Luiz Carlos Prates
27 Março 2020 10:28:00

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Sim, é uma frase do Cristo aos falsos que viviam, e vivem, nas igrejas: sepulcros caiados. Maioria escandalosa. As pessoas de então, as falsas boazinhas, iam ao templo para fingir fé e virtudes, mas o Cristo sabia que mentiam, que tentavam enganar os outros. Eram "bonitos" por fora e pútridos por dentro, "sepulcros"... Nada diferente de hoje. Achar alguém que de fato creia em alguma divindade é tão raro quanto achar um dinossauro na missa das oito. Falsos. 

Digo isso, leitora, acabando de ler uma entrevista de um famoso autor de novelas, premiadíssimo novelista, ele sabe das coisas. Você o conhece, não lhe revelo o nome porque de uns tempos a esta parte só dou nomes em casos muito especiais. Estamos vivendo um ciclo de inferno, posto que muitos pensem que não, que o mundo nunca foi tão bom quanto hoje. Tansos.

O novelista diz que - "Quando escrevo cenas de amor as pessoas reclamam: - Os caras só se beijam. Os "pudicos" querem bem mais... - "Quando faço mocinha tenho que pôr um comportamento de vilã, durona, e o público adora. Nas brigas com a mãe a audiência vai lá em cima...".

Então, veja bem, o público não gosta de ética, bom comportamento, não quer saber de beijinhos, quer sexo promíscuo, o povo quer "brasa", quanto mais sem-vergonhismo e mau-caratismo melhor. Como acreditar num povo desses? Quando a moça da caixa dá troco a mais, silêncio. As moedas são levadas sem que o "avantajado" olhe para trás. E se diz honesto. Nessa onda do coronavírus, muitos histéricos saem por aí de máscaras, mas... Quando tossem e espirram o fazem na cara dos colegas, testemunho isso todos os dias há décadas. Gente "boa", gente metida... Vale dizer, para se defender das infecções alheias, máscaras, mas para infectar os outros nada. Que se lixem! São os sepulcros caiados a quem Cristo se referiu; claro, para quem acredita em Cristo... 

Voltando às novelas... Não é de hoje que os atores e atrizes que interpretam tipos bandidos, safados, vilões, são os inesquecíveis, fazem o sucesso das novelas. E não vamos muito longe. Quantos canalhas políticos são eleitos e reeleitos apresentando como identidade o mau-caratismo natural deles? O povão parece adorá-los. Os semelhantes se atraem, não é o que dizem? Volta, Cristo!

REMÉDIO
 A Psicologia é bruxa má, só diz verdades, e aí, constrange. Os pensamentos, por exemplo, tanto podem levar-nos a enfermidades graves quanto a produzir curas "milagrosas". Estudos da Universidade de Princeton, USA, garantem que - "Pessoas que têm uma razão para viver, seja qual for, possuem 30% menos chances de morrer cedo". Uma ardência/paixão na vida é mais ou menos como o inconsciente nos dizer que não temos tempo para morrer, que temos mais o que fazer... Os desatentos da vida tinham que ouvir isso...  

CASAIS
Quando surge uma doença nova, um vírus ameaçador, o pessoal da saúde pede às pessoas que fiquem em casa... Ficar em casa? Nem a pau, Juvenal. Estudos de todo tipo garantem que em torno de 90% dos casais não se suportam, imagine ficar em casa um olhando para a cara do outro... É por isso que não ficam em casa nos fins de semana. Não se suportam, mas não admitem "conscientemente" isso... 

FALTA DIZER
Na volta às aulas, as professoras tinham que chamar um a um os alunos lá na frente. Cada um ia contar em resumo qual foi o livro que leu durante a quarentena. Não leu? Chamar os pais e fazer com eles o mesmo? Safados, não educam os filhos e culpam as escolas. Safados.   



Luiz Carlos Prates
26 Março 2020 14:03:00

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Quando digo que todas as doenças só têm espaço no corpo humano quando o psíquico diz sim, há quem faça bico, duvidam, são os ignorantes. - Ah, mas como tu és grosseiro, Prates! 

Grosseria, leitora, se confunde com verdade e verdade, já disse Machado de Assis, é remédio muito amargo, o único, todavia, que nos confere saúde moral. Estou diante de uma pesquisa feita por americanos, manchete que chegou até nós, mas não precisava. Não precisava porque as pessoas sabem ou devem saber, afinal, não creio mais em ingênuos...

A manchete diz assim - "Pesquisa comprova que estresse acelera o aparecimento de cabelos brancos". A pesquisa, mais uma vez, foi feita com ratos. E antes que alguém "desavisado" diga que ratos nada têm a ver com seres humanos, cuidado. Os ratos têm um cérebro, uma cabeça, muito parecida com a nossa, a dos humanos metidos... Metidos a nada.

Estresse abre a porta para todas as doenças, para todas. O processo começa com a debilitação de músculos, alterações hormonais e reações naturais da nossa biologia. Quem produz os nossos desastres internos, como AVCs e infartos mortais, são os hormônios de fuga/luta - cortisol e adrenalina. A conversa é longa, mas para encurtá-la é bom entender que cortisol e adrenalina nos foram dados pela biologia para corrermos com mais força e velocidade para fugirmos ou para enfrentarmos com mais forças os "predadores", as ameaças à vida. Não temos mais essas necessidades dos primevos da condição humana, mas continuamos a usá-los para o enfrentamento dos nossos "fantasmas" diários: ódios, medos, antipatias, ansiedades, rancores, ressentimentos, vivências de que poucos conseguem escapar. Escapam os "iluminados"...

As pessoas que nos cercam, e nós mesmos, andamos em surdas batalhas contra ou a favor dos nossos fantasmas, criações mentais adversas à saúde e à paz mental.

A manchete nos diz que os ratinhos ficaram de "cabelos brancos" quando submetidos a forte estresse por alguns dias, nós também... Cada um de nós tem o seu "ponto de menor resistência", por esse ponto iniciam-se as doenças, muitos cânceres, por exemplo. O câncer é multifatorial em suas origens, mas o emocional é pedra de toque. Agora, fique claro, nós costumamos avaliar as pessoas por fora, não as vemos "demoníacas" por dentro, como a maioria costuma ser. E o estresse chega às pessoas como a cerejinha no bolo... Mas o bolo já estava pronto, por nós...

CRENÇAS
Aglomerações continuam sendo contraindicadas em razão do coronavírus, afinal, muitas pessoas juntas sempre foram princípios de risco para a saúde, sempre. Todavia, muita gente continua tentando se fazer de surda... Mas os ordinários sabem bem do que fazem. São os mesmos que dizem crer em deus. Ora, se o sujeito não acredita num vírus que pode ser visto, vai acreditar em alguém que nunca foi visto? Hipócritas. Maioria absoluta... 

ÉTICA
Diante do plantão do coronavírus, pessoas começaram a usar máscaras e gel de assepsia para as mãos. Os nada éticos do comércio, maioria absoluta, elevaram às nuvens os preços desses produtos. Prepondera a velha verdade, por onde entra o interesse pelo lucro, sai pela primeira janela a ética. E sem discussões. É assim. Safados! 

FALTA DIZER
Bateu o ponto eletrônico na empresa? Correr para lavar as mãos, afinal, o dedo usado para o ponto eletrônico é o dedo do nariz... Ou não? E assim com tudo e sempre, não apenas agora com os medos gerados pelo coronavirus. Tudo que é tocado pelos humanos é sujo, tudo. E sem que alguém faça bico, afinal, sabemos bem das nossas mãos, ô, se sabemos! Aliás, se elas falassem... 



Luiz Carlos Prates
25 Março 2020 08:17:00

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Nos meus primeiros 25 anos de jornalismo, rarissimamente tive sábados e domingos sem trabalho. Fui narrador de futebol durante esse tempo, e futebol, você sabe, tem seus dias fortes nos fins de semana. Foi nesse tempo que fiz Psicologia na PUC/RS. E por estar no futebol, além de narrar jogos de outros esportes, fiz da Psicologia Esportiva um dos meus estudos permanentes. Costumo dedicar um dia da semana para a psicologia do esporte. Ontem li sobre vivências de atletas que bem se ajustam a nós todos, tenhamos o trabalho que tivermos. O assunto era - Dor. Isso mesmo, dor. Em certos esportes, como o tênis, em que a pessoa entra em quadra sozinha não há em quem se apoiar. O tênis é um somatório de "arranques" para lá e para cá o tempo todo, a dor faz parte "natural" e permanente ao logo da carreira.  

Uma frase da ginasta Daniele Hypólito é interessante e serve para nós: - "Se você tem algo importante para fazer, mas está com dor, tem que ir mesmo assim". Essa frase serve para o que vou dizer.

Todos somos "ginastas" em nosso trabalho. Seja qual for o trabalho ele exige superar as "dores" inerentes do dia a dia nas labutas. Temos as dores do convívio, do convívio com algumas pessoas desagradáveis no ambiente de trabalho. Aguentar. Temos as "dores" do comportamento, sem essa de sou assim e eles têm que me aceitar. Negativo. Temos que adotar um sistema "tático" para nos ajustarmos ao comportamento desejado naquele ambiente... Temos que superar as apatias diante da busca continuada, obrigação, de qualificação no trabalho que realizamos. Não existe o jogo está ganho... Buscar melhor qualificação sempre e sempre, afinal, o jogo só acaba na aposentadoria... Temos que suportar as dores de eventuais derrotas na vida e no trabalho, faz parte do "jogo", ninguém ganha sempre.

Quer dizer, todos somos "atletas", dentro ou fora de uma quadra ou gramado, temos que jogar o jogo e suportar as dores físicas e emocionais dessa disputa. Os que vivem gemendo e não entendem que para vencer é preciso superar dores de todo tipo, não irão longe, vão acabar no banco de reservas da vida, abrindo vagas para outros. Vencer é gemer... E quem geme em silêncio é mais forte...

ELA 
Trata-se de uma funcionária de um Detran brasileiro... Numa entrevista, perguntada sobre que tipo de motorista é que mais tenta dar carteirada, ela foi direta: advogados. E conta que o pai dela é médico militar e que os seus superiores viviam pedindo a ele que assinasse laudos falsos. Ele os mandou ao devido lugar. Que dizer que há "graduados" querendo facilidades ilegais? Ora, é o que mais existe no Brasil. Vagabundos. 

CURAS 
Em Santiago do Chile há um famoso curandeiro, Manuel... procurado por gentes do mundo todo. Numa entrevista ao The New York Times, ele disse que - "As pessoas ficam doentes porque estão pagando o preço por algum mal que fizeram; é seu espírito que está afetando sua saúde". Se alguém achar estranha a declaração é porque não conhece a psicologia do inconsciente... O curandeiro não é trouxa. 

FALTA DIZER 
Essa história contada no espaço anterior, de o "espírito" procurar nos punir por nossos erros, é psicologia pura. Nosso inconsciente (que seria o "espírito") tem um "tribunal" severo, ele nos produz sentimentos de culpa, remorsos, inadequações pelo que fizemos e que acabam nos empurrando para "pagamentos" pelo que fizemos. E por essas sentenças inconscientes vamos nos estrepar na vida. Pagamos de um modo ou de outro. Ninguém escapa. 



Luiz Carlos Prates
23 Março 2020 08:05:00

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Uma das piores frases que podemos fazer diante de alguém que nos conta de um fato que devíamos saber é dizer - "Ah, não sabia"! Vergonhoso. Temos que saber, é obrigação cidadã. Digo isso, leitora, com os olhos pregados numa colunista que acabei de ler num jornal gaúcho, assino três jornais e leio de quatro a cinco, todos os dias. Obrigação de jornalista? Obrigação de todos nós.  

A colunista dizia que "Enquanto não houver vacina contra o Coronavírus, a melhor vacina é a informação". Lacrou, colega. Valho-me dessa citação para dizer que de há muito prego às mulheres, de modo especial, que leiam, que se informem, que não fiquem na dependência de um cuequinha-molhada para saber das novidades...

Faz tempo que cito uma frase da revista Claudia e incito as mulheres a que a adotem e cresçam para se impor diante dos mimimis que se acham. A frase diz assim: "Mulher que lê Claudia se torna mais confiante, mais independente, mais digna de crédito". Alguém contesta? Duvido. E essa verdade vale para todos nós, todos nos tornamos mais interessantes, mais dignos de crédito quando estamos bem informados. É como que uma vacina que nos protege de juízos "inferiores" disparados pelos que se acham, mas qualquer um desses que se acham pode ser colocado no seu devido lugar quando encontra pela frente uma pessoa que não lhe deva nada nos conhecimentos, pelo contrário, que lhe faça piscar os olhos para achar respostas. Essa "vacina", a da informação, custa muito pouco, custa consciência e atenção plena diante das leituras do dia... Há quem pense, e viva assim, que tevê é diversão para os olhos, para os toscos sim, a tevê não passa disso... Muitas pessoas passam com a televisão ligada o dia todo, mas não sabem de nada, é como se vivessem no mundo da lua. Perdem a "vacina" dos telejornais e dos programas de entrevistas com qualidade. Quem procura acha, esses programas existem.

- Ah, e é bom não esquecer, no primeiro encontro de namoro com ele ou ela, quem estiver atento ficará logo sabendo se está entrando num caso com uma pessoa "vacinada" de informações ou se é mais um/uma bisca solta e bem-vestida... A informação é mesmo a melhor vacina contra tudo, falou, colega!

JORNAL 
Erros acontecem, mesmo os da Academia Brasileira de Letras não sabem metade do nosso idioma, mas... Jornalistas precisam conhecer o básico. Acabo de ler num jornal de São Paulo, jornal todo metido, que - "No Chile, Atlético perdeu DO Colo-Colo". Ninguém perde DO, perde-se PARA. Os "analfas" não sabem disso? Claro que não, são os mesmos que dizem que o jogo foi transferido em razão do "mal tempo". Credo. E se acham. 

LIÇÃO  
Estamos em "guerra", precisamos rever comportamentos, o corona não brinca, temos que mais que tudo segurar o "tchan" da estupidez, coisa típica da brasileirada. Ficar em casa é tão difícil assim? É, para a grande maioria, especialmente casais que vivem juntos, mas não se suportam, quase todos. Gente que poderia aproveitar o "estar em casa" para ler, para crescer no amor familiar, mas range dentes... É, as crises revelam o até então escondido... 

FALTA DIZER 
De uma feita num restaurante top em Frankfurt, na Alemanha, pedi um frango e... Saladas. Veio uma perninha de frango e era tudo como frango. Não dava para nada, pedi mais um frango. E o garçom, sem piscar, me disse que eu não tinha ainda comido o primeiro "frango". Comportamento típico de quem passou por guerra. E nós? Temos o maior lixo doméstico do mundo. Falta-nos uma boa guerra... 



Luiz Carlos Prates
20 Março 2020 08:39:00

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Você conhece alguém muito pobre? Pois esse alguém nasceu com a mesma riqueza de um sujeito muito rico. Os dois nasceram com a mesma "moeda" no bolso da vida. Essa "moeda" por igual todos a ganhamos na hora de nascer, ela vale o tempo todo enquanto vivermos... Você matou a charada, é isso mesmo. A riqueza é o tempo. Todos nascemos com o mesmo "tempo" pela frente. Você me pode dizer que alguns vivem muito tempo, outros vivem bem menos desse tempo. Não discuto, mas enquanto vivos os seres humanos têm a mesma riqueza, o minuto de 60 segundos, a hora de 60 minutos e por aí... O que é então que nos faz diferentes na vida, por que alguns estão lá na frente e outros, nós mesmos, aqui atrás? A resposta passa pelo modo como usamos do nosso tempo. Você sabe que muitos jogam esse tempo pela janela de suas leviandades, deixando tudo para amanhã, um amanhã que nunca chegará como nunca chega para os "atrasados" da vida. Não vale dizer que muitos preguiçosos e até coisas piores passam pela vida numa boa, gastando o dinheiro da família e nem aí para o tempo da semeadura para a posterior colheita. São casos típicos dos parasitas familiares, muito comuns.
Fora disso, é viver o tempo, usá-lo bem para mais tarde, bem mais tarde, poder gozar de um novo tempo, o tempo da hoje esticada velhice. Tempo não usado não pode ser estocado, passou, passou. Engraçado ter que dizer isso. As pessoas, maioria, vivem falando em "recuperar o tempo perdido", não há expressão mais estúpida que essa. Tempo perdido foi-se, nunca mais, o saldo pela frente será bem menor, afinal, quem não sabe que a cada piscar de olhos estamos mais velhos e com menos tempo? Viver o aqui e agora intensamente é usar bem do tempo, o que não significa passar o tempo fazendo bobagens e pensando em falsos lazeres. Não vamos longe, o ano escolar, por exemplo. Todos os alunos começam no mesmo dia, com os mesmos professores, na mesma sala, nos mesmos horários, tudo por igual, mas... Lá pelo meio do ano, alguns alunos estão lá na frente e a maioria ficou para trás, os primeiros já estão no futuro e os restantes atolados no passado. Não aproveitaram o tempo. É o destino da maioria dos humanos. Falta-lhes um "despertador". Acordem!
CRENTES
O crente mais histérico, mais circense, o que faz um baita sinal da cruz quando passa na frente de uma igreja, o que canta mais alto na missa, o que faz de tudo para carregar o andor no dia da procissão, comprovadamente por sociólogos americanos, são os menos crentes, na verdade. Os de fato crentes são discretos, raros sabem de suas devoções, orações e fé. Esses têm linha direta com seu deus...
POSSES
Bem analisadas, muitas vidas, maioria, têm mais do que precisam. Quase todos nós temos guarda-roupas com mais roupas de que precisamos, guarda-roupas mentais, quero dizer. Lixo puro. Aliás, não foi de graça que os antigos assírios disseram que "Tudo são vaidades e correr atrás do vento". Vivemos correndo atrás dos ventos do nada, e vamos entupindo nossos armários e cabeças...
FALTA DIZER
Que nenhum "diplomata" chinês venha a roncar forte aqui entre nós, ofendendo um dos nossos. Temos que desacreditar em todas as informações "oficiais" que chegam da China. Nenhuma ditadura dá liberdade à imprensa e admite suas pragas. Quempor primeiro anunciou a epidemia e onde? Não sejam grosseiros aqui na nossa casa, ou peguem suas malas e voem...




Ismael Ewald Limberger
19 Março 2020 12:57:00

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Amigos leitores do Testo Notícias, vivemos agora um desafiador momento de nossa história e, em épocas como essa, torna-se cada vez mais vital buscar notícias de qualidade, em veículos de credibilidade. Evite ao máximo o compartilhamento de informações não confirmadas por fontes oficiais. As chamadas fake news são extremamente prejudiciais, tirando da população a possibilidade de defesa contra o vírus.
No mais, tenha prudência em suas idas ao supermercado, pois a informação oficial é de que o abastecimento de produtos não está comprometido. Fique de olho nas informações repassadas nos próximos dias sobre a campanha de vacinação contra a gripe, haverá mudanças para que não ocorram aglomerações de pessoas pertencentes ao grupo de risco.  

Não saia de casa sem necessidade, repito, fique em casa! Adie as reuniões com amigos e família. Demonstrar amor e afeto nesse momento significa pura e simplesmente o isolamento social. É uma medida necessária e todos terão muito a comemorar quando a batalha contra o vírus for vencida.
Nós da imprensa permaneceremos levando até você todas as informações, cumprindo nosso papel com credibilidade e seriedade. Nossos canais estão abertos à população!


Luiz Carlos Prates
18 Março 2020 08:39:00

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Muita liberdade significa menos felicidade. Concordas? Deixe-me explicar. Ontem fiquei sabendo de uma universidade que oferece 110 cursos, cursos "superiores". Como é que um infeliz mortal, vivendo uma indecisão típica dos jovens, vai escolher um curso? Cento e tantos cursos numa só universidade? A escolha, com certeza, vai ser errada. 

No passado, os guris namoravam as gurias da mesma zona, do mesmo bairro. Quatro ou cinco e olhe lá. Hoje o sujeito não dá um passo sem esbarrar em multidões de possíveis namoradas ou namorados. E quem não tiver coragem para o enfrentamento é só fugir para as redes sociais, o refúgio dos pífios...

Num passado não muito recuado, íamos, com uma listinha caseira, a um armazém de secos e molhados, os supermercados da época, e comprávamos o que tínhamos que comprar, nada mais, os produtos ficavam atrás do balcão... Hoje você vai a um supermercado com 70 mil produtos de todo tipo, 99% inúteis para o de que precisamos, mas... Compramos. E compramos sem a mínima certeza de ter comprado o melhor, na muita oferta está o irmão gêmeo do erro. Qual o melhor café, se há tantas e tantas marcas? E assim com tudo.

Tínhamos uma ou duas emissoras de rádio na cidade, bastava. As tevês eram raras, elas surgiram em 1951 no Brasil, precisavam de Bombril na antena, não havia muita escolha. E éramos felizes com a programação, muito melhor que hoje, com tantos e tantos canais...

A vida é curta, as escolhas de hoje são oceânicas para tudo, não há mais os poucos ou exclusivos, tudo é abundante a produzir dúvidas e infelicidades. As escolhas acabam sendo erradas, quanto maior a oferta - quem não sabe? - maior a possibilidade de equívoco. E há quem diga que isso é bom. Duvido.

Há quem diga que os casamentos "arranjados", aqueles decididos pelas famílias no passado, estavam muito mais perto da felicidade que os de hoje, diante das sobradas liberdades e escolhas.

Ah, e na política tínhamos "dois" partidos que dividiam o bolo, os demais, três ou quatro, nem piavam. Hoje são dezenas de cuecas-molhadas espalhados por partidos que deviam ser fechados, todos presos... Mas fazem parte do infinito bolo da "democracia". Nojo. Algo raro no mercado? "PESSOAS".

SAUDADE  
Ah é? Num programa esportivo numa tevê, um comentarista suspirou saudade pela, segundo ele, a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a que ganhou o Tri no México, em 1970. Só que aquela seleção foi "dirigida" pelo governo militar. Era época, por exemplo, dos cabelos black-power e os que o tinham, na hora da convocação, tiveram que cortá-lo ao estilo cadete, não é mesmo, Jairzinho, o furacão da Copa? A Seleção de 70 foi a "seleção militar" do Brasil. Sonsos "esquecidos"... 

TEMPOS
Não faz muito tempo, tínhamos dois tipos de telefones: o profissional e o residencial. Para o profissional as ligações iam até às 18 hs, ficavam por aí. Para o residencial só amigos ligavam e até a novela das 8h começar... Depois disso, só no outro dia. Hoje os desnorteados ligam a hora que bem entendem e se acham com razão. Fora do gancho pra eles... Vão se educar! 

FALTA DIZER
Na Suécia a doação de sangue eram normal, até que... O pessoal do banco de sangue passou a mandar e-mails para os doadores dizendo mais ou menos o seguinte: "O sangue que você doou acaba de salvar uma vida, obrigado". Bah, explodiram as doações. Sutil. Muito inteligente a campanha sueca. 



Luiz Carlos Prates
17 Março 2020 07:19:00

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Claro que a coisa não é de hoje, é de sempre. O ser humano sempre precisou de "máscaras", de diversas máscaras para poder sobreviver em sociedade. Sem nossas "máscaras" o mundo não resistiria 24 horas. Porque, convenhamos, sabemos que somos insuportáveis sendo como somos "naturalmente", o que nos torna suportáveis são as máscaras. E por máscaras entendamos educação, sensibilidade, sei que não devo fazer diante dos outros tudo o que me dá vontade de fazer. Ocorre que em algumas atividades sociais as máscaras são mais que necessárias. Aliás, antes de dizer sobre o que me traz até você neste momento, devo lembrar que os romanos milenares são os "culpados" por essa expressão máscara. Essa palavra vem de "persona", do latim, significa máscara, daí que personalidade não passa de máscara. É o que mostramos de nós por fora, mas por dentro, cruzes, só nós sabemos. 

Como disse, em algumas atividades profissionais nem de longe podemos nos revelar frágeis, fracos, humanos... E o melhor exemplo é o dos esportes. Um atleta quanto mais graduado for no seu esporte menos lhe será permitido ser fraco, ser humano. Mas parece que as coisas estão mudando. Ouço que em grandes equipes, em seleções e grupos de desportistas de alta performance, os psicólogos especializados estão sendo chamados. É que atleta tem que ser "herói", coisa que vem da antiguidade, quando os atletas não competiam por dinheiro mas por "louros" na cabeça. O prêmio era o destaque "divino". As coisas mudaram, os atletas são humanos, têm suas quedas emocionais, como nós todos, mas não podem deixar isso transparecer. A derrota de um desportista sai na capa do jornal, nós aqui fora podemos esconder as nossas quedas, eles não. Mas dizem que as coisas estão mudando, desconfio. Vamos continuar a esperar de certas pessoas, personalidade e atletas, energias "divinas", nunca podem se revelar fracos, humanos... Nunca. Mas nós aqui do lado de fora também fazemos isso, mentimos que estamos bem, que estamos fortes, que poucas coisas nos abatem, isso e aquilo. Tudo mentira, só nós sabemos quantas lágrimas solitárias derramamos, quantas vezes pensamos em fugir, em desaparecer, só que... Isso nos faria, diante dos olhos alheios, fracos, covardes. Temos que mentir que somos fortes, inabaláveis, bah... Claro, não podemos chorar por qualquer leite derramado, mas, convenhamos, andamos quase nisso nas mentiras para os outros.

PROBLEMA 
Leio que - "Mães de São Paulo passam a deixar bebês de 1 mês na creche". Elas têm que trabalhar. Entendo-as, mas... Pobres crianças, vão crescer emocionalmente aleijadas. Crianças precisam das mães nos primeiros cinco anos, é o período de formação da personalidade. Será que essas mães ficam em paz deixando as crianças num "depósito"? Se não, por que fizeram filhos sem planejamento familiar? Nem falo dos pais, os cuecas-molhadas. Pobres crianças! 

LICENÇAS 
Muitas mulheres querem licença-maternidade de seis meses... Pergunto: se uma dessas mulheres tivesse uma pequena loja, engravidasse e parisse um filho, fecharia a loja por quatro ou seis meses? Se não fecharia, por que as empresas que lhes contratam têm que assumir os prejuízos de suas maternidades? Sem ranços na resposta, apenas uma questão profissional, de mercado capitalista. Só. A meu favor tudo, é isso? 

FALTA DIZER 
As mulheres têm que pensar muito ao se juntar a um mimimi, desses que andam por aí... Planejamento familiar é discutir "antes" a possibilidade, o momento de gerar um filho. A responsabilidade toda cai sobre a mulher, os cuecas-molhadas continuam na deles, nem aí... Elas que se virem, é o que pensam os vagabundos. 



Opinião
13 Março 2020 13:05:00

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Já ouvi várias vezes alguém dizer - Ah, não vejo a hora de me formar! Toda vez que ouço essa frase "desatenta", lembro-me de uma outra: - "Não existe o dia da formatura para aqueles que querem crescer e prosperar". Todos os dias ouço gente falando bem ou mal do PIB brasileiro, nosso produto interno bruto, só que essas mesmas pessoas não falam de seus "PIBs" pessoais. Todos temos um "produto interno bruto", um PIB de qualidade, todos. Raros, todavia, o tem. 

Há dois tipos de crescimento na vida humana, o por dentro e por fora. Na sociedade capitalista dos niilismos dos valores éticos, vale quem tem mais... Quem tem mais por fora, no banco. E quem cresce por dentro, quem de fato tem um "produto interno, nada bruto"? Ah, esses costumam ter pouco valor. Dia destes, num desmoronamento no Rio de Janeiro, muita chuva, dois bombeiros morreram soterrados ao tentar salvar pessoas. Esses bombeiros são mais que heróis, eram defensores da vida alheia, eram pessoas de valor infinito, todavia, na sociedade das aparências, eles valiam o salário que recebiam. Sociedade podre, imunda, suja, de "PIB" nulo ou nem isso.

Temos que crescer por dentro, um título de aparência, meramente simbólico, uma celebração falsa de formatura, não leva o ser humano à plenitude do ser. Leva às aparências que não raro conduzem à depressão e ao suicídio. Não sou eu a dizer, é a OMS, são psicoterapeutas do mundo... Quem de fato quer ser na vida não se diz "formado" nisto ou naquilo, se diz um eterno estudante, como dizia Gonzaguinha, um eterno aprendiz. Os abobados, contudo, saem diagnosticando e tratando pessoas com a incompetência de seus 'PIBs" de subdesenvolvidos, ignaros. Maioria escandalosa. Crescer não tem limites, formatura é ato simbólico, não mais. É isso o que os pais têm que dizer aos filhos, os professores insistirem em sala de aula e a vida, aqui fora, reconhecer. Fora disso são estampas, aparências, e dessas estamos até aqui. Que não digamos a nós mesmos que somos "formados" no que quer que seja, que sejamos honestos e humildes para reconhecer que somos uns nadas perto do que não sabemos. Quando ouço dizer que o fulano é "doutor" nisto ou naquilo, vou lá fora cuspir. Grosseiro? Rima com verdadeiro.

DÍVIDAS

Notícia que me irrita é sobre endividamento de famílias. Rarissimamente é endividamento resultante de tratamento médico, é endividamento produzido por lazeres, saídas e viagens sem rumo... Nunca leram um livro, mas gastam. Gastam e culpam os governos. A notícia que circula é que a facilidade de crédito é o que está endividando as famílias. Ué, me oferecem crédito e eu saio gastando? Só os broncos fazem isso...

DIPLOMAS

Aos que "conseguiram" um diploma universitário é bom lembrar que a expressão que indica aprendizado em chinês é formada por dois símbolos: um representa o estudo, e o outro a prática constante. Ninguém deve pensar em aprender sem pensar, sem praticar constantemente. Os "formados" em Medicina, mais que outros, devem saber disso... Credo! O que anda por aí em todas as áreas são apenas "formados", diplominha na parede. Horror!

FALTA DIZER

Para as multidões de abobados que andam por aí... É bom lembrar que não existe dia da formatura para aqueles que querem crescer e prosperar. Aliás, para os que querem "ser", ser é a manifestação da verdadeira realização humana. Diploma no Brasil é muito fácil de se obter. Há vários modos, os endinheirados sabem bem...



Opinião
12 Março 2020 09:35:00

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Faz algum tempo inventaram a bobagem de chamar determinado grupo etário de Geração Y, Geração Z, bobagens de quem não têm o que fazer. Muito mais claro é enquadrar o pessoal, turma que tem hoje entre 18 e 30 anos, digamos, e turma que tem hoje entre 30 e 40 anos, depois disso, babaus, quem fez, fez, quem não fez não fará mais...

O que me traz a esta charla de hoje com você, leitora, é ler, volta e meia nos jornais, que os jovens de hoje querem felicidade no trabalho. Ué, mas será que já nasceu alguém que não desejou ser feliz no trabalho? Ocorre que os embusteiros de agora, maioria escandalosa, quer felicidade no trabalho como sinônimo de pegar leve, ganhar bem, vestir-se como molambentos, ir para o trabalho cheios de "modismos" idiotas, tipo calças rasgadas, enfeites no nariz, tatuagens até no céu-da-boca, essas coisas. Não na minha empresa, nunca. Esses tipos são eliminados na hora da inscrição para a entrevista...

Mas o que quero mesmo dizer é que a felicidade, tão procurada por todos, está dentro de nós. E dizendo isso vou passar uma água no rosto, devo estar corado, imagine dizer uma tamanha obviedade... Felicidade pode ser definida como paz interior. Quem tem paz interior, a exemplo de quem tem vida interior, não sente solidão. A pessoa é feliz. E essa pessoa está sempre bem acompanhada, tem a melhor das companhias, a dela mesma... Mas quem tem essa paz, quem se sente feliz desse jeito? Você conhece alguém, leitora?

Bolas, alguém tem que bater na mesa e fazer os mimimis que andam por aí, insinuando-se no mercado de trabalho, que abram os olhos, partam para a luta, vertam água benta a não parar mais - muito suor - e cheguem ao pote do sucesso fazendo benfeito o trabalho e, mais que tudo, gostando dele. Chega de ouvir lamúrias de "jovens" incompetentes que querem ser felizes no trabalho assim, na moleza. Chega. Que tenham projetos de pés no chão, sem sonhar com as estrelas, muito suor na testa, ética, persistência de maratonista olímpico e só parar de trabalhar quando a língua estiver de fora, bem acima dos 75 anos, bem acima. O resto é mimimi da mamãe querendo felicidade de graça, no trabalho. Frouxos, ocos, isso sim.

CRIME

Um crime ético/educacional grave. É o que cometem muitas famílias ao levar e ensinar crianças a pescar por diversão, lazer. Vi imagens dia destes num telejornal. A família sorridente e meninas rindo dos peixinhos em estertores no anzol das varas de pescar da "família". Credo, que gentinha! Deixem os peixinhos viver, vão se divertir com um livro e incentivar a leitura aos pequenos, isso sim. Pagarão...

VERDADE

Muita gente, a maioria, quer almoço grátis na vida... Numa entrevista, perguntaram ao antológico violoncelista Pablo Casals, por que, aos 85 anos de idade, ele continuava a praticar cinco horas por dia. Ele respondeu - "Porque acho que estou melhorando". Bah, tenho amigos que desistiram de estudar inglês, muito difícil... Ficaram poucos dias nos cursos. E assim quantos e quantos frouxos desistem na primeira volta da corrida...  

FALTA DIZER

Sempre que um repórter sai para cobrir um fato deve levar cinco perguntas, se voltar com as cinco respostas cumpriu com a missão. Vale para todos os que "entrevistam" alguém... Dia destes, um médico famoso pisou feio no tomate, não perguntou antes sobre o delito do presidiário e caiu do burro. Uma estupidez. As perguntas? Qualquer criança sabe: - O que, quem, quando, onde e por quê... Apurar antes para não ser idiota depois...



Opinião
11 Março 2020 07:36:00

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A conversa não era comigo. Amigas conversavam e eu estava por perto, claro, com antenas ligadas, uma postura típica dos bisbilhoteiros... Lá pelas tantas, uma loirinha disse que fazia algum tempo que andava triste, sem-graça, pra baixo mesmo. E que não tendo saída para se distrair, começou a pintar. A pintar quadros de todo tipo, sempre gostou de fazer isso, mas tinha parado. A crista ficava baixa e ela se ia para a pintura. Mas... A mãe berrava com ela: - "Fulana, não perde teu tempo, vai achar o que fazer, para de perder tempo com esses desenhos, isso não dá dinheiro, não dá futuro...". Mais ou menos isso a mamãe dizia. Mas você bem sabe, leitora, mãe é mãe... 

Não entrei na conversa da moça, eu seria um estranho no ninho, mas fiquei pensando com meus botões... A mãe da moça não tinha visão para ver que a filha andava de crista baixa e para um bom combate à crista baixa, aos desalentos, à depressão, nada melhor que um trabalho, uma arte, um "despiste" existencial para ocupar as mãos e a cabeça. Todos precisamos disso, daí que todos temos que ter um passatempo, algo que seja nosso e nos faça bem. Precisamos disso. E por estranho que pareça, hoje poucos têm um lazer pessoal, daqueles que prescindem de alguém por perto. Hoje o lazer (estúpido) é o celular na palma da mão, a mente nas mentiras alheias e a frustração que resulta de alguém acreditar nas patranhas dos outros e medir-se por eles. Poucos aguentam. Não é outra a razão dessa depressão coletiva que está abatendo multidões pelo mundo, especialmente os mais jovens. Pintar, ler, praticar um esporte, só ou em grupo, tocar um instrumento, estudar as borboletas, o que for, como hobby, lazer, é indispensável para a saúde de todos nós. Poucos têm essa porta de escape, poucos, quando nunca foi tão fácil ter diversões e lazeres enriquecedores. Só que esses lazeres exigem cabeça arejada e independência de outras pessoas e de seus modismos. Todos somos extremamente criativos, mas embotamos essa criatividade entrando no rebanho dos inanes da cabeça, dos estúpidos das manadas humanas. - "Vai pintar teus quadros, guria, vai ser feliz sozinha, com teus sonhos e teus pincéis". O resto é busca inútil de felicidade nos mundanismos.

CUIDADO

Vamos imaginar que você esteja agora diante de uma parada torta, uma daquelas situações de provocar ódio, medo, insegurança ou dúvida. Cuidado. Não raro, as coisas não são o que nos parecem, mas o que nos costumamos acreditar delas. Cabeça fresca, ar nos pulmões e abrir as janelas da cabeça; de repente, o dragão não é dragão. É uma borboleta mal identificada... As coisas não são o que parecem, são o que fazemos delas, mais das vezes.

LOROTA

Tenho vontade de sair chutando baldes, fulo, quando ouço a lorota de que o índice de criminalidade no Brasil caiu. Baita mentira. Todos os dias, ficamos sabendo de banditismos de toda sorte, cruéis, mortes por nada, gente presa pelas polícias e colocadas em liberdade pela "justiça", um incentivo ao sangue. Cuidado, cuidado, de repente, espadas podem começar a reluzir ao sol do meio-dia...

FALTA DIZER

Numa certa família, durante o café da manhã. O rádio estava ligado, um representante do Ministério da Saúde falava detalhadamente sobre o Coronavírus. Uma garotona, que fervia o leite, brada para a mãe: - "Ah, tira isso daí, bota numa música"! Essa nunca vai ser gente, vai ser mandada por um "mimimi" da cueca-molhada. Ela e multidões como ela...



Opinião
09 Março 2020 16:25:00

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Li a notícia, parei, cocei a cabeça e fui beber água. Pensando. Já contei aqui de um sujeito que vivia pensando em ganhar a Mega-Sena, pensava em comprar uma mansão com a bolada, comprar uma fazenda, um carrão, viajar pelo mundo, essas coisas. Mas o mesmo sujeito tinha consciência de que o dinheiro, ainda que muito dinheiro, não compra a paz, a saúde, o amor, a felicidade. O dinheiro não serve para nada dos fundamentais da vida, o dinheiro só pode comprar o que tem preço, nunca o que tem "valor"...

Como disse, li a notícia e sai pensando... Era uma notícia carregada, daquelas de nos toldar o céu da alegria, posto que eu nunca tenha visto a pessoa de perto e muito menos conversado com ela. Vou falar de Jack Welch. Ele foi um dos meus "heróis" nas palestras que fiz dentro de empresas. Jack foi eleito pelos americanos como o "Executivo do Século", grande diretor que foi da GE. Ora, um sujeito que ganha o título de Executivo do Século, ao meio de gênios da administração americana, não devia ser pouca coisa. Jack morreu esta semana, 84 anos. Falar de alguém com 84 anos é como falar de Matusalém para um jovem de 21 anos. Matusalém, uma lorota bíblica, teria vivido mais de 900 anos. Que soberba estupidez para enganar trouxas... Deixemos para lá. Quando digo que o dinheiro compra tudo o que tem preço e nada do que tem valor, lembro-me agudamente de Jack Welch, riquíssimo, não havia quem não o conhecesse nos Estados Unidos, entraria em qualquer hospital recebendo reverências de todos, mas... Não pôde comprar a saúde de que precisava e morreu de doença "braba" nos rins. Um outro sujeito, também americano, palestrante de mancheia, não lhe digo o nome, encantava auditórios falando sobre a vida, a paz, a mente sã, essas coisas. Era forte, atlético, fazia pesados exercícios todos os dias, mas... Morreu cedo, 75 anos. Fico pensando, pô, se esses camaradas com fama, dinheiro, boa cabeça (no aparente caso do palestrante), são derrubados naturalmente por moléstias do dia a dia, o que sobra para os "pobres" e nada ilustres? Aí é que está, julgamos pelas aparências. Os aparentemente fortes são na verdade débeis, e o sinhozinho ali da esquina pode ser uma rocha, a partir de uma cabeça um pouco mais "modesta", para não dizer tosca...

VERDADE

Dos meus arquivos, mais de 15 anos. Jack Welch, o inesquecível administrador da GE, falando para acadêmicos de Harvard: - "Se você foi contratado há pouco e espera poder equilibrar sua vida profissional com vida pessoal, sugiro insistentemente que esqueça essa ideia, pelo menos até ganhar um bocado de crédito graças a um desempenho brilhante". Perfeito. Os mimimis de hoje querem folgas no fim de semana e horas de descanso durante o trabalho. Frouxos, fracassados.

DIVERSÃO

Outra frase de Jack Welch, o "terrível" para os acomodados da vida, maioria: - "Primeiro temos que cumprir nossas obrigações para depois pensar em diversão". Quem tinha que dizer isso eram os pais em casa, educando os filhos. Mas educam para a vadiagem, para produzir pouco e ganhar muito. Vão roer corda. Corda grossa.

FALTA DIZER

Os caras não têm onde cair mortos, procuram emprego aqui, ali e nada. Vão aos postos de gasolina e acham vaga, só que... Os vagabundos não querem trabalhar nos fins de semana, querem praia e vadiagem. Ardam! Não se pode ter comiseração com vadios. O Brasil tem milhões de preguiçosos sem trabalho e que ficam uma onça quando são mandados trabalhar. Relho!



Luiz Carlos Prates
06 Março 2020 10:47:00

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Algumas expressões populares não raro se tornam permanentes, outras vêm e vão, somem. Não sei se ainda alguém diz que quando uma pessoa está falando de planos adoidados que ela está "viajando na maionese". Ouvi e usei muito dessa expressão, não sei se a leitora já a ouviu... Se não ouviu, repito, essa expressão significa loucuras que uma pessoa estava a dizer. E sabes quando as pessoas mais "viajavam na maionese"? Quando estavam na fila da Mega-Sena. Cansei de ouvir repórteres entrevistando apostadores diante de um prêmio daqueles de nos fazer "viajar na maionese". E sabes de onde tirei o alicerce desta nossa conversa de hoje, leitora? Da pregação de um padre. Isso mesmo, um padre pregando sobre felicidade... Ele dizia, como já ouvi cansativas vezes apostadores dizendo, que se ganhasse na Mega-Sena viajaria pelo mundo, compraria uma mansão, compraria um carrão, compraria uma fazenda, ia ajudar aos familiares em necessidade, essas coisas. Mas também dizia que nada disso o faria feliz. E afirmou enfaticamente que o que tem preço não produz felicidade, produz felicidade o que tem valor. Sutil. E o padre continuou "viajando na maionese", falando de tudo o que ele faria se ganhasse sozinha na Mega-Sena. E continuou enfático: "Felicidade não se compra, amor não se compra, saúde não se compra, vida não se compra"... Vivo dizendo isso. Então, concordei com o padre. E penso que concordamos todos, não é mesmo, leitora? Pelo menos da boca para fora. Essa "viagem na maionese" de ajudar familiares se ficarmos rico é conversa mole que não faz o boi dormir. Quem é que ajuda parentes? Aliás, já disse várias vezes, e não tem mesmo que ajudar, salvo se for para tratamento médico severo. Por nenhuma outra razão. Emprestar dinheiro para parentes equivale a jogá-lo fora, a desavença é certa e o dinheiro perdido... "Viajamos na maionese" falando sobre o que faríamos se ficássemos ricos e esquecemos que para a felicidade a primeira condição é ser pobre... Pobre de arroubos idiotas, de vaidades inanes e de desejos enganosos, como comprar isto e mais aquilo e de tudo um pouco. Para depois, na solidão da vida, descobrir que o que se compra não tem valor, valor tem o que se conquista. Felicidade, por exemplo. 

VENENOS
Manchete que vem do Ibama - "Brasil tem importação recorde de agrotóxicos em 2019". E mais - "Alguns desses agrotóxicos são proibidos em seus países de origem". E depois as pessoas ficam se questionando de onde vêm tantos cânceres e tantas doenças degenerativas... Fico a imaginar o que não fazem e o que não usam nas lavouras, nos aviários e nos abatedouros... 

ÓRFÃOS 
Pela falta de educação das crianças e dos jovens, vivo usando da expressão "órfãos de pais vivos". São jovens que vivem como se não tivessem pais, têm, mas esses pais e mães são uns trastes que não educam os filhos. Mas há também, mais doloroso ainda, os "pais órfãos de filhos vivos". Filhos ordinários que vão para longe e nem aí para ajudar os pais. Pais velhos, o que é duro. Mas esses filhos infelizes vão pagar pelo que fazem, ah, vão... 

FALTA DIZER
Imprensa podre. Ouvi e li jornal de São Paulo sobre esta manchete: - "Homem é agredido após sentar em trilho do metrô". O metrô vinha chegando à estação e o cara foi sentar-se no trilho. Não queria sair. Seria esmagado e poderia haver graves consequências para outras pessoas. Foi tirado a tapas dos trilhos. E ninguém deu razão aos seguranças, caíram de pau sobre eles. "Bonzinhos" boçais.  



Luiz Carlos Prates
05 Março 2020 07:17:00

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Eu ia por uma calçada, rumo a um shopping, e o vi na outra calçada. Um velho amigo, ex-jornalista, vou chamá-lo de João, mas não é João o nome dele. Vi-o e lhe dei um assobio, - "Vamos tomar um café!"! Ele atravessou a rua e aceitou o café, no shopping. - E aí, como vão as coisas, tudo bem? Foi minha pergunta sem graça, aquela que fazemos em início de encontros. - "Não, Prates, não vai tudo bem, ando de crista baixa, olha, te digo que até ando depressivo mesmo...". Atrevi-me a perguntar o que houve e... Surpresa. Meu amigo não tinha uma "unha encravada", um problema de tirar o sono, ele andava simplesmente sem graça. Foi o suficiente para que o café se transformasse em três ou quatro... No resumo, como disse, meu amigo não tinha um "problema", andava sem graça porque andava pensando sem graça, andava negativo sobre o cotidiano dele e sobre a vida, por extensão. E aqui, leitora, chegamos mais uma vez ao ponto. Somos o que pensamos. Olhe, conheço inúmeras jovens/grávidas modernas que se cuidam como loucas enquanto esperam pelo parto, fazem exames, evitam isso, evitam aquilo tudo para não prejudicar o bebê que vai nascer. Só que elas esquecem que seus modos de pensar é o que mais influi sobre o psiquismo da futura filha/o. Essas mães "modernas" podem se cuidar como for por fora, mas não escaparão de sentenciar ao cadafalso a futura filha ou filho a partir do modo como pensam. Todos nós, quando saímos do ventre materno saímos com os ranços da mamãe, ninguém escapa, ninguém.  

Meu amigo vai continuar depressivo se continuar pensando para baixo, pô, é milenar a psicologia budista que diz que - "Todas as coisas são precedidas pela mente, guiadas e criadas pela mente. Tudo o que somos hoje é resultado do que temos pensado. O que hoje pensamos determina o que seremos amanhã. Nossa vida é criação de nossa mente". Encurtando a conversa, felicidade não passa de um modo de pensar. Vítimas de crimes de guerra, pessoas que passaram por atrocidades sobreviveram porque alimentaram a mente com pensamentos de esperança e liberdade... Se você agora estiver para baixo, leitora, bah, que vergonha de dizer isso, mude seus pensamentos e você vai conhecer o sol da alegria. Depende só de você.

ATRAÇÃO
Há quem diga que ela é implacável, a Lei da Atração. Essa lei resulta do modo como pensamos. Muitos, todavia, dizem que pensam em ficar ricos e continuam pobres. Mas aí é que está, o pensamento não pode dispensar as raízes do crédito, não pode ser um mero desejo, tem que ser algo que envolva as vísceras. Vale muito para os pensamentos negativos, pensou, pensou, atraiu. Já eu pensei, pensei que você ia me ler... 

ROTEIRO
Você tem um hábito de que não gosta e não consegue se livrar? Três degraus para a superação. Primeiro: acreditar que a mudança é importante; segundo - você precisa acreditar que só você pode fazer essa mudança, e - terceiro: acreditar que a mudança é possível. Pondo em ação esse roteiro, você vai ser outra pessoa, para melhor. 

FALTA DIZER
A repórter de uma tevê, em Brasília, apareceu num telejornal com duas unhas pintadas, as outras com pinturas descascadas e outras sem nada pintura... Quer dizer, uma langanha. Se ela não se dá conta do molambo que é, alguém "de cima" tem que lembrar a mocinha da necessidade de aparecer impecável no vídeo. Chega de desmazelos, chega de "zorra" nas telas. Empregados têm que saber disso.  



Luiz Carlos Prates
04 Março 2020 07:25:00

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Todos nós chegamos a um certo ponto na vida que somos uma história. Uma história bem ou mal contada. Digamos que nos confundamos com um livro. Que livro você seria, leitora? Interessante... 

Digo isso porque em Copenhague, capital da Dinamarca, existe uma "livraria humana", pessoas vivenciam suas histórias como se fossem um livro. Você escolhe um título, faz a reserva e num certo dia e horário vai se encontrar com esse livro humano, uma pessoa contando sua história e respondendo suas perguntas. E aí, que livro você seria? Na relação dos dinamarqueses existem livros do tipo - "Mulçumana" (mulher que conta de sua vida como discriminada e perseguida fora da terra dela), outros livros têm por título: Medroso, Estressado, Vítima (mulher agredida por homens), Refugiado, Cego, Solitário, Depressivo, Bullying, Bipolar, Autista, livros de todos os títulos e tudo a partir de vivências agudas de pessoas que decidiram ajudar outras pessoas em semelhantes necessidades. Você sofre de alguma apoquentação existencial, procura por um desses "livros humanos" marca a "audição", vai lá e ouve alguém falando tudo sobre o que você tem a partir das vivências dessa pessoa, um "livro humano". Vale como uma psicoterapia especial. E como todos nós temos uma história, nós também poderíamos ser um "livro", você não acha, leitora? O grande problema seria que livros seriamos nós? Até podemos ser, imagino, um clássico, mas é bom não perder de vista a possibilidade de que viéssemos a ser um livro de sebo, bah! Falando nisso, lembrei da Bruna Surfistinha, a garota seria um belo livro, teria muitas histórias para contar, com certeza ela seria uma "best-seller". Mas que fique claro, os livros humanos dos dinamarqueses são todos barras pesadas, livrinhos de historinhas para boi dormir não fazem sucesso, a pessoa tem que ter uma barra pesada para contar e é isso o que pode ajudar os que também se acham num atoleiro, numa barra pesada. Pena que esse tipo de "invenção" só tenha espaço em sociedades bem mais desenvolvidas que a nossa, aqui os "livros" seriam vistos com desconsideração, por certo. Aliás, a mesma desconsideração que os brasileiros dão aos livros propriamente ditos. Um povinho assim vai continuar assim, esperando por Papais Noeis nos governos. Povinho triste. Sim, mas e eu, que livro seria? Por favor, leitora, não me faça passar vergonha...

CABEÇA
Nossa cabeça é céu ou inferno, nós decidimos pelo modo de pensar, de ver a vida. Do livro - Cura Espiritual - Nos Estados Unidos, mulheres grávidas com enjôos e vômitos compulsivos foram tratadas com um poderoso remédio contra vômitos. E elas não tiveram mais enjôos. Só que o remédio era exatamente para provocar vômitos, os cientistas queriam provas do poder da mente. Acreditando que o remédio era contra vômitos pararam de vomitar. Todos nós somos assim, uns lacaios da mente.  

CURAS   
É por questões como essa que você acaba de "ouvir" que muitos curadeiros fazem sucesso, eles de fato "curam", curam pela mente confiante do paciente. Sem a aquiescência do paciente, nenhum remédio produz curas, se engana quem pensa que todos os doentes querem se curar, maior parte não quer. Problemas pessoais e inconscientes. Os bichos são muito mais saudáveis... 

FALTA DIZER
Vem aí o Dia da Mulher, se o seu companheiro, leitora, lhe perguntar, como muitos fazem, o que queres ganhar de presente, sugiro que digas um livro. Segundo a sabedoria popular, mulher que lê se torna um perigo, e é bom que você se torne "um perigo", os mimimis vão pensar duas vezes antes de fazer bobagens. Ou três.. 



Luiz Carlos Prates
03 Março 2020 07:37:00

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O cara não deu certo no país dele e veio para o Brasil. Aqui ele se acha, escreve em jornais, faz palestras, pinta e borda em cima da ignorância dos "nativos" que costumam valorizar "moeda estrangeira", ainda que a moeda possa ser falsa... 

Esse sujeito, proclamado psicanalista, escreveu dia destes um libelo contra uma manifestação da ministra Damares, que pregava, e prega, a abstinência sexual de adolescentes. Damares, mininistra da Mulher, Família e Direitos Humanos, prega essa abstinência sexual em razão da gravidez escandalosa de aproximadamente 700 mil adolescentes brasileiras todos os anos. Meninas pobres, sem escola, sem futuro, sem rumo, mas genitoras, mães. E os "meninos", os pais? Soltos, sem rédeas.

Ocorre que o tapado (estrangeiro cuspindo em terra alheia) disse que não se pode silenciar a busca de prazer, uma busca inerente ao ser humano. Ele prega o uso de anticoncepcionais e correlatos. - Só que isso não funciona, ô, tapado! Se as garotas de "boas famílias" vivem fazendo sexo orgíaco, engravidam, mas abortam "legalmente", imagine o que não acontece com as garotas pobres e grávidas...

Ademais, o "doutor" devia saber" que ao Princípio de Prazer que é, sim, inerente à condição humana, opõe-se o PrincÍpio de Realidade, um princípio criado pelas pessoas em sociedade para preservar a ordem. Imagine uma criança, que nasce regida pelo Principio de Prazer, crescendo sem os ditames e limites do Princípio de Realidade... O "doutor psicanalista" devia saber disso, ou sabe, mas... para combater o governo diz as bobagens que diz. O Princípio de Prazer tem que ser disciplinado, limitado por leis severas, de outro modo, a sociedade não resiste a 24 horas da barbárie que seria o mundo vivendo com as cordas soltas para os prazeres.

O Princípio de Prazer que, insisto, é sim parte natural do ser humano, nos manda beber até cair, comer até vomitar, dormir até cansar, fazer sexo até gerar infinitas crias, pegar o que não nos é devido, desrespeitar todas as leis, pintar e bordar de acordo com nossos desejos e vontades patológicas... Claro que não, quem vive assim morre cedo, vai preso ou internado como insano. Já os limites do Princípio de Realidade nos fazem pensar que sexo tem hora e filhos mais ainda... A Damares está coberta de razão, o "estrangeiro" quer fazer média. Estranho no ninho, atualiza teu passaporte e... Voa!

SEXO
Sem educação de muito boa qualidade e têmpera de ferro, as mulheres vão continuar caindo diante dos mandos e desmandos dos babacas que se dizem homens, machinhos fajutos, isso sim. Camisinha sempre e sem exceção. Olhe, dependendo da situação (mais das vezes), camisinha até com o marido. E pílulas anticoncepcionais não, essas minam a saúde das mulheres e as levam à morte, muitas vezes e por vias indiretas... Certo? Acho que perdi meu tempo...  

CRENÇAS
Vários iconoclastas, derrubadores de ídolos/santos, garantem que 90% das nossas crenças não passam de mentiras e que nós sofremos por acreditar nelas. Você duvida? Agora tem uma coisa, "todas", todas mesmo, crenças que temos são forjadas para termos uma esperança, a esperança de vida. Convenhamos, nenhuma funcionou até hoje. A finitude nos tira o sono, com ou sem crença. 

FALTA DIZER
Há muitos anos eu já dizia isso nos meus programas de rádio em Florianópolis, agora o Ministério da Saúde está pedindo à população que evite beijinhos e aperto de mão... Claro, são veículos "permanentes" de sujeiras e infecções. O "corona" anda por aí, em todas as esquinas, e costuma andar bem disfarçado. Cumprimentos? Acenos com a cabeça. Ou S.O.S... 



Luiz Carlos Prates
02 Março 2020 10:25:00

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Dizem que o que separa o remédio do veneno é a dosagem. Faz sentido e não é preciso pensar muito. Qualquer coisa boa da vida se for tomada em excesso vira "veneno". Nem vou longe, apenas lembrar que não vivemos sem água, mas é sabido que água demais afoga... Vale para tudo, até para ter dinheiro, muito dinheiro. Ter muito dinheiro vira encrenca a produzir vazios existenciais, suicídios... 

Vamos lá. Nem lhe vou perguntar sobre qual a melhor palavra para a vida, o sim ou o não, nem vou... Claro que é o "não". - "Ah, Prates, inventa outra, o não é a mais enfática negação da vida, inventa outra"! - Ah, você pensa assim? Então, vamos imaginar que você está a fim de cometer uma loucura, a pior de todas, nem vou dizer qual, mas um amigo, uma amiga lhe pega pelo braço e sacode: "Não, tu não vais fazer isso, tu não és louca, não vais fazer"! Essa frase seria negativa para a sua vida ou a mais positiva de todas? Bolas.

Um menino de cinco anos diz ao pai que vai brincar lá fora, o pai diz sim, podes ir... E o menino sai para brincar no meio da rua, com carros indo e vindo perigosamente... E aí, o sim do pai foi um sim positivo? Em educação, de modo geral, o não é o que mais educa. O não cerceia, mas esclarece, quando se diz não é preciso dizer da razão. E este é um dos motivos de as crianças e adolescentes andarem por aí demoníacos, regra absolutamente geral, tudo em consequência dos múltiplos "sins" ditos pelos pais e mães paspalhos que andam por aí. Regra geral. Dissessem não para quase tudo e teríamos outra sociedade e jovens saudáveis. "Sim", mas e as mulheres, Prates? Era aqui que eu queria chegar. Não basta sair por aí com faixas caricatas de "Não é não" e no cotidiano da vida dizer sim para tudo o que os cuecas-úmidas determinam, pinta e bordam. Precisam dizer "Não" de nariz empinado e desde o primeiro momento ao lado de um cuequinha-úmida da mamãe, os que andam por aí, generalizadamente. Exceções? Por favor, me faça conhecer uma...

Vou desistir! Não. Vou me matar! Não. Vou fracassar! Não. Se usarmos bem o não, ele será o maior sim de nossas vidas.

ELAS
A Secretaria Municipal da Saúde de Salvador, BA, fez-nos saber agora, durante o carnaval, algo que muitos não querem admitir ou noticiar: que as mulheres estão "bebendo" mais que os homens. Aqui também, bah! E só sair por aí e dar uma olhada. E sabes por que elas estão bebendo? Pelas mesmas razões por que os machinhos impotentes bebem nas festas: para se sentirem confiantes e corajosos. Coitados dos impotentes, elas e eles. 

ESPERTOS 
Dos meus tempos de escola marista... Um dia um professor nos disse em sala de aula que o verdadeiro "malandro" é o sujeito que sai e bebe água mineral o tempo todo, ele sabe onde tem as mãos e no outro dia está a mil... Lembra-se de tudo e não tem encrencas sobre o que fez, fez às claras da mente. Já o boca-aberta bêbedo é um bobão que não vai se lembrar de nada. Trouxa.  

FALTA DIZER
Quando digo que as mulheres não se podem resumir ao "Não é Não" apenas diante dos abusos "externos", quero dizer que elas devem adotar esse "Não é Não" também dentro de casa, com os maridos, mais das vezes uns baita patifes no cerceamento delas. Não é Não com todos... 



Luiz Carlos Prates
28 Fevereiro 2020 09:23:00

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Gosto de frases, mas não de uma frase qualquer. Gosto de frases alicerçadas pela qualidade de quem as faz, por sua história, por seu exemplo. Esse sujeito de quem agora vou falar se soubesse das vezes que o citei em minhas palestras certamente me cobraria por direitos autorais. E o cito em palestras para jovens, em escolas, para profissionais em início de carreira, para todos, enfim, que querem chegar ao "ace" da vida. Ace é o ponto no tênis que resulta de um saque indefensável. Pelo "ace" acho que você matou a charada, isso mesmo, vou falar de frases do Guga Kuerten. O Guga colocou Santa Catarina no mapa do mundo, ninguém antes dele chegou perto dessa proeza nem até hoje alguém acenou o lenço da aproximação.

Guga entrou para a história pela sua jornada no tênis, você sabe disso, Guga, virtude suprema, sempre foi discreto, sorriso de menino, comportamento dos grandes vencedores... Podia ter sido, justificadamente, o maior mascarado da nossa história, nada disso, foi sempre simples como um bom "mané". Perdão, estou indo longe e não digo das frases do Guga.

Semana passada, numa declaração publicada aqui em nossas páginas esportivas, falando de jovens e promissores tenistas brasileiros, Guga disse que - "O tênis é isso: trabalhar bastante e acreditar muito". Precisa dizer mais?

Quem ousa contestar essa frase de trabalhar bastante e acreditar muito para chegar ao sucesso? Quem de fato gosta do que faz trabalha muito, trabalhando muito e acreditando na vitória, ah, ela estará esperando pela pessoa na esquina dos grandes encontros. "Ace" na certa.

Mas há outra frase, correlata, do Guga, mais antiga. É uma publicidade dos Correios, do Sedex, estrelada pelo nosso tenista. No texto dessa publicidade, Guga diz que - "Para mim, não é só chegar na bola certa, na hora certa, que muda tudo. O que muda tudo são anos de dedicação". Conteste a frase, conteste-a, quero ver. Verdade simples e pura. De fato, ninguém chega ao "pote" sem muita vontade e cansativos treinamentos, insistências, "certezas" de vitória pelo suor derramado. Mas o que vemos por aí, dentro e fora das escolas, é de desanimar. O pessoalzinho quer vitórias, cama pronta, comida na mesa e mamãe passando-lhes a mão nos cabelos, suar não... Suar é para trouxas. Ah, é? Então, continuem amargando suas silenciosas derrotas. Devo mais uma ao Guga. Ace, Guga!

CARAS 

Há mulheres que são lindas na tevê e no cinema, mas... Eu sempre quis vê-las numa segunda-feira pela manhã, gripadas e saindo da cama... Como seriam suas carinhas? Foi o que pensei de uma festa feita dia destes pela atriz Gwyneth Paltrow. Gwyneth chamou amigas para uma festinha com a condição de que todas fossem sem maquilagem, caras lavadas. Você iria, leitora? Faça uma festinha dessas em casa, depois me conte...

VELHICE  

Não bastam maquilagem e "retoques" cirúrgicos por fora para evitar a cara de idosas. O que dá vida ao rosto e o rejuvenesce é um fogo existencial por alguma coisa e uma vontade louca de estar sempre aprendendo algo de novo. Repetir-se no tempo e retocar a cara de nada adianta, a pessoa vai parecer velha... Fogo interior rejuvenesce, mas esse não se improvisa. Fora disso, tudo e ridículo.

FALTA DIZER  

Não chorem depois, se sobrar tempo... Mulheres, para evitar surras ou feminicídio, lembrem-se de que tudo nas pessoas, o movimento dos olhos, do corpo, o tom de voz e os hábitos, são formas de comunicação. Na primeira derrapagem reveladora de parte do eventual ordinário ao seu lado, caia fora. O tempo agrava o mau-caráter. Caia fora!



Luiz Carlos Prates
26 Fevereiro 2020 14:51:00

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Ah, Santíssimo, não vejo a hora de termos, generalizadamente, escolas cívico-militares no Brasil. Tanto escolas públicas quanto, e mais ainda, as particulares. Não vejo outra saída, o túnel está muito escuro e o que está acontecendo com crianças e adolescentes dentro e fora da escola é de minar o ânimo dos brasileiros cidadãos, poucos, bem poucos... 

Antes de entrar no assunto, me diga se tem cabimento... Ontem passou por mim numa calçada um guri que levava uma mochila e estava prestes a entrar num colégio bem "celebrado", religioso, de Florianópolis. O guri, de uns 11 anos, tinha o cabelo em duas cores, branco e azulado. Quem deu autorização ao pequeno meliante para fazer coloração circense no cabelo? Já numa outra rua, duas gurias iam também para o colégio vestindo shortinhos que exigiam olhos apertados para distingui-los de calcinhas. As meninas pareciam vestir calcinhas, tão resumidos eram os shortinhos. E mais uma vez pergunto: e os pais das pequenas...? Deixemos assim, das pequenas...

Que vontade de ver essa gentinha mal-educada, órfãos de pais vivos, em escolas cívico-militares. A única diferença dessas escolas para o que anda por aí é a disciplina, e a disciplina tem feito milagres em escolas que até há pouco eram quase áreas de território de alunos "bandidos". Tráfico de drogas, brigas, depredações, pichações, ameaças e surras em professoras, de tudo um pouco, e agora... Quem vê não acredita no que vê: disciplina, ordem... E progresso. Progresso no rendimento dos alunos, alunos que para muitos não tinham jeito, recuperação. A disciplina recupera tudo ou quase tudo. Sem falar que nas escolas cívico-militares, administradas na disciplina, por militares reformados, PMs, os alunos vestem uniformes, você nunca vai encontrar uma menina vestindo shortinhos ou guris com cabelos tão coloridos quanto bandeiras de escolas de samba. Nem a pau, Juvenal!

Uma professora de "celebrada" escola de orientação religiosa de Florianópolis me contou que a camiseta do colégio é customizada pelas "inocentes" meninas de "boas" famílias, as camisetas são cavadas quase até o umbigo... Escolas cívico-militares já! É a única esperança para um país até agora sem esperanças. Ou os jovens entram nos trilhos da decência, respeito, ordem e progresso ou vamos continuar perdendo tempo. E nesse caso vamos precisar de mais e mais Lava Jatos no país... Atenção, escola! Sentido!

FAMÍLIAS 
Acabei de ouvir um jornalista de São Paulo dizer que: - "A ausência de princípios éticos no âmbito familiar deixa marcas profundas". Frase que resume uma grande verdade. Mas eu pergunto: o que impede esses pais toscos que andam por aí de não educarem severamente os filhos? Por certo, eles devem saber por eles mesmos, pelo que fazem no WhatsApp... Safados!

DITADO 
O ditado é milenar e errado: "A ocasião faz o ladrão". Não é verdade, a verdade é que a ocasião "revela" o ladrão. Mesmo diante da grande chance de roubar, quem não é ladrão não rouba, mas quem o é, revela-se. Vale para todos os momentos da vida, não são as circunstâncias que nos entortam, somos nós que nos revelamos tortos diante de uma oportuna circunstância. Que as mulheres abram o olho com seus parceiros de amor, são ordinários, mais das vezes.

FALTA DIZER 
Nos Estados Unidos um imbecil de 12 anos perdeu uma disputa num jogo eletrônico, Fortnite, e jogou o controle remoto na televisão, quebrou a tela. Pais e professores americanos estão de cabelo em pé com o uso de jogos violentos por crianças. Mas eu digo daqui: não falem crianças, digam guris. As meninas são mais gente, não entram nessas baboseiras. E os obtusos daqui?



Luiz Carlos Prates
26 Fevereiro 2020 06:58:00

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Todo crente é também um grande descrente e diante dos mesmos fatos. Paradoxo? Também acho, mas é o ser humano em sua essência. Quem buscar razão e coerência nos humanos vai ficar sozinho na vida, rangendo os dentes da incompreensão. 

Você tem razão, para uma quarta-feira de pós-carnaval o assunto está sem sol. Vamos abrir a janela. Você já deve ter ouvido dizer que todo amor de carnaval acaba na quarta-feira de cinzas. Digamos que sim e digamos que não, depende. Uma pergunta hoje não pode ser deixada sobre a mesa: carnaval é para sair em busca de amor ou em busca de nós mesmos, libertos das amarras de um cotidiano pleno de frustrações? Antes de dizer do que vi - e mais uma vez - no carnaval da Passarela Nego "Quirido", no sábado à noite, estive lá, devo dizer que fiquei longo tempo olhando para as pessoas que desfilavam. Olhei-as fundamente. E sabes o que vi? Vi êxtase. Vi homens e mulheres, mais mulheres que homens, com os olhos nas estrelas, braços erguidos, cantando com a "fúria" das melhores guerreiras da vida. Vi pessoas dançando sem olhar para os lados, soltas, livres, felizes, em outro espaço de tempo e realidade. O carnaval nos proporciona essa liberdade, uma liberdade que podemos exercer com fantasias costuradas pelos nossos sonhos. Só o carnaval pode fazer isso? Sim e não, outra vez.

Dizendo o que digo lembrando de um professor, irmão marista, que um dia, a nós, 50 pré-adolescentes em sala de aula, afirmou que o carnaval é vivido por muitos na intensidade da bebida, do canto e da dança, mas... Que o verdadeiro "malandro" da vida não precisa dos três dias de carnaval para viver essa vida sonhada. Disse o irmão, de batina e tudo, que o verdadeiro malandro (no bom sentido da vida) bebe, canta e dança o ano inteiro, mas... Com a devida moderação, sensibilidade e sabedoria. Será que o "irmão" estava errado? Você, leitora, decide. Claro, você também, leitor. Eu concordo, mas costumamos deixar os saudáveis prazeres para mais tarde, para datas definidas em calendários estranhos, a felicidade fica para outra hora, fica para quando chegar o próximo carnaval... Mas não me saem da cabeça as lindas mulheres que vi na Passarela de olhos revirados para o céu cantando e dançando como deusas encarnadas.

HORROR
Quantos andarão por aí "minados" sem saber? A Secretaria de Saúde de Salvador, BA, realizou no Carnaval o "Projeto Fique Sabendo". Exames rápidos de sangue no Largo da Piedade visando a diagnósticos de Hepatite, Sífilis e Aids, tudo na hora. 10 homens estavam infectados com o HIV. Que horror! E os caras não sabiam disso. E por aqui, quantos andarão "minados" sem saber? Exames médicos fazem bem à vida, a própria e alheias... 

FUTURO
Ouça esta manchete, filme de terror: - "Assinaturas de jogos eletrônicos crescem no Brasil". Estava num jornal de São Paulo. - Ah, mas esses jogos desenvolvem a inteligência! Mandar àquele lugar o estúpido que disser isso. O que desenvolve a inteligência é leitura, ler livros abrangentes, ler, ler e ler. Imagine o futuro deste país com o ensino que temos e os mimimis crescendo para o nada. Credo! Passaporte, rápido! 

FALTA DIZER
Você tem problemas de pele? Várias podem ser as causas, mas é bom lembrar que a pele (nosso órgão maior) é também, digamos, a parte externa do sistema nervoso. O que emocionalmente nos abate pode explodir na pele, de um modo ou de outro. Um simples toque é mais que um toque, é uma mexida no nosso emocional... E o que dizer do Vitiligo? Bah! 






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