atitude tola. O mercado apenas comunicou a você uma simples realidade: as pessoas valorizam o quadro em branco e a tinta muito mais do que aquilo que você criou utilizando esses dois materiais. O seu trabalho não criou valor para ninguém.

Você gostaria que as pessoas dessem mais valor à sua "obra de arte", mas elas não concordam.  

Este simples exemplo contém lições valiosas. Não é a "dificuldade" do seu trabalho e nem muito menos o seu gosto pessoal o que irá determinar seus ganhos financeiros, mas sim a maneira como as pessoas voluntariamente valorizam aquilo que você produz. Se a sua produção não agrada os gostos subjetivos dos consumidores, nada feito. 

O valor de um produto ou serviço, e o quanto você será remunerado por ele, não deriva da quantidade de trabalho despendida em sua execução. Tampouco depende do quão belo você pensa que seu trabalho é. O valor de um bem (seja uma mercadoria ou um serviço) depende do uso e do grau de importância pessoal (subjetiva) que um consumidor voluntariamente confere a ele. Se o bem servir para algum fim ou propósito, então terá valor para ao menos essa pessoa. Você terá criado riqueza. Caso contrário, você terá destruído riqueza.

Quanto mais cedo você aceitar essa realidade, mais rapidamente poderá se reajustar, se adaptar e descobrir como criar riqueza para você criando valor para terceiros.


Cid Lang
16 Outubro 2018 16:16:00

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O cerne de uma economia de livre mercado é este: os consumidores têm a autoridade suprema. Já o cerne de uma economia intervencionista é este: o governo está ali para suprimir a autoridade suprema dos consumidores.

Quando o governo impõe uma sobretaxa aos produtos importados, o consumidor é o maior perdedor. Esse encarecimento artificial dos produtos importados significa que os produtores nacionais estarão agora livres e despreocupados para elevar seus preços e reduzir a qualidade de seus produtos. Como não há mais concorrência estrangeira a quem os consumidores nacionais recorrerem, estes agora são obrigados a pagar mais caro por bens nacionais de qualidade mais baixa.

Quem realmente perde mais com isso? Os mais pobres.

Para o governo, as indústrias nacionais não devem ser submetidas à liberdade de escolha dos consumidores nacionais. Os consumidores não devem ter o direito de escolher produtos estrangeiros.

Eles devem ser obrigados a comprar apenas os produtos nacionais mais caros.

A restrição às importações e a reserva de mercado criada por ela fazem com que a capacidade de consumo e de investimento da população seja artificialmente reduzida.

E sempre que a capacidade de consumo e de investimento da população é artificialmente reduzida, lucros e empregos diminuem por toda a economia.

Por isso, sempre que você ouvir um político dizendo que quer proteger empregos impondo tarifas de importação sobre determinados bens estrangeiros, mantenha sua mão em sua carteira e suas costas firmemente contra a parede. Você está prestes a ser assaltado. Só que o político não irá tomar o seu dinheiro em nome dos lucros das grandes empresas protegidas pela tarifa de importação; ele não terá a hombridade de falar isso. Ele irá tomar o seu dinheiro em nome de estar protegendo empregos que deixarão de existir caso ele não confisque o seu dinheiro.


CID LANG
02 Outubro 2018 08:00:00

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Qual é o mais essencial ingrediente para a criação de riqueza e o crescimento econômico? Alguns responderiam que é a expansão do crédito a juros baixos. Outros diriam que é a posse de vários recursos naturais. Ambos errados!

E isso é fácil de provar. Qual é a diferença entre nós e um homem das cavernas? Sim, a única diferença é que nós, hoje, temos mais conhecimento do que eles. Biologicamente, somos os mesmos. Os neurônios em nossos cérebros são os mesmos.

O mundo físico à nossa volta é o mesmo (todos os recursos físicos necessários para se fazer celulares, tablets, computadores, carros e aviões já existiam naquela época). Mas a nossa vida hoje é infinitamente melhor e mais confortável. Por quê?

Por causa do conhecimento. Não é necessário voltar à era do homem das cavernas para provar esse ponto. Escolha qualquer época e você comprovará sempre o mesmo fenômeno: um novo conhecimento, por exemplo, a descoberta da penicilina ou um novo algoritmo que gera melhores ferramentas de busca na internet, sempre surge como uma surpresa.

Chamamos essas surpresas de "inovações", pois elas são inerentemente imprevisíveis. Novos produtos surgem aparentemente do nada. Repentinamente, há luz elétrica. Há um automóvel. Ou há um iPhone. Nada disso havia sido previsto antecipadamente.

Agora, é claro que esses produtos não vieram realmente do nada; eles surgiram da síntese de todo um conhecimento acumulado, o qual levou a essas inovações; a essas surpresas. Por definição, portanto, a inovação não pode ser planejada; ela envolve uma perturbação no equilíbrio. Os fabricantes de charrete, até então uma indústria estável e já estabelecida durante séculos, não mais tinham um grande futuro pela frente quando Henry Ford introduziu o primeiro Modelo T. O surgimento de uma criação sempre leva, ou a aprimoramentos, ou a novas criações. A inovação, novo conhecimento, gera não apenas novos produtos, mas também novas empresas e várias novas indústrias. E a inovação cria riqueza; riqueza essa que, em última instância, será distribuída por toda a economia. 

Há várias maneiras de se tolher o surgimento de inovações que trazem concorrência, sendo as mais tradicionais as regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência (como as agências reguladoras), os subsídios às empresas favoritas que o governo quer manter no mercado a todo custo, a obstrução de importações para proteger as indústrias ineficientes, e altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam, protegendo, assim, as indústrias já estabelecidas. No Brasil, estas são as principais ferramentas que o Governo, e seus "burrocratas" usam para castrar inovações! 


Cid Lang
17 Setembro 2018 08:51:05

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Um argumento sempre usado em prol da redução da jornada de trabalho é de que ela criará mais empregos. O argumento é o de que, se cada empregado tiver de trabalhar menos, os patrões serão obrigados a contratar mais apenas para manter toda a produção. 

Ou seja, se o patrão puder obrigar João a trabalhar 60 horas, ele fará isso; mas se ele for proibido disso, e João tiver de trabalhar apenas 40 horas semanais, então o patrão será obrigado a contratar mais uma pessoa para ajudar João. Só que tal raciocínio está errado por dois motivos. 

Em primeiro lugar, o trabalhador contratado para ajudar João não será tão eficiente quanto João (afinal, se ele fosse, então, por uma questão de lógica, o patrão já o teria contratado de qualquer maneira). Sendo assim, transferir parte do trabalho de João para esse recém-contratado fará com que a empresa seja menos eficiente. Isso pode significar preços mais altos, menor produção, menos capacidade de investimento e expansão, ou todos os três. 

Em segundo lugar, essa medida serve apenas para ajudar os desempregados à custa dos empregados. Se João quisesse ou necessitasse de trabalhar mais horas, azar o dele. Ele acabou de sofrer um corte salarial de 33% para que o outro pudesse ser contratado. 

Desnecessário dizer que, se o governo impuser uma redução da jornada e, ao mesmo tempo, proibir reduções salariais, o resultado será o desemprego e a estagnação. Com menos produção e mais custos, não haverá muito dinheiro para as empresas fazerem novos investimentos e se expandirem. 

Conclusão 

Se o objetivo é criar empregos, há melhores alternativas do que jogos de soma negativa que punem tanto trabalhadores quanto empresários. Apenas para ficar claro: uma jornada semanal de 30 horas em países ricos e de 35 horas em países em desenvolvimento não é impossível e nem mesmo é indesejável. Mas se o objetivo é ajudar os trabalhadores, a melhor alternativa é deixar que cada um decida o melhor para si, e não políticos.


Cid Lang
10 Setembro 2018 10:00:00

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A expressão "errar é humano" significa, simplesmente, que o erro é inerente e inseparável da pessoa, e os prejuízos vinculados ao seu erro são arcados por ele próprio. A responsabilidade individual consiste exatamente em aceitar as consequências de nossas ações, em não culpar os outros por nossas falhas. 

Os políticos, por sua vez, são inteiramente capazes de transferir o custo de seus erros para todo o conjunto da população, de modo que eles próprios acabam muitas vezes escapando ilesos. No final, quem são os grandes prejudicados pelos fiascos das políticas implantadas pelo governo senão a própria população?

Eis uma lista de erros clássicos que, embora cometidos por políticos e seus governos, são inteiramente arcados pela população.

a) A política de congelar o preço da gasolina, do diesel e dos combustíveis, obrigando a Petrobras a vender para as distribuidoras abaixo do preço pelo qual foram importados, destruiu o capital da estatal, causando um prejuízo de aproximadamente R$ 60 bilhões. (Valor este que, diga-se de passagem, é muito maior do que o desviado ela corrupção na estatal). Para compensar este estrago, o governo teve de elevar os preços dos combustíveis, fazendo com que eles sigam batendo recordes quase que diários. Quem arcou com tudo isso?

b) A política de aumento contínuo dos gastos públicos gerou um explosivo déficit orçamentário e um grande aumento na dívida pública. Tamanha deterioração das contas do governo levou ao aumento de impostos, afetando empregos e investimentos. Quem arcou com tudo isso?

c) A política de criar agências reguladoras serviu para criar uma reserva de mercado para os grandes empresários já estabelecidos, protegendo-os de eventuais concorrentes. Isso impediu que houvesse uma maior oferta de serviços no mercado, assim como preços mais baixos e produtos de maior qualidade. Quem arcou com tudo isso?

d) A política de encargos sociais e trabalhistas encareceu artificialmente a mão de obra e, com isso, não apenas impediu que os salários fossem maiores, como ainda empurrou 44 milhões de pessoas para a informalidade. Quem arcou com tudo isso?

A lista é extensa, porém, os exemplos acima são ilustrativos!

Sim, os políticos e governantes erram porque são seres humanos; porém, esta é diferença de todo o resto dos seres humanos, eles não assumem a responsabilidade pelos erros gerados por suas próprias decisões. Ao contrário: eles conseguem transferir as consequências de seus erros para outras pessoas que não deveriam ser obrigadas a arcar com este ônus.


03 Setembro 2018 09:35:00

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Vamos voltar uns 15 anos no tempo e dar uma olhadinha em como eram as relações comerciais entre fornecedores e clientes, com alguns exemplos: 

- Comprar uma passagem aérea, ou terrestre, envolvia o seu desejo de viajar a algum lugar, contatar por telefone, ou pessoalmente, uma "Agência de Viagens", esperar um retorno com as disponibilidades de datas, horários, preços, escalas, etc. Hoje você faz tudo isto em poucos minutos, e ainda recebe ofertas interessantes utilizando a Internet. Poucas agências sobreviveram! 

- Comprar matéria-prima para a produção dos produtos que sua empresa ou fábrica envolvia contatar, ou esperar a visita de representantes que, por sua vez, contatavam os produtores. Operação longa e onerosa que, além de tudo, embutia um custo adicional de "comissão do representante". Quantos representantes sobreviveram? 

- Para vender seus produtos era preciso contratar representantes, enviar amostras, catálogos, especificações técnicas, esperar o pedido chegar via Correios, outra vez custos altos e tempos longos, sem esquecer a "comissão de representante"! 

Hoje, com o advento da Internet, os três exemplos acima entraram para a história e, com certeza, você escolhe seus fornecedores usando a Internet, porém, coloco a pergunta: VOCÊ VENDE SEUS PRODUTOS PELA INTERNET? Muitas pequenas empresas ainda não o fazem, e se não o fizerem rapidamente, vão cair no mesmo ralo por onde foram as agências e os representantes. 

A SOLUÇÃO CHAMA-SE "E-COMMERCE" (Comércio Eletrônico), simplesmente um investimento muitíssimo inferior em custos do que manter lojas, catálogos impressos, enviar amostras, nomear e controlar "representantes", atender clientes pessoalmente... 

Para iniciar vendas por E-COMMERCE, faça pesquisas na Internet, contrate o Sebrae, que é muito bem estruturado para ajudar a começar, e um novo horizonte se apresentará para seus negócios, seja qual for, uma pizzaria, uma farmácia, uma transportadora, fabricação de qualquer produto... E o melhor de tudo, com penetração nacional e internacional! 

É COMEÇAR OU DESPARECER EM POUCO TEMPO!





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